Empresariado busca candidato de centro – Notícias


O temor em relação ao desfecho eleitoral vem alimentando debates políticos, que ocorrem em profusão em pequenos eventos, jantares e reuniões em entidades que representam o empresariado. Executivos e lideranças do setor têm demonstrado preocupação com o fato de que, a poucos meses das eleições, um candidato de centro ainda não tenha se firmado nas pesquisas. A tensão eleitoral desta vez é maior, dizem.

Por isso, há uma profusão de encontros e conversas para que empresários possam se antecipar aos movimentos políticos e entender quais são de fato as propostas dos postulantes ao Planalto. “Este ano há bastante estresse, o próprio mercado mostra isso. Temos de ter consciência que, nesse momento, possivelmente não temos o candidato que una a visão de País (que o empresariado deseja) e o tema de não ter ligação com os processos de investigação”, diz Antônio Carlos Pipponzi, presidente do conselho Raia Drogasil e do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV). “É preciso olhar alternativas”.

O IDV, bem como o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) ouvem há semanas pré-candidatos em pequenas sabatinas.

“O momento é muito importante. Temos de ouvir e nos mobilizar. O medo é de que o populismo e extremismo venham a se proliferar”, diz Rubens Menin, presidente do conselho da MRV e conselheiro da Abrainc, que ouviu Geraldo Alckmin e receberá outros presidenciáveis.

“Queremos que os candidatos entendam a relevância da indústria para o País. Somos geradores de emprego, exportamos e pagamos impostos”, diz Pedro Wongtschowski, presidente do Iedi e do conselho de administração do Grupo Ultra. O Iedi recebeu Alckmin e Ciro Gomes (PDT). Fará outros encontros.

Executivos e donos de grandes empresas ainda aguardam pela definição das coligações – importantes para cálculo do tempo de TV – e a composição das chapas. Mas, em encontros, não escondem receio com os rumos das candidaturas de centro, especialmente a de Alckmin. A pulverização de candidaturas aumenta a sensação de incerteza, afirmam empresários.

Na terça-feira passada, Gustavo Junqueira, da Sociedade Rural Brasileira (SRB), reuniu em sua casa, em São Paulo, cerca de 30 executivos e empresários para debater as possibilidades eleitorais. Estavam presentes representantes do agronegócio, como o usineiro Maurílio Biagi Filho, e executivos como Felipe Cavalieri, da BMC-Hyundai, e Antonio Moraes Barros, da CBC. Nas rodas que se formavam, repetia-se em uníssono: Alckmin precisa ganhar tração.

No evento, acompanhado pelo jornal O Estado de S. Paulo, a maioria dos empresários ouvidos indicou que o candidato ideal seria João Amoêdo, do Novo, mais liberal que o tucano. No entanto, como ele aparece com baixíssima intenção de voto, Alckmin é visto como opção mais segura.

Na mesma noite, em São Paulo, um grupo de 60 executivos e investidores se reuniu para ouvir o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso elaborar sobre a corrida eleitoral, a convite do Canadian Pension Plan Investment Board (CPPIB). O tucano voltou a defender a união dos candidatos de centro, o que animou a plateia. “Com a greve dos caminhoneiros ficou o alerta de que há uma fragilidade exposta, mas o mercado ainda acredita numa composição de nomes de centro”, diz Alexandre Bertoldi, sócio-gestor do Pinheiro Neto Advogados, uma das maiores bancas do País, que estava presente no evento.

A busca por um caminho eleitoral distante dos extremos ideológicos também foi um dos assuntos no jantar na sexta retrasada na casa de Rubens Ometto, dono da Cosan, em São Paulo, que reuniu empresários e banqueiros como Luiz Carlos Trabuco (Bradesco), Roberto Setúbal (Itaú), Sérgio Rial (Santander) e André Esteves (BTG), em torno de Michel Temer e do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

Alguns dos presentes pediram empenho para que o centro se una ao redor de Alckmin, manifestando descrença numa candidatura própria do MDB, de acordo com fontes ouvidas pelo jornal. Empresários indicaram ainda preocupação com uma transição ordenada até a posse do próximo presidente.

Alvo dos que advogam pela “unificação do centro”, Henrique Meirelles diz, porém, que não pensa em desistir de se lançar pelo MDB. “Não houve nenhum pedido ou pressão para qualquer mudança”, afirmou. “É evidente que adversários têm muita preocupação com minha candidatura”.

