Você viu? Criptomoedas em propaganda da Ford



Todo mundo sabe que as criptomoedas são um sucesso, mesmo após as recentes baixas no preço das criptos elas continuam chamando atenção agora não só dos cripto-entusiastas, mas também dos profissionais de propaganda de grandes empresas como a Ford.

No Youtube já está chato, quase todos os vídeos tem uma propaganda sobre criptomoedas, com algum segredo ultra secreto que irá mostrar como se tornar o próximo milionário investindo no próximo “Bitcoin”.

Mas agora as propagandas com criptomoedas começaram a aparecer na grande mídia e quem saiu na frente foi a Ford, que visando atingir um público jovem entusiasmado com a alta das criptomoedas, que passaram a procurar outros investimentos após a recente baixa do mercado, a Ford em sua propaganda destacou um beneficio das criptomoedas, as taxas e foi esse um dos focos da propaganda, destacando que ao comprar o automóvel em questão, no caso o Ford KA o comprador terá zero taxa.

Veja abaixo a propaganda da Ford:

Estamos ansiosos esperando se a próxima propaganda da Ford vai abordar o tema das criptomoedas.

Guia do Bitcoin

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Waves é listada na Huobi

Postado em junho 21, 2018

LocalMonero: A plataforma de venda P2P da criptomoeda Monero

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CoinX Explica: O que é um ataque DDoS e Como Proteger as Corretoras de Criptomoedas


Qualquer um na internet pode ser vítima de um ataque DDoS – tanto sendo o alvo, quanto sendo silenciosamente usado como ferramenta pelos hackers. Em 2017, foram 7,5 milhões de ataque no mundo, dos quais 264,9 mil aconteceram no Brasil. Neste ano, o Github, maior plataforma de hospedagem de código-fonte do mundo, entrou para as estatísticas com o maior ataque DDoS da história. E, cada vez mais, as exchanges de criptomoedas têm sido alvo deste mesmo tipo de hackeamento. Neste artigo, você vai entender o que é um ataque DDoS, suas consequências e maneiras de se proteger dele.

Ataque DDoS: derrubando tudo

O ataque distribuído de negação de serviço (Distributed Denial of Service) consiste no sobrecarregamento da rede de um site por meio de um número de acessos simultâneos maior do que o servidor pode suportar. Este tráfego é criado artificialmente pelos hackers usando máquinas “zumbis“, chamadas bots, como computadores, celulares e dispositivos IoT sob o poder da máquina mestre, que infecta seu “exército” (formando um botnet) silenciosamente para executar remotamente o comando dos acessos direcionados à vítima. Uma vez que os servidores têm um limite de acessos simultâneos, quando o comando do hacker é executado os sites saem do ar, resultando na negação do acesso aos seus usuários comuns.

Além da técnica acima, chamada Zombie Flood, existem outros quatro principais tipos de estratégias de DDoS:

  1. Syn Flood: conexões mascaradas (hackers disfarçados de usuários comuns) para paralisar parcialmente a rede até ela cair.
  2. ICMP Flood: pacotes de ICMP (Internet Control Message Protocol) transportam os servidores até a falha de seu sistema para que ele entre em colapso.
  3. Non-Service Port Flood: protocolos de TCP (Transmission Control Protocol) e UDP (User Datagram Protocol) aumentam o tráfego nas portas menos usadas do site.
  4. Service Port Flood: acessos simultâneos dentro e fora da rede por meio de portas que já recebem alto tráfego normalmente.

Aqui você pode ver uma lista completa dos tipos de ataques DDoS.

Os estragos deixados

Quando direcionado para negócios, os ataques distribuído de negação de serviço impedem a possibilidade de conversão – seja ela uma venda, um contato ou um download. Já em casos de entidades governamentais, como já aconteceu com as páginas da Receita Federal e da Presidência da República, o problema se concentra na credibilidade destas. No caso de exchanges e criptomoedas, sofre-se ambos prejuízos.

