Brasil: Banco Central e CVM Desenvolvem Sistema de Blockchain com Microsoft


(19569018] blockchain [194590018]que facilite a troca está em parceria com o Banco Central do Brasil. de informações entre o financeiro e outras reguladoras. Os detalhes e objetivos do projeto foram lançados na terça-feira (12) no blog the desenvolvedora de software.

A parceria foi lançada na segunda metade de 2017, mas acabou em abril de Cadeia de Integração de Informações sobre as Entidades Reguladoras, criada pela [19659021] Microsoft Azure de informações entre o Banco Central, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Hoje em dia, uma troca constante de dados entre as mensagens de e-mails, papéis e telefonemas, com baixa eficiência e confiabilidade.

Marcelo Yared, diretor de tecnologia do Bacen, comentou na nota do blog sobre as vantagens do sistema: [1965907] Hoje, a requisição é gravada diretamente no Blockchain do Pier, […] podendo ser resolvida de forma quase instantânea. <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> 19659003 Além disso, trocarte papéis e e-mails por uma rede descentralizada e automatizada torna todo o processo mais seguro, auditável e menos sujeito.

Integração à blockchain do Ethereum

O Pier é baseado no sistema Quorum, desenvolvido pela JP Morgan, integrado à rede de blockchain do Ethereum. A nota também sugere que o sistema de estatísticas abre portas para o uso de blockchain em outros meios públicos, para definir propósitos.

Para Yared, uma sociedade pode beneficiar de um governo que usa blockchain para compartilhamento e autenticidade de dados. “Queremos oferecer à administração pública um instrumento que possa trazer mais agilidade ao Estado. "

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CVM proíbe fundos de investir em bitcoin e criptomoedas!livecriptomoedas




CVM proíbe fundos de investir em bitcoin e criptomoedas! A cvm proibiu os fundos de investimentos a usar os bitcoins e demais criptomoedas (moedas digitais) …

CVM permite alteração de gestor de fundo diretamente em sistema – Notícias


A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou nesta sexta-feira, 8, que as alterações de administrador dos fundos de investimento registrados deverão ser efetuadas diretamente pelo Sistema de Gestão de Fundos Estruturados (SGF).

A nova funcionalidade foi divulgada pelo Ofício Circular CVM/SIN/n°6/2018. O administrador antigo deve disponibilizar o fundo estruturado ao novo gestor para que este possa aceitar e concluir a transferência.

Na operação, deve incluir todos os atos relacionados, tais como a ata da assembleia que deliberou e indicou a data da transferência e a nova versão do Regulamento em que conste o novo administrador como responsável pelo Fundo. Antes, porém, os atos deverão ser divulgados no CVMWeb.

De acordo com superintendente da Superintendência de Relação com Investidores Institucionais (SIN), Daniel Maeda, a supervisão da operação será feita pela SIN, com critérios baseados em risco.

“Essa nova possibilidade é um passo importante no aperfeiçoamento do SGF. Dentro em breve, todas as funcionalidades previstas no CVMWeb para os fundos 555/14 estarão implementadas. Tal medida está alinhada com a preocupação da CVM na redução de custos de observância do mercado”, afirmou Maeda.

CVM questionou novo presidente da Petrobras que fez acordo de R$ 200 mil – 04/06/2018 – Mercado


O novo presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, aceitou pagar R$ 200 mil à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para encerrar, em setembro passado, um processo sancionador aberto pelo órgão contra ele. O valor foi sugerido pelo próprio Monteiro e aceito pela CVM.

Monteiro era investigado desde 2017 pela CVM, encarregada de fiscalizar o mercado de capitais, por ter deixado de divulgar em um fato relevante da empresa, após vazamento pela imprensa, dos valores em negociação para a venda de 90% de um ativo importante da petroleira, a NTS (Nova Transportadora do Sudeste), um gasoduto com mais de 2 mil km.

 

Monteiro foi escolhido pelo presidente Michel Temer para presidir a Petrobras após o pedido de demissão de Pedro Parente na última sexta (1º).

Em maio de 2016, Monteiro e era diretor de relação com investidores quando a petroleira negociava a venda da NTS para um consórcio liderado pela canadense Brookfield, parte do programa de privatizações da Petrobras.

