Brasil seguirá dependente de caminhões por pelo menos 20 anos, diz FDC – Notícias


A matriz brasileira de transporte não deverá passar por significativa alteração nos próximos 20 anos mesmo que o governo federal consiga implementar todos os projetos já em andamento – como duplicações de rodovias e subconcessão de ferrovias como a Norte-Sul – e mantenha o estoque atual em infraestrutura. A constatação é da Fundação Dom Cabral (FDC), que lança nesta quinta-feira, 21, a Plataforma de Infraestrutura em Logística de Transportes (PILT), construída com base em dados públicos, de órgãos governamentais e de empresas parceiras, como Arteris, Grupo CCR e EcoRodovias.

O diagnóstico da FDC mostra ainda que, com o portfólio atual de projetos federais e se nada mais for proposto, o Brasil continuará dependente das rodovias e com um custo extremamente alto nesse modal até 2035. A instituição estima que o custo total do País com transporte tenha atingido R$ 166 bilhões em 2015 (ano usado como base para os cenários), com 70% desse montante consumido nas rodovias. Em 2035, esse custo subirá para R$ 233,3 bilhões, ao passo que a participação das rodovias nos custos se manterá praticamente igual, em 68%.

Caso os principais projetos federais nos setores de rodovias, portos, hidrovias e ferrovias saiam do papel até 2025 e nada mais seja feito até 2035, o custo logístico dos embarcadores de carga subirá quase R$ 130 bilhões. “E esse custo vai para algum lugar. Ou cai a margem das empresas, ou é repassado ao consumidor final”, afirma Paulo Resende, coordenador do Núcleo de Logística, Infraestrutura e Supply Chain da FDC.

Como a crise recente com a greve dos caminhoneiros expôs, o Brasil precisa investimentos de longo prazo em ferrovias e hidrovias, as mais apropriadas para transportar determinados tipos de cargas por longas distâncias, defende a FDC.

Pelas contas da fundação, se 10% da carga transportada em rodovias (medidas em toneladas por quilômetro útil, TKU) for transferida para as ferrovias, haveria uma economia de custo de 2,4%, equivalente a R$ 4,85 bilhões em 2025 e R$ 5,6 bilhões em 2035. Se as hidrovias assumirem aquele papel, a economia de custo é maior ainda, de 4,5%, correspondendo a R$ 8,92 bilhões em 2025 e R$ 10,3 bilhões em 2035.

Porém, a FDC frisa que, no curto prazo, o planejamento público para o setor não pode deixar de lado as rodovias. “A concentração de fluxos de cargas não permite, de forma nenhuma, que o Brasil tome a decisão brusca de, de repente, partir para a ferrovia e a hidrovia e esquecer das rodovias para transporte de longa distância”, pontua Resende.

O especialista defende que o poder público tenha uma visão “estratégica, e não passional” sobre o modal rodoviário. “Ao planejarmos o curto prazo, não podemos romper o sistema rodoviário. Se rompermos, imediatamente teremos graves problemas, como vimos recentemente”, acrescenta.

Brasil ’empata’ em desigualdade e toma goleada da Rússia em educação – Notícias


Países com diferenças históricas, climáticas e culturais à primeira vista inconciliáveis, Brasil e Rússia há quase 20 anos fazem parte do mesmo grupo de emergentes, os Brics, graças às características que têm em comum na economia.

Assim como Índia, China e África do Sul, os demais países que compõem a sigla, ambos viveram um ciclo de prosperidade até 2010, impulsionado também pelo aumento nos preços internacionais de commodities – o petróleo no caso da sede da

Quase dez anos depois, contudo, o cenário é outro: os dois países tentam se recuperar depois de dois anos de recessão e, tanto lá quanto aqui, a retomada é lenta.

A “ressaca” após período de boom econômico, avaliam especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, também é reflexo das similaridades entre as duas economias. Ambas dependem da exportação de produtos básicos, cujos preços recuaram, perdem com a baixa produtividade do trabalho e com a falta de inovação na indústria.