Se, por um lado, este tipo de hackeamento não rouba nenhuma quantia, por outro, ele impede que as transações sejam feitas em tempo hábil, resultando na queda da cotação de criptomoedas de alto valor e, consequentemente, em prejuízos para seus titulares. Estes, por sua vez, não só ficam enfurecidos com as plataformas, como também podem deixar de confiar nelas para realizar suas transações mesmo depois que o problema for resolvido.

É o caso das americanas Poloniex e Kraken, bem como do Bitcoin Gold, uma das bifurcações do Bitcoin. Durante o lançamento deste último, houveram mais de 10 milhões de acessos por minuto, resultando no colapso da página.

O pior caso de todos, no entanto, parece ter sido o da Bitfinex, uma das principais exchanges do mundo. Quando o Bitcoin estava na casa dos US$11.450, no dia 4 de dezembro de 2017, a plataforma ficou fora do ar e declarou estar sob um ataque de DDoS. Desde o colapso do site até o momento em que seus técnicos mitigaram os acessos maliciosos, o valor da criptomoeda foi a US$10.780. Este foi apenas mais um dos três ataques sofridos pela exchange em questão de um mês.

Por que as exchanges?

Os ataques de DDoS frequentemente são direcionados a negócios de alta visibilidade. Com a crescente popularização das criptomoedas, as exchanges têm ganhado a atenção dos hackers, especialmente porque, por dependerem exclusivamente do tráfego para suas plataformas, os estragos de uma suspensão de acesso refletem em todo o ecossistema. E quanto maior a exchange, maior o impacto.

Algumas soluções

Considerando que há diversas formas de executar um ataque de DDoS, a estratégia de proteção deve contar com uma combinação de vários métodos para ser, de fato, efetiva. O maior desafio é distinguir o tráfego orgânico (bom) do criado pelos hackers (malicioso), que dispõem de recursos complexos para misturar com os usuários comuns do site. Uma das soluções para essa questão é a criação de camadas, possibilitando a eliminação apenas daquelas contaminadas. Outros recursos mais simples são a contratação de sistemas de detecção de intrusos e proteção remota.

É preciso também investir em banda larga – quanto maior for a conexão do site com a internet, melhor ele vai lidar com o tráfego sobrecarregado. A blockchain pode, inclusive, ajudar nisso, uma vez que é possível alugar largura de banda nela. Uma conexão reserva também pode minimizar o impacto do ataque ao permitir que os principais usuários sejam redirecionados para um caminho diferente daquele afetado. Em caso de sites maiores, pode até ser mais vantajoso trabalhar com um servidor próprio, a fim de que a equipe interna possa analisar seu tráfego e identificar atividades suspeitas, bem como mitigá-las o quanto antes.

Existem algumas estratégias mais avançadas, como a limitação do tráfego que será aceito em determinado tempo. O Anycast, por sua vez, é um método de difusão/roteamento do tráfego para outras redes próximas, aliviando o impacto no principal canal. Por sua vez, a inserção de uma Web Application Firewall (WAF) entre a internet e o servidor pode filtrar os acessos de acordo com regras personalizadas para identificar um ataque DDoS. Finalmente, a técnica de Black Hole Routing (roteamento nulo) afunila o tráfego para uma rota que funciona como um buraco negro, que absorve os acessos maliciosos com base nos critérios de restrição definidos.

Sistema de segurança da CoinX

A exchange brasileira CoinX emprega uma estratégia de proteção que combina diferentes técnicas contra DDoS, além de possuir a certificação High SSL, uma tecnologia de criação de camadas criptografadas. Saiba mais sobre o assunto no website: https://www.coinx.com.br.



"Vender Criptomoedas é como Vender a Apple em 2001", diz CEO da eToro


Com a fachada da loja da Apple (Foto: Ashokboghani / Flickr)

Com mais de US $ 9 milhões levantados por ICOs desde o início do ano como criptomoedas vivem um boom semelhante ao da internet no fim dos anos 90. Pesquisadores ouvidos pela Business Insider relacionam o momento com a “bolha da internet”: grande parte dos projetos falham, mas eles são líderes para hoje, como Google e Amazon.

