Stellar compra corrente por "US $ 500 milhões" – mas as suspeitas de insider trading permanecem



Notícias de que a Stellar está em negociações para comprar a startup de financiamento blockchain A Chain deu novo peso às acusações de que o administrador de fundos de investimentos Ari Paul conduziu negociações com informação privada. Relatório: Decisão de Segurança da XLM 'Bad News' Para Paul As Fortune informou em 20 de junho, o acordo entre as duas empresas é estimado em cerca de US $ 500 milhões – que serão transferidos em tokens de lúmen da Stellar (XLM). “Uma fonte familiarizada com o negócio disse que é
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Startup de Criptomoeda Tron Compra BitTorrent por US$ 140 milhões


(Foto: Shutterstock)

Justin Sun, fundador da Tron, uma das maiores startups de criptomoedas do mundo, adquiriu o BitTorrent, protocolo descentralizado de compartilhamento de dados (o maior da internet), por US$ 140 milhões, pagos em dinheiro. A informação foi publicada na Variety e confirmada no canal TechCrunch.

O BitTorrent movimenta até 40% do tráfego mundial da internet e diz ter 170 milhões de usuários. Já a Tron tem uma capitalização de mercado de mais de US$ 3 bilhões. Sua missão é criar uma plataforma de entretenimento baseada em blockchain.

Fundada por um chinês de 27 anos e ex-funcionário da Ripple, a Tron permite a criação de outras moedas e tokens dentro da sua plataforma e a ideia é que o conteúdo criado pelos usuários fique longe do controle de empresas. A moeda da Tron é a TRX (Tronix), que rivaliza com o Ethereum, é destinada a negociações simples. No momento desta publicação, está avaliada em US$ 0,045.

O que estaria por trás da aquisição seria “legitimar os negócios da Tron”, segundo o TechCrunch. No início do ano, a empresa de Sun foi acusada de plagiar o FileCoin e a Ethereum no desenvolvimento de sua tecnologia.

BitTorrent e pirataria

Sun atribuiu parte do problema à tradução inglesa de seu whitepaper, que teria perdido referências durante o processo. Outra motivação da compra seria engajar a rede do BitTorrent para a mineração de criptomoedas, usando a arquitetura P2P do serviço.

O BitTorrent, criado em 2004 por Bram Cohen e Ashwin Navin, ficou conhecido como um serviço de código aberto dedicado ao compartilhamento de arquivos, especialmente filmes e música. Sua arquitetura descentralizada, que utiliza todas as máquinas ligadas à rede, difere dos serviços tradicionais de tecnologia, baseados em servidores.

A empresa BitTorrent, Inc. não levantava dinheiro desde 2008. Um dos motivos é que a marca ficou associada à pirataria, já que parte dos arquivos compartilhados entre os usuários provém de sites que não pagam direitos autorais.

 

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Aegea conclui compra da Companhia de Saneamento do Norte por R$ 800 mi – Notícias


A Aegea Saneamento e Participações informou na noite de ontem, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que concluiu a aquisição da totalidade das ações da Companhia de Saneamento do Norte, que detém 100% do capital social da Manaus Ambiental e da Rio Negro Ambiental, Captação, Tratamento e Distribuição de Águas SPE.

Conforme publicado no fato relevante divulgado em 21 de fevereiro de 2018, para fazer frente à aquisição, os atuais acionistas minoritários da Aegea realizaram aportes de capital que totalizaram R$ 150 milhões, mediante a emissão pela companhia de ações preferenciais sem direito a voto, conversíveis em ações ordinárias. O valor total da aquisição foi de R$ 800 milhões, dos quais aproximadamente R$ 400 milhões serão pagos no ano de 2018 e o valor remanescente será pago em parcelas anuais até o ano de 2020, corrigidas pela Taxa DI.

Dessa forma, a Aegea passará a atuar em 49 cidades brasileiras, em 11 Estados, atendendo 7,6 milhões de habitantes. A companhia vai implementar, na capital amazonense, seu modelo de atuação, que tem como base a eficiência operacional. De acordo com o plano de investimento estabelecido, nos próximos 5 anos estão previstos R$ 560 milhões para a ampliação da cobertura dos serviços de água e esgotamento sanitário. Até 2030, é esperado que o município tenha 80% do esgoto tratado e coletado.

Segundo a Aegea, Manaus conta, atualmente, com índice de 75% de perdas de água e 19,2% de cobertura de esgoto.