Ao contrário do Brasil, entretanto, a dívida pública russa praticamente não subiu durante a crise – avançou de 15,9% do PIB para 17,4% entre 2015 e 2017, contra um salto de 72,5% do PIB para 83,9% aqui – e a taxa de desemprego não foi além dos 5%, em parte por pressão do governo Putin para que as empresas não demitissem.

Mas isso não quer dizer que a população não tenha sentido os efeitos da recessão. Os salários encolheram durante esse período, e os russos ainda não recuperaram seu poder de compra.

Em ambos os países, a renda é altamente concentrada. A Rússia tem 101 bilionários – mais que o dobro do Brasil -, e 20 milhões estão abaixo da linha de pobreza, levando em conta as estimativas do governo, consideradas conservadoras.

Apesar da desigualdade elevada, contudo, o país tem desempenho compatível com o de países europeus nos rankings internacionais de avaliações de alunos, como o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) – uma diferença marcante, já que o Brasil ocupa as últimas posições da lista e tem o pior resultado quando se leva em consideração os testes de matemática.

O analfabetismo foi erradicado ainda antes da Segunda Guerra e praticamente não existem crianças fora da escola, conta a professora Elena Vássina, natural de Moscou, que dá aulas de literatura e cultura russa na Universidade de São Paulo (USP).

“Com três ou quatro anos as crianças já começam a decorar poemas de (Alexander) Pushkin na escola”, diz ela, que embarca neste sábado para o país da Copa para assistir aos jogos em casa.

Recessão com inflação alta

O colapso nos preços do petróleo é apontado como principal responsável pela crise econômica que fez o PIB da Rússia encolher 2,5% em 2015 e 0,2% em 2016 – tombo menor que o do Brasil, de 3,5% em cada um dos dois anos.

Cotado a mais de US$ 100 até o início de 2014, o barril chegou a valer menos de US$ 30 em 2016. A commodity é o principal produto de exportação dos russos, representando cerca de 50% de tudo o que país vende ao exterior, entre petróleo cru, refinado e gás.

Além da queda nos preços, as sanções econômicas impostas à Rússia pelos Estados Unidos e União Europeia em 2014, logo após a anexação da Crimeia – região que estava sob o controle da Ucrânia – também tiveram papel importante na crise, acrescenta Nafez Zouk, da consultoria Oxford Economics.

Com menos exportações, o volume de dólares no país diminuiu. Para evitar que a Rússia “vendesse todas as suas reservas” na tentativa de segurar a cotação da moeda americana, o Banco Central passou a adotar o regime de câmbio flutuante, explica o economista, e deixou o rublo desvalorizar.

A moeda chegou a perder 50% do valor nesse período e provocou um salto na inflação, que chegou a ficar ainda mais alta que no Brasil. Em 2015, atingiu 12,9%, contra 10,67% por aqui.

Desemprego baixo e ‘contratação três por um’

A trajetória do desemprego mostrada pelos dados oficiais, entretanto, praticamente não se alterou. Enquanto no Brasil a taxa atingiu 12,8%, na Rússia ela não passou de 5,6%.

Isso se explica, em parte, pelo chamado “desemprego oculto”, que cresceu nesse período, diz o economista russo Victor Krasilshchikov.

Incentivadas pelo governo, as empresas reduziram as remunerações e mantiveram o volume de contratações de novos empregados.

“Elas contratam três pessoas com o salário de uma”, diz o especialista, que é chefe do grupo de pesquisa do Centro de Estudos do Desenvolvimento do Instituto Nacional de Pesquisa de Economia e Relações Internacionais (Imemo).

“Existe uma pressão política para não demitir”, concorda William Jackson, da Capital Economics, acrescentando que, além do corte nos salários, as empresas também reduzem as horas de trabalho e dão férias coletivas para evitar cortes de pessoal.