“Na minha visão de prazo longo, vender [empresas de] é hoje um fornecedor de maçã em 2001”, disse Yoni Assia, investidor de bitcoin e ethereum e CEO da eToro, plataforma de negociação que a opera de criptomoedas.

, uma escala dessa proporção “nunca existiu antes, nem mesmo na bolha da internet”. Assia exemplifica: um livro whitepaper e, facilmente, 100 mil milionários leem o documento. Se 1 mil colocam US $ 10 mil, um ICO já consegue $ 10 milhões

Nesse contexto, claro que há ceticismo. Para Assia, “95% das startups terminarão em nada”. A visão é semelhante a outros investidores, como Obi Nwosu, CEO da exchange de bitcoin Coinfloor.

Para ele, um dos 20 projetos mais procurados, serão as “dezenas de fornecedores aplicativos matadores”. Já Dominik Schiener, criador da criptomoeda IOTA, acreditou que menos de 10 dos mais de 1.400 projetos relacionados a novos empreendimentos ligados a [19659021] blockchain, que está entre as tecnologias mais promissoras para os negócios . This content is present in the middle of the world, in the middle content, and the different resources to the process. [19659022] produtos e serviços nessa área chegaram a US $ 9,2 bilhões em 2021, 10 vezes mais do que os US $ 945 milhões registrados no ano passado. Para 2018, uma projeção é de US $ 2,1 bilhões.

Leia também: Análise Técnica Bitcoin 21/06/18

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Em Salvador, Empresa de Turismo do Pelourinho Aceita Bitcoin e Outras Criptomoedas


Loja no Pelourinho (Foto: Alexandre Antunes/Portal do Bitcoin)

No meio do Pelourinho, umas das regiões mais turísticas da capital da Bahia, entre ladeiras e casarios coloridos do século 19, eis que uma pequena porta com uma placa informa aceitar Bitcoin.

A portinha dá acesso a uma pequena agência de viagens chamada Bahia Ticket que transaciona pacotes turísticos não só com Bitcoin, mas também com outras criptomoedas.

A empresa começou a aceitar as moedas criptografadas em janeiro deste ano. Segundo explica o sócio da empresa Abraão Macedo, a iniciativa se deu de uma necessidade em atender a uma grande demanda de clientes que procuravam estabelecimentos que aceitassem criptoativos.

“Tinha pessoas que queria usar Bitcoin em suas compras e viagens, mas enfrentavam dificuldades em encontrar lugares que aceitassem esse tipo de pagamento. A dica do uso veio de um amigo que é entusiasta da tecnologia”, disse.

Macedo disse que a Ticket Bahia é uma empresa franqueada a um grupo de empresários que decidiu aceitar criptomoedas de seus clientes. Ele explica que um empresário chamado Abílio Freire incentivou empresários de diversos segmentos em Salvador a adotar o novo meio de pagamento.

Domingos Santana, sócio da Bahia Ticket (Foto: Alexandre Antunes/Portal do Bitcoin)

Bitcoin com sorvete

“Além da Ticket Bahia, a ‘sorveteria italiana’ na Barra, a ‘sorveteria sertaneja’ que fica no Imbuí e uma pizzaria em Pituba, também aceitam Bitcoins. Na verdade, a gente quer  transformar Salvador numa grande capital de criptomoedas”, afirmou o sócio da Ticket Bahia.

Macedo explica com entusiasmo que o negócio é simples. A pessoa faz uma operação do próprio celular transferindo da sua carteira uma fração de criptomoeda à carteira do estabelecimento e assim o cliente pode comprar de sorvete a um pacote de viagem na sua agência de turismo localizada no Pelourinho.

De turismo ao câmbio

A Bahia Ticket turismo aceita, além de Bitcoin, outras moedas criptografadas. Macedo afirma que já chegou a negociar Ethereum, Ripple, Bitcoin Cash, Litecoin e Monero. “Eventualmente, aparece gente com outra moeda como Cardano e Iota, mas é raro”.