Apartidário

O cenário de incerteza eleitoral e em relação à economia, que deu sinais de fragilidade, motivou um grupo de executivos e empresários a articular um movimento para debater propostas para o País. Luiza Trajano, presidente do conselho do Magazine Luiza, Paulo Kakinoff, presidente da Gol, Pedro Passos, sócio da Natura, Walter Schalka, presidente da Suzano, Salim Mattar, presidente do conselho da Localiza, Rubens Menin, da MRV, entre outros, vão promover em agosto o evento “Você Muda o Brasil”.

A ideia é fazer um debate apartidário sobre temas como educação, segurança e ética. O grupo não apoiará candidaturas, mas pode fazer um documento com algumas das ideias debatidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Alckmin e Marina, os dois candidatos de centro que agradam o mercado – 22/06/2018 – Raquel Landim


Os donos do dinheiro curtem os jogos da Copa do Mundo da Rússia, sem perder de vista as eleições presidenciais no Brasil. O mercado está mais estressado a medida que o pleito se aproxima, mas o setor privado ainda não perdeu a esperança de emplacar um presidente com perfil conciliador.

O candidato dos sonhos continua sendo o tucano Geraldo Alckmin. Se o ex-governador de São Paulo crescer nas pesquisas – algo que parece pouco provável, as ações devem ter um “boom” e o real se valorizar.

Outra alternativa seria Marina Silva, da Rede. Enquanto Alckmin é visto como um candidato de “centro direita”, a ex-senadora aparece como uma opção de “centro esquerda”. Marina tem a desvantagem de vir de um partido minúsculo, o que prejudica a negociação com o Congresso, mas é vista como uma pessoa ética e capaz de reunir bons assessores com uma visão liberal da economia.

A simpatia que o deputado Jair Bolsonaro desperta entre os traders não se repete nas conversas com banqueiros e grandes empresários. Eles até simpatizam com a agenda da segurança pública do candidato e com suas promessas de redução do Estado, mas apologia a ditadura militar e a verborragia incomodam.

Bolsonaro só ganha o pleno apoio da banca no segundo turno contra um candidato: Ciro Gomes.

Malta emerge como centro de criptomoedas do mundo, apesar da investigação da TAX3 da UE:


Em nosso Expert Takes, os líderes de opinião de dentro e fora da indústria cripto expressam seus pontos de vista, compartilham sua experiência e dão conselhos profissionais. O Expter Take abrange tudo, desde a tecnologia Blockchain e o financiamento da ICO até a adoção de tributação, regulamentação e criptomoeda por diferentes setores da economia.

Se você gostaria de contribuir com um Expert Take, por favor, envie suas idéias e CV para george@cointelegraph.com.

As visões e opiniões aqui expressas são apenas as de autores/colaboradores e não refletem necessariamente as opiniões da Cointelegraph.com. Todo movimento de investimento e comercialização envolve risco. Você deve realizar sua própria pesquisa ao tomar uma decisão.

Em 7 de junho, os membros do Comitê Especial da União Europeia sobre Crimes Financeiros, Evasão Fiscal e Evasão Fiscal (Tax3) participaram de um workshop sobre “Tributação e Combate à Lavagem de Dinheiro: Criptomoedas, Digitalização e o Semestre Europeu”.

No workshop, o professor Robby Houben apresentou o contexto legal das moedas virtuais e blockchain e mapeou as implicações para a criminalidade financeira, lavagem de dinheiro e evasão fiscal, inclusive no contexto da recém-adotada legislação da UE contra a lavagem de dinheiro.

Ele explicou que as implementações de criptomoedas mais recentes e propostas, como Cloakcoin, Dash, PIVX e Zcoin, incorporaram serviços de mistura como parte de sua rede blockchain. A criptomoeda Monero fornece anonimato sem serviços de mistura devido a seu design centrado na privacidade, utilizando ring signatures para manter o blockchain inteiro seguro e não rastreável. Ele apontou para a necessidade de adotar regulamentos cripto em uma UE e talvez até mesmo em um nível do G-20 para ter serviços mistos reconhecidos como indicadores de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, com usuários de serviços mistos sendo considerados culpados dessas ofensas.

O poder de cobrar impostos, incluindo impostos sobre criptomoeda, é fundamental para a soberania dos Estados-Membros da UE, que atribuíram apenas competências limitadas à UE nesta área. A UE não possui um regulador fiscal uniforme. Portanto, o planejamento tributário agressivo das empresas multinacionais de cripto é monitorado pela Comissão Antitruste da UE, encarregada de policiar os auxílios estatais que distorcem a concorrência dentro da UE. O porta-voz Ricardo Cardoso, responsável pela pasta da Comissária Margrethe Vestager, disse:

“A Comissão não tem investigações em andamento sobre questões relacionadas à criptomoeda e nós nunca especularíamos sobre tais assuntos”.