No dia 12 daquele mês, o jornal “O Estado de S. Paulo” divulgou, com base em fontes anônimas, que a canadense oferecera US$ 5,2 bilhões pelo negócio. No mesmo dia, a Petrobras divulgou um fato relevante confirmando a negociação sem mencionar valores.

Segundo a CVM, Monteiro posteriormente também “reafirmou que nenhum valor deveria ter sido divulgado, salientando que o montante final acordado com a Brookfield [“¦] diferia do apresentado na reportagem”.

Em setembro de 2016 a Petrobras anunciou o fim da negociação e reconheceu que o valor final foi de US$ 5,19 bilhões, quase idêntico ao citado pela reportagem.

Para a CVM, o primeiro fato da Petrobras “foi incompleto, por não conter nenhuma menção aos valores envolvidos, embora essa fosse uma informação relevante e houvesse indícios de que ela havia escapado ao controle da companhia”.

Segundo a CVM, não divulgar o valor prejudicou a tomada de decisão de outros possíveis investidores, pois era “muito provavelmente o dado mais importante a ser ponderado”. A CVM observou que uma instrução do órgão prevê que a Petrobras poderia ter mantido em sigilo informações sobre valores, porém o mesmo regulamento diz que “a exceção deixa de prevalecer caso a informação escape ao controle”.

Para a CVM, a divulgação de fatos relevantes era de responsabilidade do diretor de relação com investidores.

Após análise, a CVM propôs a responsabilização de Monteiro com base no descumprimento da instrução do órgão e da lei que regula as sociedades anônimas. Em seu artigo 157, a lei obriga os administradores de companhias abertas a divulgar qualquer fato relevante que possa influir “na decisão dos investidores do mercado”. Monteiro propôs a celebração de um termo de compromisso, pelo qual se dispôs a pagar R$ 200 mil para extinguir o processo.

Afirmando que a acusação narrava fatos com “gravidade”, o comitê da CVM que analisa os termos de compromisso concluiu pela aceitação da proposta, pois seria “conveniente e oportuna, já que é tida como suficiente para desestimular a prática de atitudes assemelhadas, bem norteando a conduta dos participantes do mercado de capitais”.

A Folha indagou à Petrobras quem arcou com os R$ 200 mil, mas a estatal não respondeu até a conclusão desta reportagem. A Folha apurou que tem sido uma norma a estatal arcar com pagamentos quando há acordos entre seus executivos com a CVM.

OUTRO LADO

Em nota, a Petrobras diz que “não houve qualquer condenação da CVM ou reconhecimento de culpa de parte do senhor Ivan Monteiro, tendo a autarquia concordado com celebração de termo de compromisso, procedimento utilizado e previsto em nome, aplicável ao caso”. A Folha indagou por que Monteiro não divulgou, na época, o valor em negociação, mas a Petrobras também não respondeu.

Valor Econômico: CVM aponta indícios de pirâmide na Minerworld


Saiu no jornal Valor Econômico

Por Juliana Schincariol 

A Comissão de Valores Mobiliários () informou ao Ministério Público do Mato Grosso do Sul (MS) que há indícios de financeira na atuação da , empresa que trabalha na mineração de bitcoin e com o que chama de “marketing multinível”, sob a liderança de .

No ano passado, o regulador do mercado de capitais recebeu denúncias sobre a atuação da companhia que tem sede em Campo Grande (MS) e no Paraguai. Para a área técnica da CVM, a proposta não envolve oferta de investimentos em valores mobiliários e, por isso, encontra-se fora de sua competência legal. Ao analisar as denúncias, no entanto, concluiu que existe aparente “proposta fraudulenta com características de pirâmide financeira”, de acordo com o processo obtido pelo Valor.

A autarquia chegou a esta conclusão com base em fatores como exigência de pagamento inicial, promessa de retorno financeiro considerado extraordinário, de até 100% ao ano, e promessa maiores ganhos com a indicação de novos afiliados. Outros pontos citados foram a falta de informações sobre riscos envolvidos na atividade e a ausência de mais dados sobre a própria empresa.