Com o aumento da inflação e a redução dos salários, contudo, a renda do trabalho vem encolhendo de forma contínua desde a crise, diminuindo o poder de compra dos russos.

“O consumo foi o que mais sentiu (os efeitos da recessão). O fardo da crise recaiu majoritariamente sobre os trabalhadores”, avalia Zouk, da Oxford Economics.

Apesar da recuperação dos preços do petróleo, que favorece a retomada da economia do país, o economista pondera a Rússia enfrenta entraves similares aos do Brasil – problemas estruturais que diminuem seu potencial de crescimento, como a baixa produtividade do trabalho, a falta de inovação e a economia relativamente fechada e pouco competitiva.

Um dos países com maior concentração de riqueza

Com 101 bilionários – contra 43 no Brasil -, a Rússia está entre os países que mais concentra riqueza no mundo, conforme o Global Wealth Report do banco Credit Suisse.

Os 10% mais ricos detêm 77,4% de toda a riqueza do país, contra 72,3% no Brasil. O economista Tony Schorrocks, um dos autores do levantamento, que há dez anos trabalha na base de dados, explica que a estimativa leva em consideração todo o patrimônio pessoal, de propriedade a ativos financeiros, descontadas as dívidas.

É diferente, por exemplo, do indicador da desigualdade de renda usado pelo Banco Mundial. Tomando essa medida, os 10% mais ricos na Rússia acumulam quase 30% dos rendimentos, enquanto no Brasil o percentual sobe para pouco mais de 40%.

“Essa é uma medida (a concentração de riqueza) importante quando se analisa, por exemplo, a mobilidade social entre as gerações e a persistência da desigualdade. Os filhos não herdam a renda do trabalho dos pais, mas o patrimônio”, ele pondera.

“Além disso, os ricos não gastam seu dinheiro só em produtos de luxo. Eles, em muitos casos, têm influência sobre a mídia e fazem grandes doações a partidos políticos”, acrescenta.

No caso da Rússia, diz o economista, a concentração seria em parte reflexo da transição do regime comunista da União Soviética, em que praticamente não havia propriedade privada, para o capitalismo.

Nas últimas décadas, um grupo pequeno de pessoas influentes explora os principais recursos do país – não por acaso, os bilionários russos no topo da lista atuam no setor de óleo e gás e na indústria do aço.

Na base da pirâmide, as estatísticas oficiais apontam que pouco mais de 13% da população do país, 20 milhões, está abaixo da linha de pobreza, estabelecida em pouco mais de 10 mil rublos (cerca de US$ 155) pelo governo.

Krasilshchikov, economista do Imemo, pondera que, se levada em conta a métrica usada pelas Nações Unidas para definir pobreza – se a família gasta mais da metade da renda para comprar alimento -, 30% dos russos seriam considerados pobres.

A pobreza é maior nas pequenas cidades rurais – onde vive um quarto da população, contra 14% no Brasil -, diz o economista, do que nos grandes centros, como Moscou e São Petersburgo.

Dostoiévski no ‘ensino médio’

Apesar da desigualdade elevada, o acesso à educação pública de qualidade na Rússia é quase universal, diz a professora Elena Vássina, que se divide entre São Paulo e Moscou.

Herança do período comunista, o programa de ensino é igual em todo o território e há boas escolas mesmo nas cidades menores. “O ensino era muito ideologizado, mas o comunismo investiu muito em educação. É uma tradição russa que vem desde o século 18”, ela ressalta.

Clássicos como Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski, e Guerra e Paz, de Liev Tolstói, ela conta, são leituras obrigatórias para os jovens de 15 e 16 anos. Nos cursos de literatura nas universidades, a carga horária é três vezes maior do que na USP, por exemplo, onde Vássina leciona.

Não por acaso, o desempenho do país em avaliações como o Pisa é muito superior ao do Brasil. Tanto nos testes de leitura quanto nos de matemática, a Rússia está acima da média da OCDE, que reúne as economias mais desenvolvidas do mundo.