Consequentemente, o TAX3 foi estabelecido pelo Parlamento Europeu em 1 de março de 2018 em resposta às contínuas revelações nos últimos cinco anos via LuxLeaks, Panama Papers e Paradise Papers, que lançaram luz sobre a evasão desenfreada, lavagem de dinheiro e corrupção nos países membros da UE. Estados, que têm programas de cidadania independentes, impostos e políticas. Como disse o eurodeputado Dariusz Rosati, porta-voz do Grupo PPE na Comissão Especial sobre Crimes Financeiros, Evasão Fiscal e Fuga de Impostos:

“Para mim, vender a cidadania da UE não significa apenas permitir que os ricos explorem livremente nossos ativos comuns europeus. Também permite que os ricos escapem de sanções ou lavem dinheiro. Tomemos o exemplo de Malta, que usa a cidadania em troca de um programa de investimentos para atrair investimentos, onde ricos cidadãos russos – que potencialmente poderiam ser alvo de novas sanções – estão entre as nacionalidades que mais frequentemente recebem a cidadania maltesa – portanto, europeia.

A missão do TAX3 é:

  • Contribuir para o debate em curso sobre a tributação da economia digital, incluindo o IVA;
  • Avaliar os esquemas nacionais que oferecem privilégios fiscais (como a venda de programas de cidadania);
  • Acompanhar de perto o trabalho em curso e a contribuição da Comissão e dos Estados-Membros nas instituições internacionais, incluindo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o G20, as Nações Unidas e o Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI) no que respeita a assuntos relacionados à tributação/criptomoeda.

O Comitê TAX3 tem um mandato de doze meses. No final deste período, apresentará um relatório com conclusões e recomendações para fazer mais para combater os crimes fiscais, a evasão fiscal e a fuga de impostos na UE, a fim de preparar o caminho para a equidade na concorrência fiscal com muitos Estados-Membros da UE.

“Investigações – como o TAX3 – podem levar a uma divisão duradoura nos mercados de criptomoedas, já que as bolsas enfrentam a escolha de cumprir exigências reguladoras crescentes”, alertou a professora e cientista da computação Cornell, Emin Gun Sirer, que é cofundadora de um sistema de câmbio virtual peer-to-peer chamado Karma, que antecede o Bitcoin em sete anos. “As trocas vão em uma de duas maneiras”, disse Sirer. “Ou eles vão limpar o seu ato, primeiro comprando as jurisdições mais brandas com leis KYC/AML e fiscais relevantes ou eles vão ‘totalmente underground’ e operam sem regras, por trás do Tor e outras tecnologias de comunicação anônimas” com capacidades de mistura para contornar KYC/AML e leis fiscais.

De fato, muitas casas de câmbio da Ásia e da UE, depois de procurarem por uma jurisdição tributária e regulatória de cripto mais leniente, estabeleceram-se em Malta. Como resultado, de acordo com um estudo realizado pelo Morgan Stanley, Malta agora é responsável pela maior parcela do volume de comércio de criptomoedas no mundo.

Malta é pioneira global em blockchain cripto e regulamentação da ICO

O primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, descreveu seu país como pioneiro global na regulamentação de negócios baseados em blockchain e na jurisdição de qualidade e escolha para empresas de fintech de classe mundial. Mascat vincula o sucesso de Malta em se tornar um membro da Parceria Blockchain da UE; são três novos projetos de lei de criptomoeda adotados pelo parlamento em 24 de abril; assim como a política fiscal favorável de cripto.

Os projetos de lei concedem poder regulamentar à Autoridade de Serviços Financeiros de Malta para publicar e impor regras específicas relativas a criptomoedas.

Projeto de lei da Autoridade de Inovação Digital de Malta. Estabelece a Autoridade de Inovação Digital de Malta, que, de forma voluntária, certificará as plataformas blockchain para garantir a credibilidade e garantir legalmente as criptomoedas.

Projeto de lei de arranjos inovadores de tecnologia. Fornecem uma estrutura para o registro de provedores de serviços de tecnologia e a certificação de arranjos de tecnologia relativos a administradores de sistemas e auditores.

Projeto de lei de Serviços Financeiros de Ativos Virtuais. Provê a estrutura regulatória para criptomoedas e ofertas iniciais de moeda (ICOs).

