Tailândia espera aprovar cinco projetos da OIC em 50


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<p><strong> Espera-se que o regulador financeiro tailandês aprove cinco projetos da OIC assim que o novo marco regulatório entrar em vigor este mês. Dos 50 projetos da OIC no país, apenas cinco satisfazem as exigências de registro estabelecidas pelo órgão regulador nesta semana. </strong></p>
<p><em><strong> Também se lê: <a href= Yahoo! O Japão confirma a entrada no espaço criptográfico

Cinco projetos da OIC devem ser aprovados

 A Tailândia espera aprovar cinco projetos da OIC entre 50 Espera-se que a Comissão Tailandesa de Valores Mobiliários (SEC) aprove cinco ofertas iniciais de moedas (ICO) projetos, uma vez que a lei para regular cryptocurrencies e ICOs entra em vigor, de acordo com o Bangkok Post. A Comissão aprovou os regulamentos relevantes no início desta semana e espera que eles se tornem lei até o final do mês, como a news.Bitcoin.com relatou

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<p> Embora a SEC não tenha revelado quais projetos da OIC ser aprovado, Thawatchai Kiatkwankul, diretor de finanças corporativas da Comissão no departamento de ações, foi citado pela agência de notícias: </p>
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Dos 50 projetos da OIC esperando levantar fundos do mercado de capitais da Tailândia, cinco estão prontos como piloto inicial

O anúncio segue duas ICOs recentemente lançadas na Tailândia: Jfin Coin pela subsidiária da Jay Mart Plc, J Ventures Limited, e tokens ZMN pela Zmine Holdings

Novas ICOs esperadas no terceiro trimestre

] Antes que a lei entre em vigor, o regulador colocou freios em todas as novas OICs. No entanto, “empresas alavancadas anteriormente ainda são capazes de fazer transações como normais, já que a lei não se aplica retroativamente”, explicou Krungthep Turakij.

 A Tailândia espera aprovar cinco projetos da OIC em 50
. Tipsuda Thavaramara

Tipsuda Thavaramara, vice-secretário-geral da SEC tailandesa encarregado dos Grupos de Política e Finanças Corporativas, disse nesta semana que um emissor da OIC deve primeiro obter a aprovação do portal da OIC que deseja listar, descreveu Prachachat Turakij. Os portais da OIC agem como consultores financeiros para os emissores, certificando-se de que todas as regras do "know-your-customer" (KYC) sejam seguidas. Depois de obter a aprovação do portal da OIC, a SEC levará cerca de dois meses para revisar a OIC antes de aprová-la.

As empresas que desejam emitir tokens devem atender a vários critérios definidos pela SEC. Para começar, eles devem ter capital registrado de pelo menos 5 milhões de baht (US $ 156.625).

Os investidores de varejo só podem investir até 300.000 baht (~ US $ 9.343) por projeto da OIC ou não mais do que 70% do valor total. tokens oferecidos, como reportado pela news.Bitcoin.com . Os limites não existem para investidores institucionais e de patrimônio líquido ultra elevado.

Planos Futuros da SEC Tailandesa para ICOs

Sr. Thawatchai Kiatkwankul acrescentou que, no futuro, a Comissão "está se preparando para expandir e combinar sua unidade de registro de OICs com ofertas públicas iniciais (IPOs)", comunicou o Bangkok Post. Citando que os projetos da OIC têm potencial de crescimento, ele observou que a SEC trabalhará com os portais da OIC para examinar potenciais fraudes.

A publicação elaborou, com referência ao diretor:

Regras e regulamentos relacionados a transações e investimentos em ativos digitais poderia ser facilitada, dado que os participantes do mercado são mais instruídos sobre o investimento em ativos digitais e a concorrência doméstica está em igualdade com outros mercados de ativos digitais.

O que você acha das políticas da Tailândia sobre ICOs? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo


Imagens cedidas pela Shutterstock e pela SEC tailandesa


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Cinco Altcoins de baixo mercado com grande potencial – Hacked



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Perdas com protestos de caminhoneiros superam R$ 10 bi em cinco dias – 27/05/2018 – Mercado


Os bloqueios de caminhoneiros nas rodovias que paralisaram o escoamento da produção em todo o país já provocaram perdas de ao menos R$ 10,2 bilhões, conforme as primeiras estimativas de diferentes setores.

O número, quase o dobro dos R$ 5 bilhões que o governo usará para cobrir a perda que a Petrobras terá por reduzir o preço do diesel e suspender os reajustes diários, vai crescer quando for possível mensurar os estragos com mais precisão.

O presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), José Carlos Martins, estima que 40% das atividades do setor tenham sido atingidas, comprometendo negócios de R$ 2,4 bilhões.