Terceiro Maior Banco dos EUA Proíbe Compra de Criptomoedas com Cartão de Crédito


(Foto: Shutterstock)

Wells Fargo & CO., um dos maiores bancos dos Estados Unidos, proibiu a compra de criptomoedas por meio dos cartões de crédito da instituição na segunda-feira (11), conforme a rede CBS News, que recebeu o comunicado da companhia via e-mail.

De acordo com o aviso, Shelley Miller, porta-voz da Wells Fargo, diz que após esse parecer o banco fará novas análises à medida em que o mercado for evoluindo.

“Esta decisão está em consonância com a indústria como um todo, que observa múltiplos riscos associados a este investimento volátil”, diz a nota.

O banco agora faz parte da lista de instituições financeiras dos Estados Unidos que já havia limitado o uso de seus cartões de crédito para este fim, como o JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup, que restringiram as compras de criptomoedas no início do ano.

O principal motivo dessas deliberações são as preocupações com eventuais calotes dos clientes que muitas vezes, ao investir no mercado de criptomoedas, não consegue pagar a dívida devido a quedas no valor dos criptoativos.

O Bitcoin, a criptomoeda mais negociada, perdeu mais da metade de seu valor em 2018. Após quase bater a casa dos US$ 20 mil em dezembro do ano passado, nesta segunda-feira o preço ficou na média de US$ 6.700,00, segundo a CoinMarketCap, uma queda de 20% num período de aproximadamente 30 dias.

No ano passado, cerca de 18% dos usuários de cartões de crédito usaram o método de pagamento para adquirir criptomoedas, segundo pesquisa realizada pela plataforma LendEDU. Dessa porcentagem, 22% não conseguiram pagar a dívida contraída.

No início de maio, a Mastercard afirmou que a queda no volume de compras de criptomoedas por meio do sistema de pagamento da companhia foi responsável por um leve impacto no crescimento da empresa no primeiro trimestre deste ano.

Na ocasião, a consultora financeira da empresa, Martina Hund-Mejean, disse que o declínio foi reflexo da recente queda em compras de criptomoedas com o sistema de pagamentos da empresa.

“Nossos clientes podem usar o Mastercard para fazer isso, mas recentemente alguns bancos proibiram a prática. Esperamos que o crescimento transnacional se modere um pouco”, ressaltou Hund-Mejean.

Porém, não são só os calotes que preocupam as instituições. Uma dos maiores receios são casos de invasão hacker, como aconteceu numa das maiores bolsas do Japão, a Coincheck. Em janeiro a corretora foi invadida por cibercriminosos que roubaram cerca de 500 milhões de XEMs da blockchain NEM, equivalentes, à época, a cerca de R$ 1,6 bilhão.

 

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BCE suspenderá seu programa de compra de dívida até o fim do ano – Notícias


Riga, 14 Jun 2018 (AFP) – O Banco Central Europeu (BCE) suspenderá até o final deste ano seu programa de compra de dívida que, durante três anos, serviu para apoiar a economia da zona euro – informou a instituição nesta quinta-feira (14).

Além disso, as compras de dívida, até agora de 30 bilhões de euros mensais, serão reduzidas para 15 bilhões a partir de outubro e ficarão suspensas quando terminar o ano.

O BCE também anunciou que manterá sua principal taxa de juros no mínimo histórico de 0%, enquanto a taxa de depósitos continuará com juros negativos de 0,40%.

O fim progressivo do programa maciço de compras da dívida pública e privada, conhecido como QE, ou “Quantitative Easing”, é muito esperado por analistas, embora a instituição se reserve a possibilidade de alterar sua decisão, “caso se confirmem as perspectivas de inflação”.

Anunciado em 2015 com o objetivo de lutar contra a deflação, o QE começou com compras de grandes quantidades de títulos emitidos pelos Estados, seguidas a partir de 2016 por compras de dívidas das empresas.

Nos últimos meses, coincidindo com a melhoria da economia da zona do euro, o QE já foi reduzido paulatinamente e passou dos 80 bilhões de euros de compras mensais de 2016 aos 30 bilhões de euros desde janeiro.

O programa do BCE permitiu até então injetar 2,4 bilhões de euros na economia para facilitar o crédito às empresas e aos cidadãos e, assim, estimular o crescimento e a inflação.

O BCE também indicou que, inclusive depois de dar fim ao seu programa de compra da dívida, continuará apoiando a economia, especialmente renovando as datas de vencimento de seus antigos títulos.

A instituição tampouco aumentará as taxas de juros até “muito depois” do fim do QE, ou seja, pelo menos meados de 2019.