As criptomoedas atualmente não são regulamentadas sob a lei maltesa e as casas de câmbio de criptomoedas são consideradas equivalentes ao comércio de commodities. Uma empresa que utiliza criptomoedas não é obrigada a obter uma licença da Autoridade de Serviços Financeiros de Malta, a menos que se qualifique como um esquema de investimento coletivo ou conduza os negócios de uma instituição financeira ou provedor de serviços de pagamento, caso em que a empresa precisaria ser adequadamente licenciado sob a Lei de Instituições Financeiras.

Além disso, as criptomoedas não são consideradas instrumentos de investimento nos termos do Ato de Serviços de Investimento e não requerem quaisquer requisitos de licenciamento sob o ato.

Taxação de criptomoeda

Ao explicar a política fiscal de Malta, três deputados do Parlamento Europeu, David Casa, Roberta Metsola e Francis Zammit Dimech disseram: “Nunca permitiremos que a UE decida em nome do povo maltês como gerir nossos sistemas fiscais. Isso foi, ainda é e deve permanecer, competência dos respectivos governos”.

“O maltês não possui legislação tributária que regule as criptomoedas como meio de troca. Somente se a venda de criptomoeda for feita em uma base habitual e/ou a duração da propriedade for muito curta, a consideração da venda pode ser considerada como renda e, portanto, sujeita a imposto de renda de 5%”, disse a Dra. Mariella Baldacchino BA, LL.D da Consultoria E&S.

Além disso, “O Departamento do Imposto sobre o Valor Agregado (VAT) de Malta segue o acórdão do Tribunal de Justiça Europeu de Hedqvist (C-264/14). Portanto, as transações para trocar moedas fiduciárias por unidades de criptomoeda e vice-versa também estão isentas de IVA”, acrescentou Baldacchino.

No entanto, os clientes/investidores norte-americanos de casas de câmbio de cripto/fundos de cripto maltesas devem ter em mente suas obrigações tributárias nos EUA, incluindo os requisitos de relatórios tributários da Lei de Conformidade de Contas Estrangeiras (FATCA) e Relatório de Contas Estrangeiras e Contas Financeiras (FBAR), conforme reiterado pelo AICPA em sua segunda carta ao IRS.

Selva Ozelli, Esq., CPA é uma advogada fiscal internacional e CPA que frequentemente escreve sobre questões fiscais, legais e contábeis para Tax Notes, Bloomberg BNA, outras publicações e OCDE.



Malta emerge como centro de criptomoedas do mundo, apesar da investigação da TAX3 da UE:


Em nossos Especialistas, os líderes de opinião de dentro e fora da indústria criptográfica expressam seus pontos de vista, compartilham sua experiência e dão conselhos profissionais. Especialista Abrange tudo, desde a tecnologia Blockchain e o financiamento da OIC até a adoção de tributação, regulamentação e criptomoeda por diferentes setores da economia.

Se você gostaria de contribuir com um Expert Take, envie suas idéias e CV para george @ cointelegraph.com .

Os pontos de vista e opiniões aqui expressas são de exclusiva responsabilidade do autor e não refletem necessariamente as opiniões de Cointelegraph.com. Este artigo não contém conselhos ou recomendações de investimento. Todo investimento e movimentação comercial envolve risco, você deve conduzir sua própria pesquisa ao tomar uma decisão.

Em 7 de junho, membros da Comissão Especial da União Européia sobre Crimes Financeiros, Evasão Fiscal e Evasão Fiscal (TAX3) participaram de um workshop sobre "Tributação". e luta contra o branqueamento de capitais: moedas criptografadas, digitalização e o semestre europeu. "

No workshop, o Professor Robby Houben apresentou o contexto legal das moedas virtuais e blockchain e mapeou as implicações para o crime financeiro, lavagem de dinheiro e evasão fiscal, inclusive contra o pano de fundo do recém-adotado lavagem de dinheiro.

Ele explicou que as implementações de criptomoedas mais recentes e propostas, como Cloakcoin, Dash, PIVX e Zcoin, incorporaram serviços de mixagem como parte de sua rede blockchain. O cryptocurrency do Monero fornece anonimato sem derrubar serviços devido ao seu design centrado em privacidade, utilizando assinaturas de anel para manter o blockchain inteiro seguro e não rastreável. Ele apontou para a necessidade de adotar regulamentos de criptografia em uma UE e talvez até mesmo em um nível do G-20 para ter serviços mistos reconhecidos como lavagem de dinheiro e indicadores de evasão fiscal, com usuários de serviços mistos considerados culpados dessas ofensas [19659005OpoderdecobrarimpostosincluindoimpostossobrecriptomoedaécentralparaasoberaniadosEstados-MembrosdaUEqueatribuíramapenascompetênciaslimitadasàUEnestaáreaAUEnãotemumreguladorfiscaluniformePortantooplanejamentotributárioagressivodasempresasmultinacionaisdecriptografiaémonitoradopelaComissãoAntitrustedaUEencarregadadepoliciarosauxíliosestataisquedistorcemaconcorrênciadentrodaUERicardoCardosoporta-vozdapastadaComissáriaMargretheVestagerdisse:

“A Comissão não tem investigações em andamento sobre questões relacionadas à criptomoeda e nunca especularíamos sobre tais assuntos.”