Na indústria de frangos e suínos, o cálculo chega a R$ 1,8 bilhão perdido em cinco dias, diz Ricardo Santin, vice-presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

O valor abrange a previsão de exportações que deixaram de ser feitas e a atividade do mercado interno. “Todo dia estão morrendo pintinhos ou ovos que não nascem. Já morreram mais de 50 milhões de aves.”

Com a atividade desregulada, o frango perde a qualidade porque não atinge o peso determinado e não pode ser abatido na época adequada.

Em carnes bovinas, cerca de R$ 620 milhões deixaram de ser embarcados para exportação, segundo Antônio Camardelli, presidente da Abiec (da indústria de carnes).

Nesse caso, são negócios postergados porque os animais não foram abatidos, mas o setor está fazendo o balanço da carne apodrecida.

“A maioria dos frigoríficos está sem abate. Deve ter 3.000 carretas carregadas sem poder desovar no varejo. Vai ter que contabilizar todo esse produto perecível”, afirma Camardelli.

A JBS paralisou unidades em cinco estados. Sem receber insumos e animais para o abate, além da falta de caminhões para escoar a produção acabada, a BRF também suspendeu parte das atividades.

A imagem do leite derramado, símbolo dos desperdícios da semana, representa um prejuízo de R$ 1,1 bilhão aos produtores em cinco dias de protestos, valor que soma a receita que deixa de entrar aos custos de produção, nos cálculos da CNA (confederação da agropecuária). Segundo a entidade, cerca de 95 milhões de litros de leite são produzidos diariamente no país e estão sendo descartados.

Mais R$ 1 bilhão deixou de ser faturado no setor farmacêutico, estima o Sindusfarma (da indústria de medicamentos). “Se faltam remédios, as doenças crônicas e as agudas podem se agravar, elevando despesas hospitalares”, diz Nelson Mussolini, presidente da entidade.

Outro R$ 1,3 bilhão é a conta da Anfavea, associação da indústria automotiva, que na quinta (24) anunciou a paralisação total das fábricas. O cálculo envolve apenas o que deixou de ser arrecadado em tributos e não inclui o faturamento das montadoras.

O setor tem alta dependência do transporte por caminhões para receber peças das linhas de montagem e também para o desembaraço de veículos prontos enviados às concessionárias e à exportação.

Outro mercado dependente dos fretes, o comércio eletrônico calcula uma queda de quase R$ 280 milhões no faturamento da semana passada, segundo números da Ebit, empresa especializada em pesquisas sobre o varejo online.

Só na quinta (24), as empresas aéreas brasileiras perderam R$ 50 milhões, segundo a Abear (que representa as grandes companhias do país). A entidade ainda não mediu o estrago de sexta (25), quando mais de dez aeroportos ficaram sem combustível e as empresas foram obrigadas a cancelar mais de cem voos.

A Latam deixou de cobrar para reagendar passagem nos aeroportos afetados.

“O prejuízo ainda não estimado é a queda do volume de vendas. Começa a despencar. Quem queria viajar não compra”, diz Eduardo Sanovicz, presidente da Abear.

Desde quarta, as operações da cadeia do café estão paradas, segundo Nathan Herszkowicz, diretor da associação Abic.

“A carga para exportação não chega ao porto. E as empresas que perderam embarques pagarão multa”, diz Herszkowicz, cuja previsão supera R$ 550 milhões em negócios perdidos ou atrasados.

Fábricas de vestuário e têxteis sofrem com a escassez de insumos e funcionários impossibilitados de chegar ao trabalho, segundo sua entidade, a Abit. A estimativa é um baque de R$ 1,2 bilhão no faturamento do setor, excluindo impostos, em cinco dias.

As estimativas dão alguma dimensão dos recursos que deixaram de ser movimentados, mas o real impacto talvez jamais seja medido, de acordo com André Rebelo, assessor de assuntos estratégicos da presidência da Fiesp (federação das indústrias paulistas).

“São diferentes efeitos, fica difícil estimar. Quantas pessoas pagaram menos bilhetes de ônibus em São Paulo? Não sabemos. Alguns empresários pararam uma linha de produção, outros pararam tudo, outros dispensaram pessoal.”

Segundo a Eletros (dos fabricantes de eletroeletrônicos), dez fábricas pararam alguma linha de produção.

A Abinee, que representa também a indústria de componentes, não tem o prejuízo definido, mas identificou em pesquisa com associados que 96% tiveram algum impacto.

Para Pedro Moreira, presidente da Abralog, associação de logística que reúne empresas como C&A, Correios e FedEx, existe ainda um custo intangível da “perda potencial”. Ele prevê perdas totais superiores a R$ 25 bilhões por causa da semana de protestos.

Neste sábado (26), sexto dia de paralisação, 99% da gasolina havia acabado na cidade de São Paulo.