Peter Praet, o principal economista do BCE, já tinha alimentado as expectativas da suspensão do programa na quarta-feira passada, quando disse estar otimista quanto ao crescimento e à inflação.

Ele também afirmou que o emissor deveria avaliar “se os progressos realizados até agora terão sido suficientes” para começar a defender um abandono “progressivo” do QE.

O BCE rebaixou de 2,4% para 2,1% sua previsão de crescimento da zona do euro para 2018, enquanto previu uma inflação de 1,7% para este ano e para 2019 – frente à estimativa anterior de 1,4%.

As previsões da instituição monetária, que se reuniu nesta quinta-feira em Riga, na Letônia, refletem a desaceleração da economia no primeiro trimestre, assim como as “incertezas crescentes” pelas tensões comerciais entre os Estados Unidos e seus parceiros.

Para 2019, o BCE mantém sua previsão de crescimento em 1,9% do PIB e estima em 1,7% para 2020.

Quanto à inflação, a instituição prevê agora um aumento de 1,7% para este ano e, para o próximo, perto de sua meta de 2% a médio prazo.

jpl-cfe/ys/esp/pc/mb/cn/ll/tt

US Bank Wells Fargo proíbe compra de criptomoeda com seus cartões de crédito


O banco Wells Fargo, de San Francisco, anunciou que não permitirá mais que seus clientes comprem criptomoedas usando seus cartões de crédito, relatou a Fortune em 11 de junho.

O Wells Fargo, que é o terceiro maior banco em ativos nos EUA, disse que seus clientes agora estão proibidos de comprar moeda digital em seus cartões de crédito emitidos pela instituição financeira. Um porta-voz do banco disse que a decisão foi tomada para evitar “riscos múltiplos” associados ao uso da criptomoeda:

“Os clientes não podem mais usar seus cartões de crédito Wells Fargo para comprar moedas cripto. Estamos fazendo isso para sermos consistentes em toda a empresa Wells Fargo devido aos múltiplos riscos associados a esse investimento volátil. Esta decisão está alinhada com a indústria geral.”

No entanto, o porta-voz acrescentou que o banco “continuará a avaliar a questão à medida que o mercado evoluir”.

Com este movimento, Wells Fargo se junta a uma onda de instituições financeiras que proíbem a compra de criptomoeda com seus cartões de crédito. Em fevereiro, três gigantes do setor bancário, o JP Morgan Chase, o Bank of America e o Citigroup, anunciaram que não permitiriam mais a compra de criptomoedas por cartão de crédito. No final daquele mês, o JP Morgan Chase disse que as instituições financeiras podem “enfrentar o risco de que o processamento de pagamentos e outros serviços possam ser interrompidos por tecnologias, como as criptomoedas”.

A lista de bancos que impedem os clientes de comprar criptos com seus cartões de crédito vem crescendo globalmente. No Canadá, Toronto-Dominion Bank (TD), um dos maiores bancos da América do Norte, anunciou em uma declaração por e-mail aos clientes que está proibindo a compra de criptomoedas com cartões de crédito. O banco disse que as medidas foram tomadas “para servir e proteger nossos clientes, assim como o banco”.

O HDFC Bank da Índia, o maior banco privado do país, informou aos clientes que seus cartões de débito e crédito não podem ser usados ​​para comprar criptomoedas para proteger os clientes. Medidas restritivas também foram apoiadas pelo maior banco do Reino Unido, Lloyds Banking Group, e Virgin Money, que está presente na Austrália, África do Sul e Reino Unido.



US Bank Wells Fargo proíbe compra de criptografia com seus cartões de crédito


Wells Fargo, um banco sediado em São Francisco, anunciou que deixará de permitir que seus clientes comprem criptomoeda usando seus cartões de crédito, segundo Fortune em 11 de junho.

Wells Fargo é o terceiro maior banco por ativos no EUA disse que seus clientes estão agora proibidos de comprar moeda digital em seus cartões de crédito emitidos pela instituição financeira. Um porta-voz do banco disse que a decisão foi tomada para evitar “riscos múltiplos” associados ao uso de criptomoedas :

“Os clientes não podem mais usar seus cartões de crédito Wells Fargo para comprar moedas criptografadas. Estamos fazendo isso para sermos consistentes em toda a empresa Wells Fargo devido aos múltiplos riscos associados a esse investimento volátil. Esta decisão está em consonância com a indústria global. ”

No entanto, o porta-voz acrescentou que o banco“ continuará a avaliar a questão à medida que o mercado evolui. ”