Assim, o TAX3 foi estabelecido pela . Parlamento Europeu em 1 de março de 2018 em resposta às contínuas revelações nos últimos cinco anos via LuxLeaks, Panama Papers e Paradise Papers que lançam luz sobre a evasão desenfreada, lavagem de dinheiro e corrupção nos Estados Membros da UE, que têm programas de cidadania independentes , impostos e políticas. Dariusz Rosati, porta-voz do Grupo do PPE na Comissão Especial sobre Crimes Financeiros, Evasão Fiscal e Evasão Fiscal, disse: “Para mim, vender a cidadania da UE não significa apenas permitir que os ricos roubem nossos ativos comuns europeus. . Também permite que os ricos escapem de sanções ou lavem dinheiro. Tomemos o exemplo de Malta, que usa a cidadania em troca de investimentos para atrair investimentos, onde ricos cidadãos russos – que potencialmente poderiam ser alvo de novas sanções – estão entre as nacionalidades que mais frequentemente recebem a cidadania maltesa – portanto, européia. ”

A missão do TAX3 é:

  • Contribuir para o debate em curso sobre tributação da economia digital, incluindo o IVA;
  • Avaliar esquemas nacionais que proporcionem privilégios fiscais (como a venda de programas de cidadania);
  • e contribuição da Comissão e dos Estados-Membros nas instituições internacionais, incluindo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), o G20, as Nações Unidas e o Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI) no que respeita a questões fiscais e de criptomoeda

. O comitê TAX3 tem um mandato de doze meses. No final deste período, apresentará um relatório com conclusões e recomendações para fazer mais para combater os crimes fiscais, a evasão fiscal e a evasão fiscal na UE, a fim de preparar o caminho para a equidade na concorrência fiscal com muitos Estados-Membros da UE.

“Investigações – como o TAX3 – podem levar a uma divisão duradoura nos mercados de criptomoeda, já que as bolsas enfrentam a escolha de cumprir exigências reguladoras crescentes” alertou o professor e cientista da computação Cornell Emin Gun Sirer, que é o co-fundador da um sistema de moeda virtual peer-to-peer chamado Karma, que antecede o Bitcoin por sete anos. “As trocas vão de duas maneiras”, disse Sirer. "Ou eles vão limpar o seu ato, primeiro comprando as jurisdições mais brandas com leis KYC / AML e fiscais relevantes ou eles vão 'totalmente underground' e operam sem regras, por trás da Tor e outras tecnologias de comunicação anônimas" com mixagem capacidade de contornar KYC / AML e leis fiscais.

De fato, muitas trocas da Ásia e da UE após as compras em torno da mais árdua jurisdição de criptografia tributária e regulatória se estabeleceram em Malta. Como resultado, de acordo com um estudo conduzido pelo Morgan Stanley, Malta agora é responsável pela maior parcela do volume de comércio de criptomoedas no mundo.

Malta é um pioneiro global em criptografia blockchain e regulamentação da OIC

Primeiro Ministro de Malta Joseph Muscat descreveu seu país como pioneiro global na regulamentação de negócios baseados em blockchain e na jurisdição de qualidade e escolha de empresas de fintech de classe mundial. Mascate vincula o sucesso de Malta para se tornar um membro da Blockchain Partnership da UE; são três novos projetos de lei de criptomoeda adotados pelo parlamento em 24 de abril; assim como a sua favorável política fiscal em criptografia.

Os projetos de lei concedem poderes regulamentares à Autoridade de Serviços Financeiros de Malta para publicar e aplicar regras específicas relativas a criptomoedas

Lei da Autoridade de Inovação Digital de Malta Estabelece a Autoridade de Inovação Digital de Malta, que, de forma voluntária, certificará as plataformas blockchain para assegurar a credibilidade e fornecer garantias legais em relação às criptomoedas.

Bill Arrangements, Innovative Technology Arrangements Ele fornece uma estrutura para o registro de provedores de serviços de tecnologia e a certificação de arranjos de tecnologia relativos a administradores e auditores de sistemas.

