Dólar cai e volta a R$3,75 com exterior e de olho no BC – Notícias


Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar operava em baixa e já de volta ao patamar de 3,75 reais nesta sexta-feira, acompanhando a cena externa em dia de esperado fluxo mais fraco devido ao jogo da seleção do Brasil pela Copa do Mundo da Rússia pela manhã.

O mercado também estava atento às ações futuras do Banco Central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas.

Às 9:59, o dólar recuava 0,27 por cento, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51 por cento na véspera. O dólar futuro caía cerca de 0,50 por cento.

Na semana passada, o BC informou que injetaria 10 bilhões de dólares nesta semana em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. Até a véspera, colocou 4 bilhões de dólares.

Para este pregão, por enquanto, o BC apenas anunciou oferta de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho.

A ação mais contundente do BC veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local.

Pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas.

No exterior, em dia de correção após fortes movimentos de aversão ao risco diante de temores com a disputa comercial entre Estados Unidos e China, o dólar caía ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso chileno.

Apesar do pregão mais positivo, os mercados continuavam atentos à cena política, a poucos dias do julgamento pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de novo pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção.

Os investidores entendem que, uma vez solto, Lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem.

“Os investidores ficam atentos ao ‘risco Lula’, às vésperas do julgamento de recurso que pede a liberdade do petista pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), na próxima terça-feira (26)”, escreveu a corretora CM Capital Markets.

Lucro líquido da Copersucar cai 42,5% em 2017/18, para R$ 147,66 milhões – Notícias


A Copersucar S.A., companhia mantida por usinas e grupos sucroenergéticos e coligada ou controladora de 14 empresas de comercialização, logística e pesquisa no setor de açúcar e etanol, relatou lucro líquido consolidado de R$ 147,66 milhões em 2017/2018. O valor representa queda de 42,5% sobre o resultado positivo de R$ 256,96 milhões em 2016/2017, de acordo com balanço do resultado da safra encerrada em 31 de março de 2018 publicado hoje (16) no Diário Oficial do Estado de São Paulo.

A receita bruta da companhia variou de R$ 29,826 bilhões para R$ 29,440 bilhões entre os períodos, leve queda de 1,29%. O faturamento líquido com a comercialização de açúcar, etanol e outros serviços da empresa variou de R$ 29,209 bilhões para R$ 29,431 bilhões, leve alta de 0,76%. O custo das vendas saiu de R$ 28,048 bilhões para R$ 27,787 bilhões. Nas linhas de receita do balanço, o destaque é o item “instrumentos financeiros derivativos não realizados”, com a variação de R$ 634,895 milhões em ganhos, em 2016/2017, para um resultado negativo de R$ 53,013 milhões, em 2017/2018.

A Copersucar S.A. informou queda nas receitas financeiras consolidadas em 2017/2018 ante 2016/2017, de R$ 1,017 bilhão para R$ 634,2 milhões. No entanto, as despesas financeiras também recuaram entre os períodos, de R$ 1,301 bilhão para R$ 833,1 milhões.

Entre os destaques no período 2017/2018, a Copersucar S.A. cita a joint venture com a BP Biocombustíveis, operação anunciada em 30 de novembro do ano passado, autorizada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 3 de janeiro e concluída em 23 de março deste ano. A “nova parceria está em linha com as estratégias da companhia, de buscar o crescimento e os ganhos estruturais em logística. A nova joint venture otimizará a logística do etanol, com ganhos de competitividade e flexibilidade no atendimento ao mercado”, informou. Cada empresa tem 50% de participação no terminal, a ser operado de forma independente.

Na próxima segunda-feira (18), a Copersucar vai detalhar os resultados e deve informar dados operacionais as usinas associadas na safra 2017/2018 e da comercialização de açúcar e etanol das empresas controladas no período.

Dólar cai em relação ao euro e sobe frente ao iene – Notícias


Nova York, 15 jun (EFE).- O dólar caiu em relação ao euro e subiu frente ao iene, nesta sexta-feira, em dia marcado pelo aumento das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China.

Ao término do pregão nos mercados financeiros de Nova York, o euro era cotado a US$ 1,1609, valor superior ao da rodada de negociações de ontem no mesmo horário, que foi de US$ 1,1569.

Em relação à moeda japonesa, o dólar subiu de 110,63 para 110,65 ienes. A divisa americana também se valorizou em relação ao dólar canadense, à libra esterlina e ao franco suíço.

Analistas atribuíram o desempenho do dólar ao anúncio dos EUA de impor tarifas do 25% a importações chinesas no valor de US$ 50 bilhões (R$ 179 bilhões), que inclui “tecnologias industrialmente significativas”, o que Pequim garantiu que responderá com medidas semelhantes.

MOEDA CÂMBIO ANTERIOR.

—— ——– ——–.

EURO/DÓLAR 1,1609 1,1569.

DÓLAR/IENE 110,65 110,63.

DÓLAR/LIBRA ESTERLINA 0,7530 0,7541.