O Brasil segue na lanterna. É o pior em matemática e tem o terceiro pior desempenho em leitura, atrás do Peru e da Indonésia.

A austeridade fiscal de Putin

Das diferenças entre os dois países, a trajetória das contas públicas também chama atenção.

Desde meados dos anos 2000 a dívida bruta do governo está relativamente estável, e assim se manteve também durante a recessão. No Brasil, os reiterados deficits nos resultados do governo – que hoje gasta mais do que arrecada – e a trajetória de crescimento da dívida são considerados um dos maiores riscos de médio prazo para a economia.

“A austeridade fiscal na Rússia talvez venha da memória do que aconteceu nos anos 90”, afirma Jackson, da Capital Economics, referindo-se à crise da dívida russa, quando o país decretou moratória e teve de renegociar a dívida externa.

Putin manteve as torneiras fechadas durante a crise e conseguiu se reeleger neste ano mesmo com a política fiscal contracionista – ou seja, com redução do gasto público -, geralmente impopular.

“No momento atual da política na Rússia, em que Putin governa quase em um sistema autocrático, praticamente não existe oposição e inquietação social. Muitas vezes você tem que engolir e aceitar (as medidas do governo)”, diz Zouk, da Oxford Economics.

Banco Central do Brasil desenvolve plataforma de compartilhamento de dados blockchain para reguladores financeiros


 

O banco central do Brasil criou uma plataforma de registro digital que permitirá o compartilhamento de dados entre os reguladores financeiros, informou a Finextra hoje, 20 de junho.

O ledger, denominado Plataforma de Integração de Informação para Reguladores (Pier), será utilizado pelos órgãos reguladores para trocar informações sobre os processos de autorização geral das instituições financeiras, desde os processos administrativos até a conduta dos funcionários. Informações adicionais não relacionadas a processos de sanção administrativa também podem ser compartilhadas se o interesse mútuo for mostrado.

Pier, desenvolvido pelo departamento de TI do Banco Central do Brasil (Deinf), ligará a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Autoridade Nacional de Previdência Complementar (Previc). A plataforma está atualmente em teste alfa, com planos para entrar em operação no final de 2018.

O vice-chefe da Deinf, Aristides Cavalcante, disse em um comunicado que o ímpeto de desenvolver uma plataforma blockchain veio dos benefícios do compartilhamento horizontal de informações, acrescentando que

“Além disso, como a plataforma blockchain registra todas as solicitações de dados usando assinaturas criptográficas, é possível certificar a qualquer momento a autoria e que nenhuma entidade adulterou os dados e, assim, garantir a autenticidade da informação”.

Em abril, a Cointelegraph publicou um especialista sobre como um esquema de lavagem de dinheiro em criptomoedas presidencial levou o Brasil a implementar mais tecnologia blockchain, especificamente com o uso de documentação de financiamento na blockchain da Ethereum (ETH).



Demanda por voos domésticos no Brasil sobe 3,9% em maio, diz Abear – Notícias


SÃO PAULO (Reuters) – A demanda por voos domésticos no Brasil em maio aumentou 3,9 por cento em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

A oferta de voos domésticos subiu 5,22 por cento na mesma base de comparação.

Segundo a Abear, o resultado do mês passado foi influenciado pela greve de caminhoneiros, que levou ao cancelamento de alguns voos, afetou a demanda como um todo e levou ainda à reprogramação de viagens que já estavam marcadas.

“Estes elementos causaram o descompasso entre o que foi ofertado, que é previamente dimensionado, e o que foi efetivamente utilizado”, disse a associação em comunicado.

(Por Flavia Bohone)

Plataforma do Bitcoin Banco vai permitir que se tenha acesso a dados de usuários do Exchanges do Brasil.