O número de clientes que utiliza as criptomoedas para adquirir serviços na Ticket Bahia é grande e chega quase a metade.  “De cada dez compradores, três ou quatro é com criptomoedas. Sendo que 90% é Bitcoin“, afirma Macedo.

A agência, além de vender passagens, opera como casa de câmbio. O diferencial é que ela não se limita em trabalhar com câmbio das fiat moedas como real, dólar e euro, mas faz faz câmbio também entre essas e criptoativos.

Leia também: Análise Técnica Bitcoin 21/06/18

 

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Jovens Milionários Interessados em Investir em Criptomoedas


Em seu relatório World Wealth Report 2018, a firma de consultoria Capgemini identificou um crescimento acentuado do interesse em criptomoedas entre os investidores ricos, informou ontem o Cointelegraph auf Deutsch, em 19 de junho.

Para o relatório, a Capgemini entrevistou indivíduos de alto patrimônio líquido (HNWI) e gestores de ativos em todo o mundo sobre o seu interesse em criptomoedas. De acordo com o relatório, quase um terço (29%) dos milionários pesquisados ​​expressou um alto interesse e mais de um quarto (quase 27%) de interesse geral.

O potencial de criptomoedas para gerar retornos de investimento e valor de armazenamento é um interesse de condução entre os HNWIs. Mais de 70% dos entrevistados com 40 anos ou menos atribuem grande importância a que seus gerentes de recursos primários forneçam informações de criptomoeda, em comparação com apenas 13% das pessoas com mais de 60 anos.

Até agora, no entanto, os gestores de ativos ainda são cautelosos quanto à criptomoeda e relutam em abordar o assunto com os clientes. Um terço (cerca de 35%) dos HNWI em todo o mundo diz ter recebido informações sobre criptos de seus gerentes de ativos.

O relatório observa as diferenças regionais na visão dos milionários sobre os investimentos em criptos. Enquanto os juros na Europa, na América do Norte e no Japão são relativamente modestos, 60% dos HNWIs da América do Sul mostram um alto nível de interesse.

O aumento do interesse dos clientes por criptomoedas levou algumas empresas do setor financeiro a adotar uma postura mais amigável em relação aos ativos digitais. Como a cripto se tornou mais popular, a Goldman Sachs suavizou sua posição. Em 2014, o banco de investimento disse que o Bitcoin não era uma moeda e era muito arriscado para os investidores, enquanto em maio deste ano, a empresa anunciou que iria explorar as moedas criptográficas de negociação devido ao aumento do interesse dos clientes.

Hoje, o COO da Goldman Sachs, David Solomon, disse que a empresa já está ajudando clientes em derivativos de criptos de capital aberto, como o Bitcoin Futures, e que a empresa está cuidadosamente explorando outras formas de derivativos de criptos. Salomão disse: “Estamos ouvindo nossos clientes e tentando ajudar nossos clientes, pois eles também estão explorando essas coisas”.



Criptomoedas e Blockchain Aparecem em Propagandas na Copa do Mundo


Cena da propaganda da Ford (Foto: Reprodução)

Da abundância de comerciais no Youtube, a criptomoedas e a blockchain ganharam um palco mundial durante a Copa do Mundo. Foi o que aconteceu com uma publicidade da Ford Brasil veiculada em rede nacional.

O cenário do filme publicitário, que tem 30 segundos, sugere um ambiente de trabalho. A cena começa com vários funcionários acompanhando apreensivamente uma tela de computador que mostra uma gráfico de preço de criptomoeda, no caso, a empresa não quis colocar o bitcoin e usa o termo “moeda virtual”.

No episódio nota-se que há uma expectativa muito grande dos entusiastas. Quando o preço sobe eles gritam, quando sobe mais um pouco fazem festa, e fica assim até acontecer o inesperado  o preço cai. Neste momento, a festa para. Alguns, boquiabertos, perguntam ao mesmo tempo uns para os outros: “E agora?”.

Um dos atores que aparece fantasiado com uma cabeça de animal surge e mostra a solução (que é comprar o veículo em promoção).