DÓLAR/FRANCO SUÍÇO 0,9974 0,9970.

DÓLAR/DÓLAR CANADENSE 1,3192 1,3106.

Dólar contraria cenário externo e cai para R$ 3,73 com intervenção do BC – 15/06/2018 – Mercado


O dólar recuou mais de 2% ante o real nesta sexta-feira e voltou ao patamar de R$ 3,70 em que se manteve durante a maior parte da semana. O movimento foi o oposto ao registrado pela moeda americana no exterior.

A Bolsa brasileira também recuou e soma cinco semanas consecutivas de perdas.

A queda do dólar, que encerrou o dia cotado a R$ 3,73 (-2,15%), é explicada pela continuidade da intervenção do BC (Banco Central) no mercado de câmbio. Na semana, a alta foi de modestos 0,56% apesar da forte oscilação registrada durante os pregões.

Na quinta, após a disparada do dólar para acima dos R$ 3,80, o BC anunciou que poderia oferecer na próxima semana mais US$ 10 bilhões em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. 

O valor corresponde à metade dos US$ 20 bilhões extras colocados nesta semana para conter a volatilidade.

No cenário externo, a guerra comercial entre Estados Unidos e China deixou investidores mais conservadores nesta sexta-feira. Foi o terceiro dia consecutivo de notícias com capacidade de impulsionar o dólar, mas que acabaram neutralizadas no mercado doméstico.

Nas sessões anteriores, a alta de juros nos Estados Unidos e o fim do programa de venda de títulos do Banco Central Europeu, que injetava dinheiro no mercado, também ajudaram a valorizar o dólar ante as principais divisas.

Quando os juros americanos sobem, investidores tendem a sair de mercados mais arriscados em busca de títulos da dívida dos Estados Unidos, elevando a cotação do dólar.

“Podemos dizer que o Banco Central foi bem-sucedido”, comentou o operador da corretora H.Commcor, Cleber Alessie Machado sobre a relativa estabilidade do câmbio no fim da semana.

Alvaro Bandeira, economista-chefe da Modalmais, disse, em relatório, que a próxima semana “promete ser novamente de estresse, com os agentes testando o Banco Central em sua capacidade de reduzir volatilidade no câmbio”.

O Ibovespa fechou o dia em baixa de 0,92%, a 70.757 pontos. No pior momento, chegou a ficar abaixo dos 70 mil pontos, o que não ocorria desde agosto do ano passado. 

Na semana, o prejuízo foi de 3%. Os principais índices americanos e europeus também tiveram um dia negativo. 

Para analistas, não há sinais de recuperação do mercado doméstico nas próximas semanas. As notícias do campo econômico seguem negativas e tampouco há a expectativa de mudança no cenário eleitoral no curto prazo.

Investidores temem a vitória de um candidato pouco comprometido com o equilíbrio das contas públicas.
A Bolsa foi para o vermelho quando o Banco Central frustrou as expectativas do mercado e decidiu manter a taxa básica de juros da economia em 6,50% ao ano. Investidores esperavam um novo corte, para 6,25%. O quadro se agravou com a paralisação dos caminhoneiros e as consequências dela sobre as previsões econômicas.

Na próxima semana, o Copom (Comitê de Política Monetária) se reúne novamente para deliberar sobre a Selic. 

A expectativa é pela manutenção da taxa no patamar atual. Antes da primeira intervenção no BC no câmbio, investidores chegaram a especular com uma alta nos juros para conter o dólar.

O presidente do BC, Ilan Goldfajn, afirmou, contudo, que não considerava aumentar a taxa para conter o dólar. 

O mercado de juros também segue com bastante volatilidade, reflexo da piora na economia. A sexta-feira, no entanto, foi dia de realização de lucros, e os contratos mais líquidos negociados na B3 registraram queda.

Com Reuters

Dólar cai ante real, de olho no exterior e BC – Notícias


Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar recuava ante o real nesta quinta-feira, de olho na trajetória da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior e após a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de anunciar que vai acabar com seu programa de compras de títulos, mas que isso não significava juros maiores no curto prazo.

A ação do Banco Central brasileiro ajudava no movimento dentro do mercado local.

Às 12:58, o dólar recuava 0,28 por cento, a 3,7034 reais na venda, depois de subir 0,17 por cento na véspera. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,35 por cento.

“O anúncio do BCE de que vai encerrar suas compras de ativos é provavelmente um pouco mais ousado do que os mercados esperavam, mas isso é temperado pela promessa do BCE de manter as taxas de juros por mais de um ano”, escreveu a economista-chefe da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics (CE) para Europa, Jennifer McKeown.

O BCE decidiu nessa manhã encerrar o programa de compra de títulos de 2,55 trilhões de euros no final do ano e informou que os juros permaneceriam inalterados até o verão de 2019 (no hemisfério Norte).

De outubro a dezembro, o BCE planeja comprar 15 bilhões de euros em títulos por mês e fechar o esquema no fim de 2018.