Services and Virtual Financial Asset Bill. Ele fornece a estrutura regulatória para criptomoedas e ofertas iniciais de moeda (ICOs)

As criptomoedas não são atualmente regulamentadas pela lei maltesa e as trocas de criptomoedas são consideradas equivalentes ao comércio de commodities. Uma empresa que utiliza criptomoedas não é obrigada a obter uma licença da Autoridade de Serviços Financeiros de Malta, a menos que se qualifique como um esquema de investimento coletivo ou conduza os negócios de uma instituição financeira ou provedor de serviços de pagamento, caso em que a empresa precisaria ser adequadamente licenciado sob o Financial Institutions Act.

Além disso, cryptocurrencies não são considerados instrumentos de investimento sob o Investment Services Act e não desencadeiam quaisquer requisitos de licenciamento nos termos da lei

Tributação sobre a criptomoeda

Ao explicar a política fiscal de Malta, Três deputados do Parlamento Europeu, David Casa, Roberta Metsola e Francis Zammit Dimech, afirmaram: “Nunca permitiremos que a UE decida, em nome do povo maltês, como gerir os nossos sistemas fiscais. Essa era, ainda é, e deve permanecer, a competência dos respectivos governos. ”

“ O maltês não possui legislação tributária que regule as criptomoedas como meio de troca. Somente se a venda da criptografia é feita em uma base habitual e / ou a duração da propriedade é muito curta, a consideração da venda pode ser considerada como renda e, portanto, sujeita a imposto de renda de 5% ”. ] Dra. Mariella Baldacchino BA, LL.D de Consultoria E & S.

Além disso, “O Departamento de Imposto sobre Valor Agregado de Malta (VAT) segue o acórdão do Tribunal de Justiça Europeu em Hedqvist (C-264/14). Portanto, as transações para trocar moedas fiduciárias por unidades de criptomoeda e vice-versa também estão isentas de IVA ”, acrescentou Baldacchino.

No entanto, os clientes / investidores dos EUA de cripto-intercâmbios / fundos criptográficos malteses devem manter em mente suas obrigações tributárias nos EUA, incluindo o FATCA (Foreign Account Tax Compliance) e os requisitos de relatórios fiscais do Foreign Bank e Financial Accounts (FBAR), conforme reiterado pelo AICPA em sua segunda carta ao IRS.

Selva Ozelli Esq., CPA é uma advogada fiscal internacional e CPA que freqüentemente escreve sobre questões fiscais, legais e contábeis para notas fiscais, Bloomberg BNA, outras publicações e a OCDE.

BTC City – O maior centro comercial da Eslovênia para se tornar uma 'cidade genuína de bitcoin'


 BTC City - O maior centro comercial da Eslovênia para se tornar uma 'cidade genuína de Bitcoin' "title =" BTC City - O maior centro comercial da Eslovênia para se tornar uma 'cidade genuína de Bitcoin' "/> </a></div>
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<p><strong> O maior destino de compras da Eslovênia está implementando estratégias para se tornar uma “genuína Bitcoin City”. Coincidentemente chamado de BTC City, o complexo ocupa 475.000 metros quadrados e está repleto de 500 lojas de varejo. Recentemente foi visitado pelo primeiro-ministro do país que conheceu sua estratégia de bitcoin. Durante a sua visita, o secretário de estado comprou-lhe uma chávena de café usando criptomoeda </strong></p>
<p><em><strong> Também leu: <a href= Yahoo! Japão confirma entrada no espaço Crypto

Primeiro Ministro visita BTC City

 BTC City - O maior centro comercial da Eslovênia para se tornar uma 'cidade genuína Bitcoin'
Miro Cerar

O Primeiro Ministro da Eslovênia, Miro Cerar visitou recentemente o BTC City, um amplo complexo comercial e comercial de 475.000 metros quadrados na capital Ljubljana

A startup Elint criou um sistema de ponto de venda que está sendo usado em vários varejistas em Liubliana. BTC City, em um esforço para convertê-lo em uma “Bitcoin City”. Descrevendo o complexo comercial como “um ecossistema de negócios e compras baseado nas mais recentes soluções tecnológicas, incluindo blockchain, AI e criptomoedas”, Eligma elaborou:

de sua visita foi para abrir a conferência internacional Beyond 4.0, dedicada à sociedade digital e blockchain, bem como para se familiarizar com a estratégia do BTC City para se tornar Bitcoin City.