Outro comercial, promovido pela Hdac, uma plataforma sul-coreana de contrato e pagamento IoT (Internet da Coisas) baseada na blockchain, vai direto ao assunto, que é mostrar a que ponto a tecnologia pode fazer num futuro não muito distante na vida diária de uma família. 

O propaganda quis demonstrar como uma família interconectada com um sistema inteligente pode operar tudo à distância, desde a segurança da residência até o suprimento dos eletrodomésticos. Esta pode ser uma das primeiras vezes que uma empresa de blockchain anuncia em rede de TV. 

O comercial, que está sendo propagado pela rede de televisão de Londres, ITV, e também pela Eurosports, pode ser visto por milhões de pessoas, já que foi lançado durante a abertura da Copa do Mundo na Rússia e vai continuar durante as transmissões do torneio. A Hdac é certamente a primeira a atingir um público em massa.

Proibição de anúncios

Anúncios com marketing direto relacionados a Ofertas Iniciais de Moedas (ICO), plataformas de arbitragens e opções binárias (programas de referidos) estão com os dias contados. O Google Brasil diz que banirá anúncios de bitcoin e criptomoedas até final do mês.

A mudança no sistema de ‘ads’ já estava marcada para começar neste mês, contudo, as propagandas das palavras-chave no buscador e nas propagandas do Youtube prosseguiram.

A atualização da política de serviços financeiros do Google prevê a restrição de anúncios de criptomoedas e opções binárias nas aplicações da empresa, como nos sites cadastrados no navegador e no YouTube.

Leia também: Análise Técnica Bitcoin 20/06/18

 

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Jovens Milionários Interessados ​​em Investir em Criptomoedas


Em seu World Wealth Report 2018 a firma de consultoria Capgemini identificou um crescimento acentuado do interesse em moedas criptografadas entre os investidores ricos, Cointelegraph auf Deutsch relatou ontem, 19 de junho.

O relatório, a Capgemini entrevistou indivíduos de alto patrimônio líquido (HNWI) e gestores de ativos em todo o mundo sobre o seu interesse em criptomoedas . De acordo com o relatório, quase um terço (29%) dos milionários entrevistados expressou um alto interesse e mais de um quarto (quase 27%) um interesse geral.

O potencial das moedas criptográficas para gerar retornos de investimento e valor de loja é um interesse de condução entre os HNWIs. Mais de 70% dos entrevistados com 40 anos ou menos atribuem grande importância a que seus principais gerentes forneçam informações de criptomoeda, em comparação com apenas 13% dos maiores de 60 anos.

Até agora, porém, os gestores de ativos ainda são cautelosos quanto à criptomoeda. relutante em abordar o assunto com os clientes. Um terço (cerca de 35%) dos HNWI em todo o mundo diz ter recebido informações sobre criptografia de seus gestores de ativos.

O relatório observa as diferenças regionais na visão dos milionários sobre os investimentos em criptografia. Embora o interesse na Europa na América do Norte e no Japão seja relativamente modesto, 60% dos HNWIs da América do Sul mostram um alto nível de interesse.

O aumento do interesse do cliente em criptomoedas algumas empresas do setor financeiro adotam uma postura mais amigável em relação aos ativos digitais. Como a criptografia se tornou mais popular, a Goldman Sachs suavizou sua posição. Em 2014, o banco de investimento disse que Bitcoin não era uma moeda e era muito arriscado para os investidores, enquanto em maio deste ano, a empresa anunciou que iria explorar as criptomoedas comerciais devido ao aumento de clientes Hoje, o COO da Goldman Sachs, David Solomon disse que a empresa já está auxiliando clientes em derivativos criptográficos negociados publicamente, como os futuros Bitcoin e que a empresa está cuidadosamente explorando outras formas de derivados criptográficos. Salomão disse: "Estamos ouvindo nossos clientes e tentando ajudar nossos clientes, pois eles também estão explorando essas coisas."