O Grupo Bitcoin Banco foi uma plataforma de consulta de dados de investidores de criptomo exclusivos para a justiça brasileira, o BitScore Coin . ] De acordo com um comunicado de imprensa divulgado na segunda-feira (18), o mesmo ocorreu com o processo de seleção de todos os seus dados processados ​​judicialmente, em um caso judicial, aceito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). ] Desta forma, como as corretoras de criptomoedas NegocieCoin e Zater, pertencentes ao Bitcoin Banco, e que estão interligadas ao BitScore Coin, vão servir de apoio ao judiciário nos casos de crime relacionado a crimes financeiros ou relacionados a eles.

Portanto, uma regra pode ser acessada no site a partir do CPF e dados de nascimento do investigado. See the case, a same may o requis to the the charge of the account

Isso vai diminuir o tempo de espera, o que é um problema para garantir o progresso dos negócios, as regras e o retorno dos departamentos jurídicos das corretoras. A chave nos moldes da CNJ é Baconjud e da Renajud .

Ambos os sistemas se interligam à Justiça Banco Central e as medidas políticas e o Departamento Nacional de Trânsito

De acordo com uma nota, o presidente do grupo, Claudio Oliveira, that, behaviour based on the service of the United States,

Caso seja uma homologada pelo CNJ, apenas como uma instância de acesso e acesso judicial. A consulta de atividades dos suspeitos acontecerá à distância, como o SPC ou o SERASA, por exemplo.

blockchain blockchain já é público, mas não há uma ferramenta para associar as informações para um resultado mais preciso. O próprio sistema foi configurado para examinar e programar

O projeto também contou com uma interface de Programação de Aplicações (API), que é um processo que permite uma troca de informações entre dois ou mais sistemas, disponibilizando, assim, um

Quebra de sigilo

No Brasil, o sigilo bancário é um dever dos serviços de ressegurar os dados de seus clientes. Uma eventual ação judicial, judicial, judicial, judicial, judicial, judicial, judicial, judicial, judicial, judicial, judicial e judicial.

A quebra do sigilo bancário sem autorização do Poder Judiciário ou sem a prévia de uma CPI é crime, que, no Brasil, é passível de pena de quatro anos de prisão para o infrator.

O BitScore Coin , portanto, é uma ferramenta que pode ser colocada à disposição da justiça exclusiva para o mercado de criptomoedas, com a ideia de ser parte de uma possível extensão.

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Mercado Bitcoin Adota Sistema de Validação de Transações com Banco Brasil Plural


(Foto: Pixabay)

A Matera, empresa brasileira de soluções digitais para os segmentos financeiro, varejista e de gestão de riscos, otimizou a integração entre a Mercado Bitcoin, uma das mais antigas corretora de criptomoedas da América Latina, e o banco Brasil Plural.

Conforme a assessoria de imprensa exchange brasileira, a empresa desenvolveu uma API (Application Programming Interface) que permite uma transmissão de informações mais rápida entre o banco e a corretora. Além disso, deu mais segurança e escala às transações.

Antes da implantação, as mais de 4 mil transferências em um mesmo dia realizadas pelos investidores de moedas digitais eram validadas e conferidas manualmente, fazendo com que o processo demorasse mais que o necessário. Após algum tempo de testes, a API foi implementada e teve seu primeiro movimento em março de 2018.

Agora, em cerca de 15 minutos, o autor e o valor da TED são identificados e o crédito é realizado na plataforma de negociação da fintech.

“A relação entre fintechs, especialmente as que transacionam criptomoedas, e o sistema bancário tradicional tem histórico conturbado. Entretanto, a parceria entre Mercado Bitcoin e Brasil Plural, impulsionada pela nossa plataforma, comprova que as oportunidades de negócio para ambos os lados ainda é grande”, disse Carlos Netto, CEO da Matera, no artigo enviado à imprensa.

Movimentos do Banco Plural

Não é a primeira vez que o Banco Brasil Plural faz uma aproximação com o mercado de criptomoedas. No início de maio, a Genial Investimentos, plataforma de investimentos do Grupo Brasil Plural, comprou uma participação de 18% na Finchain, empresa que controla a FlowBTC, outra corretora de criptomoedas nacional.