O ministro Raul Jungmann (Segurança Pública) disse que prisões serão necessárias para punir empresários que estão praticando locaute na paralisação dos caminhoneiros.

Rodrigo Terpins reporta cinco tecnologias de pagamento que prometem melhorar a experiência digital do consumidor em 2018


No Brasil, o e-commerce é um dos setores varejistas que não para de crescer. Conforme dados do Ebit – que mede a reputação das lojas virtuais por meio de pesquisas com consumidores reais, gerando dados estratégicos e táticas para o mercado online – a movimentação no comércio eletrônico para 2017 foi estimada em R$ 48,8 bilhões, 10% a mais em relação a 2016. Todo esse crescimento e popularidade do comércio online, no entanto, também resulta em consumidores mais exigentes – o que obriga os varejistas a inovar, oferecer novas soluções, tecnologias e melhores experiências de consumo, destaca o empresário do ramo do varejo, Rodrigo Terpins.

Nesse contexto, o Portal IPNews – uma publicação da Comunicação Interativa, e referência em conteúdo jornalístico para os sistemas de Comunicação Convergente – listou cinco tecnologias de pagamento que prometem fazer sucesso em 2018 e melhorar a tão falada experiência do consumidor. Confira.

Pagamento recorrente em débito sem autenticação

Rodrigo Terpins explica que até pouco tempo no Brasil, apenas assinantes com cartões de crédito não precisavam fazer autenticação para realizar um pagamento. Já no caso dos cartões de débito, o consumidor era sempre direcionando para a página do banco emissor, onde ele precisava digitar sua senha e autorizar o pagamento. Isso, contudo, tornou-se um entrave para empresas que querem oferecer uma experiência de cobrança de mensalidades recorrentes “invisível” ao cliente, no débito – e, bem por isso, a modalidade de débito como forma de pagamento não estava sendo oferecida.

A Adyen – empresa líder em tecnologia para pagamentos que oferece uma Plataforma global única – pensando nisso, resolveu inovar e desenvolveu para seus clientes brasileiros, entre eles o Uber e a Netflix, a opção inédita de cadastrar pagamentos com cartão de débito sem que seja necessário a autenticação.

“Isso foi possível graças à plataforma tecnológica da empresa, que baseia suas estratégias de combate a fraudes no tratamento inteligente de um alto volume de dados”, escreveu o IPNews.

Pagamento por aplicativos

Atualmente, segundo dados globais da Adyen de outubro de 2017, cerca de 52% das compras online são feitas por dispositivos móveis – o que é uma boa oportunidade para os varejistas de alavancar suas lojas in-app. Essa tecnologia proporciona o consumidor a realizar o pagamento em uma plataforma acessível e intuitiva, reporta Rodrigo Terpins. E os varejistas que fazem uso dela já sairão na frente em 2018 e terão maiores chances de fidelização do cliente, ressaltou o Portal IPNews.

Atualização automática dos dados de cartões

Caso o consumidor perdesse ou tivesse o cartão roubado e precisasse cancelar a sua assinatura e emitir um novo cartão, tinha também que refazer seus cadastros em sites, apps e plataformas de e-commerce. Agora, contudo, a Adyen lançou uma nova tecnologia de atualização automática de dados, chamada de Account Updater, que simplifica esse processo, destaca Rodrigo Terpins.

“Ela elimina a necessidade de recadastramento dos dados de pagamento por parte do cliente. Agora, esse processo pode ser feito diretamente pelos e-commerces clientes da Adyen, que manterão as informações dos dados de cartão nas bandeiras Visa e Mastercard, sempre atualizadas. Isso evita o churn involuntário, interrupções ou atrasos na entrega de produtos e serviços para os consumidores, que muitas vezes têm suas assinaturas canceladas ou suspensas por falta de dados atualizados”, explicou o IPNews.

Carteiras digitais

Além de cartões de crédito, débito e boleto, outra forma de pagamento que vem crescendo hoje em dia são as carteiras digitais. Um exemplo é o Pagar com Google, que permite que o consumidor faça compras com um único toque em dispositivos móveis que operem com Android ou em navegadores Chrome – ou seja, sem precisar inserir repetidamente as informações de pagamento ou endereço de entrega. Rodrigo Terpins ressalta que esses dados podem ficar armazenados em um perfil digital do usuário no sistema do Google.

Inteligência de dados

De acordo com o Portal IPNews, “os hábitos de pagamento são uma fonte valiosa de dados para aumentar conversão, melhorar experiência de compra e alavancar negócios”. “Inteligência em tratamento de dados é a chave para gerar mais conversões e, consequentemente, para que os consumidores tenham uma experiência melhor com suas transações aprovadas”, concluiu a publicação.

Website: http://www.rodrigoterpins.com.br