Durante a manhã meetin g, Cerar recebeu "uma xícara de 'café de criptografia' comprada para ele pelo secretário de Estado esloveno Tadej Slapnik através do sistema de transação de criptomoeda Elipay", descreveu a startup.

 BTC City - Maior centro comercial da Eslovênia para se tornar uma cidade genuína Bitcoin '
Primeiro Ministro esloveno Dr. Miro Cerar usando Elipay. Crédito da foto: Eligma

O primeiro uso bem sucedido da carteira Elipay na cidade foi pagar, usando bitcoin, no parque aquático do complexo em abril. Eligma acrescentou que o aplicativo também seria capaz de usar o bitcoin em dinheiro e a própria recompensa de lealdade do Elipay no futuro próximo.

BTC City se tornará uma 'cidade genuína Bitcoin'

Fundada em 1954 como um armazém e empresa de logística, A empresa BTC adicionou muitos armazéns no nordeste de Liubliana ao longo do tempo. Em 1990, o complexo foi reaproveitado como uma área comercial comercial e adotou o nome BTC City. Desde que adicionou grandes empreendimentos comerciais, incluindo um hotel, um complexo esportivo, um cassino, um cinema multiplex, um parque aquático e o prédio mais alto da Eslovênia, o parque de escritórios do palácio de cristal. Com mais de 500 lojas de varejo, o site da BTC City se descreve como “famoso por ser o maior e mais popular centro europeu de negócios, compras, recreação / lazer e cultura” do país.

 BTC City - Maior centro comercial da Eslovênia para se tornar um "Cidade genuína Bitcoin '
Uma imagem panorâmica da cidade BTC do norte.

Com a última iniciativa é converter BTC City em" uma verdadeira Bitcoin City ", a empresa afirma que a nova entidade é:

O primeiro de seu tipo no mundo a fornecer a seus visitantes, consumidores e parceiros de negócios um ecossistema que desenvolverá e integrará tecnologias avançadas baseadas em abordagens de última geração (blockchain, AI, VR [Virtual reality]AR [Augmented reality]. ]ML [Machine Learning] e o mundo das criptomoedas)

A empresa BTC acredita que “a Bitcoin City criará uma sociedade aberta que permitirá aos usuários perseguir suas missões, bem como desenvolver seus ambientes de negócios de acordo com seus desejos, ne eds, e políticas operacionais. ”

 BTC City - Maior Centro Comercial da Eslovênia para se tornar uma 'Cidade Genuína Bitcoin'

De acordo com o plano publicado no site da BTC City, o Elipay da Eligma já está instalado várias lojas dentro da cidade, como o parque aquático Atlantis, o Al Capone, o Babadu, o Bijoux Modi Dodatki, o Big Bang, o Istyle, o Vodno Mesto San Martino, o Sneakers, o Minicity e o Kibuba. Há também alguns caixas eletrônicos de criptomoedas unidirecionais no local, bem como um Blockchain Think Tank e a “maior plataforma de criptografia da Eslovênia.”

 BTC City - O maior centro comercial da Eslovênia para se tornar um 'Bitcoin genuíno City '

A empresa BTC enfatizou:

O desenvolvimento da BTC City em Bitcoin City é um passo importante para a concretização da estratégia orientada para a abertura da BTC, proporcionando aos seus clientes e parceiros de negócios liberdade e escolha em relação à sua empresa. compras com novas formas de pagamento

O que você acha da BTC City se transformar em uma cidade Bitcoin? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo


Imagens cortesia da Shutterstock, Total Slovenia News, Wikipedia, Eligma, e empresa BTC


Precisa calcular suas participações bitcoin? Verifique nossa ferramentas seção.

Centro de Criptografia Japonês Lança Curso de Investimento para Idosos


 Centro de Criptografia Japonês Lança Curso de Investimento para Idosos "title =" Centro de Criptografia Japonês Lança Curso de Investimento para Idosos "/> </a></div>
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<p><strong> No Japão, idosos e adultos de meia-idade estão cada vez mais interessados ​​em investir em criptomoedas. O Centro de Suporte a Criptomoeda do Japão lançou um curso intensivo para idosos para ajudá-los a aprender e investir em criptomoedas. </strong></p>
<p><em><strong> Também leia: <a href= Yahoo! Japão confirma entrada no espaço criptográfico

Curso intensivo de criptografia para terceira idade

 Centro criptográfico japonesa lança curso de investimento para terceira idade O Centro de Suporte Criptomoeda do Japão lançou um curso intensivo de investimento criptográfico para adultos de meia-idade e idosos. Este é o "primeiro curso de investimento em moeda virtual do Japão para idosos", informou a mídia local na semana passada.