Na época, a empresa afirmou que escolheu se associar a Finchain porque a empresa também atuava em outras frentes como a plataforma de educação, assessoria de investimentos no segmento e a expertise na estruturação de ofertas iniciais de moedas (ICOs).

 

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Disputa comercial EUA-China “só atrapalha” Brasil, diz ministro da Agricultura – Notícias


BRASÍLIA, 19 Jun (Reuters) – A escalada da tensão comercial entre Estados Unidos e China “só vai atrapalhar o Brasil” e tende a elevar o preço doméstico da soja, com possível impacto negativo para a indústria de proteína animal, disse nesta terça-feira (19) o ministro da Agricultura brasileiro, Blairo Maggi.

As declarações foram dadas por Maggi antes de participar da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, onde um dos assuntos a serem tratados é o recente embargo europeu às carnes de aves do Brasil.

Para Maggi, as decisões do presidente dos EUA, Donald Trump, que têm gerado temores de um conflito comercial entre os norte-americanos e a China, são muito prejudiciais para o agronegócio brasileiro.

Google Brasil diz que Banirá Anúncios de Bitcoin e Criptomoedas até Final do Mês


Maior motor de busca da internet havia anunciado nova política em março (Foto: Pixabay)

O Google vai proibir os anúncios de criptomoedas até o final no mês dentro do mercado brasileiro. A empresa disse ao Portal do Bitcoin, por meio de sua assessoria de imprensa, que está “trabalhando para implementar a política até o final de junho”.

A mudança no sistema de ‘ads’ estava marcada para começar neste mês, contudo, as propagandas das palavras-chave no buscador e nas propagandas irritantes do Youtube prosseguiram. 

Em março, a companhia anunciou que mudaria as regras para impedir publicidade de contratos por diferença (CFD), forex spot, apostas de spread financeiro e conteúdos relacionados a criptomoedas.

 A atualização da política de serviços financeiros do Google prevê a restrição de anúncios de criptomoedas e opções binárias nas aplicações da empresa, como nos sites cadastrados no navegador e no YouTube. 

Dessa forma, publicidade como ofertas iniciais de moeda (ICO) e de trocas de moedas serão retiradas dos sites da companhia. A empresa só permitirá anúncios de empresas certificadas.

Só que para obter a certificação, as atividades relacionadas precisam estar legalizadas nos países de origem ou nos países para os quais são direcionadas as propagandas. Assim, anúncio de bitcoins e outros ativos não serão permitidos em nenhum lugar do mundo.

Algumas alternativas de produtos financeiros que envolvam especulação serão permitidas em alguns países, mas elas também precisam passar pelo processo de certificação do Google. A lista está aqui.

Google seguiu o Facebook

Em janeiro, o Facebook fez o mesmo, com a justificativa de que os anúncios são frequentemente associados com “práticas enganosas ou desonestas”. Outras plataformas como Reedit, Snapchat e Twitter também já adotaram a prática.  

A onda de restrição foi resultado do crescimento de ICOs falsas cujo objetivo era roubar dinheiro de investidores. Segundo um relatório publicado no mês passado pelo Wall Street Journal, 21% de ICOs (direcionadas à língua inglesa) são scam. De 1.450 ofertas analisadas, 271 foram sinalizadas como possíveis fraudes, um total de US$ 1,1 bilhão.

Para se defenderem de internautas desavisados, as companhias de tecnologia que detêm o maior tráfego de dados do mundo optaram pela prevenção. O problema é que, ao impedir na totalidade qualquer tipo de publicidade relacionada a criptomoedas, os gigantes impedem que startups de blockchain bem-intencionadas adentrem no maior espaço de publicidade do mundo.

Facebook e Google juntos controlam mais da metade dos anúncios digitais nos Estados Unidos. A estimativa da eMarketer é que, juntas, obtenham uma receita de mais de US$ 133 milhões em publicidade em 2018.