Produtora de Hollywood Grava Filme sobre Criptomoedas com Kurt Russell


Ator de Hollywood Kurt Russell (Foto: Gage Skidmore/Flickr)

A produtora de filmes Yale Prods. anunciou nessa sexta-feira (15) a gravação do filme de suspense Crypto, cujo roteiro versa sobre criptomoedas. O elenco inclui as estrelas de Hollywood Luke Hemsworth, Jeremie Harris, Vincent Kartheiser e Kurt Russell.

O longa-metragem de suspense é baseado numa história real sobre uma rede de lavagem de dinheiro com obras de arte em Nova York.

Segundo o Hollywood Reporter, o enredo mostra um jovem agente, interpretado por Beau Knapp, que investiga casos de lavagem de dinheiro. O protagonista é levado para a região onde mora, no subúrbio de Nova York, para procurar pistas sobre um caso de corrupção e fraude.

Enquanto o pai e o irmão do agente lutam para manter a fazenda da família numa sociedade de mudanças econômicas drásticas, a investigação leva o protagonista ao cerne do submundo do mercado artístico, com um negociador (Bledel) entusiasta de criptomoedas e um investigador cibernético (Harris).

Kartheiser interpreta um contador que oferece propostas de negócio a clientes moralmente condenáveis.

O produtor musical Adam Levine comentou sobre o contexto em que está sendo criada uma produção sobre criptomoedas:

Criptomoedas têm sido motivo de atenção e imaginação de clientes e empreendedores no mundo todo, mas elas nunca foram exploradas num filme de maneira tao bela e empolgante.

O filme está sendo dirigido por John Stalberg Jr., premiado no Sundance Film Festival pelo longa High School. Knapp e Stalberg já trabalharam juntos na produção de The Signal. A produtora Film Mode Entertainment é detentora dos direitos autorais de Crypto, que está sendo gravado em Nova York.

Michael J. Rothstein e Siena Oberman são os produtores executivos pela Yale Prods.

Leia também: Startup de Criptomoeda Tron Compra BitTorrent por US$ 140 milhões

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Blogs de Média Fecha Sobre Criptomoedas e Censura Artigos


(Foto: Piotr Waglowski / Wikimedia)

A plataforma de publicação de textos médios reuniu-se com os programas de análise de erros, ICO e criptomoedas nas últimas semanas. [1965903] Bitcoin.com o mesmo vem acontecendo em meios como o Facebook, Twitter e Google.

O meio é um meio importante de comunicação para empreendedores de criptomoedas que buscam divulgar seus projetos. O layout, ideal para textos longos e ferramentas multimídia, torna uma plataforma mais escolhida para a divulgação de projetos de ICO, intercâmbios e startups.

A ICO Status relatório que esforço divulgar um texto não Medium O novo projeto de análise de erros, que foi inicialmente rejeitado pela plataforma. A denúncia, divulgada na última sexta-feira (15), contém uma versão que não é permitida em substituição a algum termo por siglas, como ETH (Ethereum) e SNT, da criptomoeda Status.

Recebemos, em seguida, um e-mail automático notificando uma violação genérica, e também um link para as últimas atualizações do Medium References

censura:

Estamos preocupados com essa questão evidentemente arbitrária de suspender em nosso blog é sinal de uma tendência problemática. […] Estamos apreensivos sobre o levantamento da censura em torno das criptomoedas.

Nesta semana, a página Blockchain.io também foi suspensa. O desaparecimento de blogs sobre o domínio, a maioria das publicações relacionadas a airdrop desapareceu.

O desaparecimento de blogs sobre as práticas secretas de namoro para o Facebook, Google, e até o serviço de e-mail marketing Mailchimp decidiram bloquear Publications of ICOs and criptoativos

Os termos de uso do Medium dizem que a empresa pode remover todo o conteúdo, por qualquer motivo. Até o momento, uma companhia não é mais uma das razões para fazer publicações.

O criador do Medium e o ex-CEO do Twitter, Edwin Williams, não são as fontes semanais sobre as criptomoedas. A única menção à tecnologia foi [19659022] em sua conta no Twitter há 5 anos.

também: John McAfee diz no Twitter que não vai Mais Recomendar ICOs depois Ameaças de Reguladores

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