O centro de Tóquio "apoia a disseminação da informação correta e conhecimento de moedas virtuais" e de "construir ativos com moeda virtual com confiança ”, Descreve seu site. A organização diz que “nós temos conexões com as bolsas de valores e emissores estrangeiros” e visa promover “o desenvolvimento sólido da indústria de moeda virtual”. O centro descreve:

No passado, o investimento de ações e FX era o mainstream. No entanto, desde 2017 as moedas virtuais se tornaram um tópico nas notícias, e os seniors que começam a investir moedas virtuais estão aumentando… nós realizamos seminários de moeda virtual… e alguns participantes de 80 anos já participaram.

Uma das razões pelas quais Os idosos estão cada vez mais se voltando para moedas criptográficas, a fim de aumentar a sua posse de ativos é "para o futuro alívio da família e netos para eliminar a ansiedade sobre a velhice", explicou o Centro.

Japanese Crypto Center Lança Investimento Curso para Seniores ” width=”300″ height=”241″ /> O curso é dividido em duas partes: “Operação básica e manutenção da moeda virtual” e “Conhecimento de investimento em moeda virtual e medidas contra a tributação”.

O primeiro ensina como abrir uma conta em uma troca de criptografia, como comprar criptomoedas usando iene japonês e como armazenar criptografia em carteiras e armazenamento a frio. Além disso, os alunos aprenderão como enviar e receber remessas de criptografia. Essa parte também abordará a segurança, como a autenticação em duas etapas e a guarda e restauração de chaves privadas.

“Para iniciantes que não sabem como comprar moeda virtual, instruiremos [them] cuidadosamente desde o início, incluindo como usar um computador pessoal ”, elaborou o centro, enfatizando que:

Mesmo que você seja inexperiente, mesmo que não seja bom em computadores pessoais, pode começar a investir em moeda virtual durante o período do curso!

parte ensina a análise fundamental usando Twitter, análise técnica (gráfico) usando Tradingview e Cryptopia. Os alunos também aprenderão alguns "métodos promissores de observação de altcoins", como criar portfólios de investimento diversificados e medidas fiscais ou métodos de economia fiscal para aqueles com ganhos de capital.

O que você acha dos cursos de criptografia para idosos? ? Deixe-nos saber na seção de comentários abaixo:


Imagens cortesia da Shutterstock e do Centro de Suporte de Moedas Virtuais


Precisa calcular suas propriedades de bitcoin? Verifique nossa ferramentas seção.

Apple abrirá centro de dados na China em 2020 para operar iCloud – Notícias


Pequim, 4 fev (EFE).- A Apple abrirá um centro de dados na China em 2020 para operar os serviços de armazenamento iCloud no país asiático de acordo com as novas normativas.

O centro, cuja construção começará neste ano na província de Guizhou (sudoeste), terá um investimento de US$ 1 bilhão, segundo detalhou a agência estatal “Xinhua”.

A criação deste centro se deve ao fato de que, a partir do próximo dia 28 de fevereiro, os serviços do iCloud na China serão operados por um parceiro local, o Guizhou-Cloud Big Data Industry (GCBD).

A Apple explicou em seu site que a partir de então todos os dados que são armazenados neste serviço – incluindo fotos, vídeos, documentos e cópias de segurança – estarão sujeitos aos novos termos e condições do iCloud operados pelo GCBD.

“Isto nos permitirá continuar melhorando a velocidade e confiabilidade do iCloud na China e cumprir com os regulamentos chineses”, acrescentou a empresa americana.

Os novos regulamentos do país, aprovados em 2017, exigem que as empresas armazenem todos os dados dos usuários dentro da China, o que gerou uma grande preocupação sobre a privacidade desta informação, que poderá ser revisada pelas autoridades.

Até que o novo centro de dados comece a operar, a Apple alugará servidores dos três principais operadores de telecomunicações chineses para proporcionar serviços do iCloud aos seus usuários, segundo detalhou a “Xinhua”.

A gigante tecnológica conta com vários centros de pesquisa e desenvolvimento na China, o que demonstra o interesse da empresa americana de fortalecer-se no país asiático.

A pedido das autoridades, no ano passado a Apple deixou de oferecer na sua loja de aplicativos on-line na China os serviços de navegação anônima VPN, muito utilizados neste país para acessar sites bloqueados pela censura, como Google, Facebook, Twitter, Instagram e YouTube, entre outros.

Tampouco estão disponíveis na Apple Store da China o aplicativo Skype e outros similares para comunicação por telefone usando a internet.

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