A decisão do banco europeu vem um dia depois de o Federal Reserve, banco central norte-americano, ter anunciado que pretende elevar os juros quatro vezes neste ano, ambas decisões com implicações sobre o fluxo global de recursos e impacto sobre países emergentes, como o Brasil.

No exterior, o dólar passou a subir ante algumas divisas de países emergentes, como o peso mexicano.

A continuidade da atuação discricionária do BC brasileiro, entretanto, segurava o movimento no mercado local. Nesta manhã, anunciou e vendeu integralmente um lote de até 40 mil novos swaps cambais, ou 2 bilhões de dólares. No começo da tarde, fez outro leilão do mesmo tamanho, vendido integralmente.

No fim da semana passada, o BC informou que injetaria 20 bilhões de dólares até esta sexta-feira por meio de swaps cambiais; até agora, foram 17 bilhões de dólares deste total.

O BC vendeu ainda a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem, já somando 4,4 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

Dólar cai em relação ao euro e ao iene – Notícias


Nova York, 13 jun (EFE).- O dólar caiu em relação ao euro e ao iene, entre outras moedas importantes, nesta quarta-feira, em prmeira resposta a alta das taxas de juros, anunciadas pela cedo pelo Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

Ao término do pregão nos mercados financeiros de Nova York, o euro era cotado a US$ 1,1791, valor superior ao da rodada de negociações de ontem no mesmo horário, que foi de US$ 1,1745.

Em relação à moeda japonesa, o dólar caiu de 110,37 para 110,34 ienes. A divisa americana também se desvalorizou em relação ao dólar canadense, à libra esterlina e ao franco suíço.

Especialistas apontaram que, após a divulgação do reajuste das taxas de jutos, agora afixados para um patamar entre 1,75% e 2%, o dólar subiu a um máximo não visto neste mês, mas, depois, moderou o avanço, conforme o mercado assimilava a decisão.

Os investiadores, agora, passam a observar a reunião do Conselho de Governo do Banco Central Europeu (BCE), prevista para esta quinta-feira, que abordará a conclusão gradual do milionário programa de estímulo monetário, através de compra de dívidas, inclusive, com o anúncio de data para o encerramento.

Confira a cotação do dólar em relação a algumas das principais divisas internacionais:.

MOEDA CÂMBIO ANTERIOR.

—— ——– ——–.

EURO/DÓLAR 1,1791 1,1745.

DÓLAR/IENE 110,34 110,37.

DÓLAR/LIBRA ESTERLINA 0,7476 0,7479.

DÓLAR/FRANCO SUÍÇO 0,9856 0,9869.

DÓLAR/DÓLAR CANADENSE 1,2986 1,3015.

Preço Bitcoin Assista | BTC / USD cai abaixo de US $ 7.000


 Preço Bitcoin Watch

O preço do Bitcoin caiu abaixo de $ 7.000 após o Coinrail de criptografia da Coréia do Sul ter sido invadido no fim de semana. O ataque cibernético reduziu o BTC / USD em aproximadamente 10%. Atualmente, a moeda digital está sendo negociada em cerca de US $ 6.730, perto de sua baixa de dois meses

BTC / USD cai abaixo de US $ 7.000, na tendência de bearish

Na segunda-feira de manhã, preço Bitcoin continuou a tendência de queda após a última intrusão cibernética , que causou uma perda de cerca de 30% das moedas negociadas na bolsa Coinrail. O preço do Bitcoin caiu mais de 10% como resultado, agora negociando perto de uma baixa de dois meses. Seu preço caiu cerca de 50% este ano, mais de 60% de seu recorde histórico em dezembro.

Segundo analistas, o Bitcoin pode ter dificuldade em se recuperar desse revés. “A tendência de baixa que começou no início de maio ainda está intacta e precisará ser revertida para sinalizar uma melhoria para a BTC ”,

  • disse Robert Sluymer estrategista técnico da Fundstrat Global Advisors.

    Atualmente, BTC / USD está em andamento uma tendência de baixa que testará um grande nível de suporte em US $ 6.650. A falha em manter o suporte pode reduzir ainda mais o preço do Bitcoin para um nível de retração de US $ 6.450. No lado positivo, uma tendência de baixa também está se formando perto de um ponto de resistência de US $ 6.780. Uma correção pode ainda ocorrer no final do dia, mas BTC / USD provavelmente acabaria perto de $ 6.750

     Bitcoin Price Watch

    Fonte: Tradingview

    O gráfico técnico indica que pode haver um curto Reversão a prazo no preço do Bitcoin. O crossover MACD formou um sinal de alta, levando o BTC / USD para o nível de US $ 6.750. O indicador RSI mostra que Bitcoin está em território de sobre-compra

    Olhando para os indicadores técnicos:

    • Por hora MACD – Sinal de alta

    • Por hora RSI – Bitcoin em território de sobre-compra

    • Maior resistência Nível – $ 6,780

    • Nível de suporte principal – $ 6.650

    Imagem em destaque: Depositphotos / © stevanovicigor

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