Como os fatos apontam para eventual prática de passível de ação penal pública, é necessária a comunicação com o Ministério Público. “É entendimento desta Procuradoria que, de fato, existem indícios de contra a economia popular”, diz parecer assinado pela subprocuradora-chefe da CVM, Milla Bezerra de Aguiar. A Lei nº 1.521/51 qualifica este tipo de quando se obtém ou se tenta obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou fraudes. A pena prevista é de até dois anos de detenção e multa.

A Minerworld afirmou, em nota, que refuta qualquer associação de suas atividades com crimes contra a economia popular. Também disse que não recebeu notificação ou intimação do Ministério Público ou outro órgão.

Em seu site, a Minerworld afirma ser “uma empresa de moedas digitais que utiliza tecnologias que revolucionam o sistema de pagamento global e sem fronteiras”. Diz, ainda, ter “base tecnológica” em Ciudad del Este, no Paraguai, e que inaugurará em breve um parque de mineração, em Hernandarias, também no Paraguai.

O processo de mineração consiste em decifrar códigos com valores criptografados emitidos por um software específico ao qual se conecta uma rede de usuários. Aquele que decifrar o código primeiro recebe uma quantia em bitcoins, que pode ser uma fração da criptomoeda. Atualmente, a mineração lucrativa está restrita a grandes servidores com máquinas dedicadas exclusivamente para essa função, investimento que chega a custar milhões de dólares.

No Paraguai, a Comisión Nacional de Valores (CNV) informou em outubro que a Minerworld não era registrada nem habilitada pelo regulador e não possuía autorização para realizar ofertas públicas. A empresa disse que foi feita apenas uma consulta à CNV e que para operar com mineração não há necessidade de autorização da regulador paraguaio, já que não atua com valores mobiliários.

Para ver a matéria em PDF clique aqui.

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O que é Litecoin ?

Postado em Janeiro 29, 2018

Weiss Ratings classifica 74 criptomoedas

Bitcoin recebeu C + (“aceitável”) Ethereum é B (“bom”). Nenhuma criptomoeda obteve um A.  Weiss Ratings, a principal agência de rating independente para instituições financeiras, lançou hoje o primeiro ranking de criptomoeda por uma agência…


IBRI participa da 19ª edição do Programa TOP da CVM


Edina Biava, membro da Comissão Técnica do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), realizará palestra na 19ª edição do Programa TOP de Treinamento de Professores da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), no dia 2 de fevereiro de 2018, das 09 horas às 11 horas, na B3 Educação, em São Paulo (SP).

O programa é organizado pelo Comitê Consultivo de Educação da CVM e é destinado a professores vinculados a instituições de ensino de nível superior, de graduação ou pós-graduação, que lecionem ou tenham lecionado disciplinas relacionadas ao mercado de capitais.

Edina Biava abordará os seguintes temas: o papel do RI (Relações com Investidores); o impacto da cultura de capital aberto; o RI nas pequenas e médias empresas; desafios na comunicação da empresa; agregação de valor com práticas de RI; e a importância do RI no relacionamento com provedores de capital.

A edição do Programa TOP acontece entre os dias 29/01/2018 e 02/02/2018. O curso é gratuito e tem como objetivo atualizar os participantes, por meio de aulas e palestras com profissionais de mercado.

CODIM – Helmut Bossert, coordenador do CODIM (Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado), realizará palestra sobre o Comitê, no dia 02 de fevereiro de 2018, das 11:30 às 12:30, também, na 19ª edição do Programa TOP de Treinamento de Professores da CVM.

O Comitê Consultivo de Educação da CVM é composto por ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas); ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital); ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais); ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias); APIMEC Nacional (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais); B3 (Brasil, Bolsa, Balcão); IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa); IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores); e Planejar (Associação Brasileira de Planejadores Financeiros).

Mais informações:

http://www.comitedeeducacao.cvm.gov.br/iniciativas/programatop.aspx

Assessoria de Comunicação do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores)

www.ibri.com.br

Digital Assessoria-Comunicação Integrada

Rodney Vergili / Jennifer Almeida / Natália Martins

Fones (11) 5081-6064 / (11) 5572-4563

+ 55 (11) 9 9123-5962

rodney@digitalassessoria.com.br


Website: http://www.ibri.com.br