Com este movimento, Wells Fargo se junta a uma onda de instituições financeiras proibindo a compra de criptomoeda com seus cartões de crédito. Em fevereiro, três gigantes bancários J.P. Morgan Chase Bank of America e Citigroup anunciaram que não permitiriam mais compras com cartão de crédito de criptomoeda. Mais tarde naquele mês, o JP Morgan Chase disse que as instituições financeiras podem “enfrentar o risco de que o processamento de pagamentos e outros serviços possam ser interrompidos por tecnologias, como criptomoedas.”

comprar criptografia com seus cartões de crédito tem crescido globalmente. No Canadá, o Toronto-Dominion Bank (TD), um dos maiores bancos da América do Norte, anunciou em uma declaração por e-mail aos clientes que está proibindo a compra de criptomoedas com cartões de crédito. O banco disse que as medidas foram tomadas "para servir e proteger nossos clientes, assim como o banco".

O Banco da Índia HDFC, o maior banco privado do país, informou aos clientes que cartões de débito e crédito não podem ser usados ​​para comprar criptomoedas para proteger os clientes. Medidas restritivas também foram apoiadas pelo maior banco do Reino Unido Lloyds Banking Group e Virgin Money que está presente em Austrália Sul África e Reino Unido.

Bitcoin Banco Compra Parte de Corretora de Criptomoedas


(Foto: Divulgação)

O Grupo Bitcoin Banco, que também controla a exchange de criptomoedas Negocie Coins, comprou 40% da corretora Zater Capital. A empresa, situada em Curitiba, busca dividir espaço com o mercado de criptomoedas em São Paulo. O valor da transação não foi revelado. Além da compra, o grupo afirma ter investido R$ 20 milhões na empresa de São Paulo.

De acordo com Heloisa Ceni, vice-presidente do grupo, foram 60 dias de estudo até que a compra da Zater se completasse. O contrato foi assinado no final de maio. 

Ceni diz que o que motivou a compra foi por uma questão de tecnologia. “A Zater tem um know how tecnológico para movimentação de altos valores de compra e venda, o que nós não tínhamos na Negocie Coins”, disse ao Portal do Bitcoin.

A executiva afirmou que as duas marcas vão permanecer separadas, mas que a unirá algumas funções. “Manteremos 100% a identidade de cada uma, mas assumiremos o atendimento ao cliente e o marketing da Zater. A direção passará a ficar em Curitiba”.

O Bitcoin Banco é um conjunto de plataformas de câmbio de criptoativos. Conforme consta no site, a empresa ainda está em fase de captação de Bitcoins por meio de contração de empréstimos. Já é possível ver a Zater Capital entre as empresas que compõem o grupo.

Bitcoin Banco e NegocieCoins

No ano passado, a companhia comprou outra empresa do ramo: a corretora NegocieCoins. Com a compra, a empresa passou a ser responsável pela movimentação de mais de R$ 700 milhões ao mês e cerca de 50 mil clientes.

A Zater Capital é uma exchange voltada para transações profissionais de Bitcoin, de grande volume. A empresa também oferece consultoria para instalação de equipamentos de mineração para investimentos acima de R$ 2 milhões

O movimento parece ser de preparação para a forte concorrência do atual mercado. A empresa nega.

*Colaborou Cláudio Goldberg Rabin

 

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Bayer conclui a compra da Monsanto por US$ 63 bilhões – Notícias


Berlim, 7 Jun 2018 (AFP) – A Bayer se converteu nesta quinta-feira no líder mundial das sementes, fertilizantes e pesticidas após concluir a compra por 63 bilhões de dólares da americana Monsanto, anunciou o grupo farmacêutico e agroquímico alemão.

Dois anos depois de colocar em andamento o processo de aquisição, o mais importante até agora de uma empresa alemã no exterior, a Bayer comprou as ações da Monsanto por 128 dólares cada título, que já não são cotados em Wall Street, indicou em um comunicado.

A Bayer anunciou na segunda-feira que, com a compra, suprimirá a marca Monsanto.

A nova empresa vai conservar os produtos da Monsanto, como o Roundup – um dos herbicidas mais usados no mundo, mas acusado de ser nocivo para a saúde -, mas deixará de usar o nome Monsanto, objeto durante décadas dos protestos dos ativistas do meio ambiente.

A Bayer vai manter o nome de marcas muito conhecidas entre seus clientes agricultores como Dekalb (sementes de milho e colza), Seminis (sementes hortícolas) ou De Ruiter (sementes hortícolas).

O abandono da marca Monsanto é uma maneira para o grupo alemão tomar distância de um nome que foi alvo, por muitos anos, de protestos de organizações ecológicas e de grupos de agricultores.