Possível origem das proibições

Segundo noticiado no site News Sky, Facebook e Google proibiram os anúncios após um estudo britânico que identificou um aumento de 400 mil por cento de vítimas enganadas na Grã-Bretanha nos últimos seis anos através de propaganda fraudulenta nas redes sociais.

No início deste mês, Mark Carney, presidente do Banco da Inglaterra, alertou o mesmo site que as criptomoedas enfrentavam uma repressão regulatória. Ele disse que chegou o momento de “regular elementos do ecossistema criptográfico para combater atividades ilícitas”.

 

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Cripto-Keynesianos lunáticos – Guia do Bitcoin Notícias sobre Bitcoin e Altcoins no Brasil


Por Jimmy Song

Meu artigo sobre contratos inteligentes teve uma reação bastante parecida com o artigo anterior sobre blockchain. Eu recebi muitos elogios e críticas sobre o artigo, muitos vindos da multidão do Ethereum/altcoins que não gostou do que eu disse.

Líder entre os críticos que disputaram a minha atenção foi um tal de Kyle Samani, que mais ou menos soltou os cachorros em minhas discussões na forma de uma tempestade de tweets de 19 mensagens sobre o meu artigo. Eu não o sigo no Twitter e não teria notado, se não ele fosse especificamente me procurar no telegram para eu dar uma olhada.

Agora, normalmente não gasto meu tempo discutindo com pessoas que estão tentando desperdiçar meu tempo, mas, neste caso, vou abrir uma exceção porque ele claramente incorpora o que chamo de “loucura cripto-keynesiana”. Neste artigo, vou argumentar que a visão de mundo econômico de pessoas como Kyle é fundamentalmente o que impulsiona sua própria crítica e não a realidade técnica ou social.

Falácia Cripto-Keynesiana # 1: Números Agregados Contam uma História Precisa

O primeiro argumento a favor de contratos inteligentes é que há muito mais “atividade de desenvolvedor” na Turing-complete Solidity da Ethereum. Esse argumento é tão útil quanto enfocar a demanda agregada e a oferta agregada que os keynesianos tanto amam. A atividade econômica por si só não lhe diz nada. As pessoas poderiam estar trocando o mesmo ovo por um dólar um bilhão de vezes e isso contaria nas estatísticas da atividade econômica como um bilhão de dólares de atividade. Os números agregados simplesmente não significam muito porque têm, na melhor das hipóteses, uma correlação muito fraca com o valor agregado real.

                                                                      O psicólogo Keynesiano

A crença de que a atividade do desenvolvedor realmente significa muito é confundir ação com valor. É verdade que criar valor exige atividade, mas nem toda atividade agrega valor. De fato, muita atividade reduz o valor. Na verdade, descobrir qual atividade é realmente valiosa e a que nada adiciona ou tem um efeito negativo não é fácil e requer muita pesquisa e diligência técnica. É por isso que os keynesianos se concentram em números facilmente mensuráveis, não na realidade real. Observar números facilmente medidos é muito mais fácil do que fazer o trabalho duro de avaliar situações complicadas. Cripto-keynesianos fazem a mesma coisa.

Se você observar o desenvolvimento de protocolos, o Bitcoin tem muito mais desenvolvedores. A maior parte da “atividade do desenvolvedor” na Ethereum está no desenvolvimento de

Em outras palavras, a atividade do desenvolvedor é um proxy muito ruim para utilidade ou agregação de valor e, em última análise, atividade não significa sucesso. O Google Glass, por exemplo, tinha muita atividade de desenvolvedor, mas isso não significava que fosse realmente útil, viável ou bem-sucedido.

Falácia Cripto-Keynesiana # 2: Sistemas Projetados Centralmente Funcionam Melhor que Sistemas Orgânicos de Cabeça pra Baixo Testados na Realidade

Os keynesianos são famosos por sua fé no planejamento central, especialmente como forma de aumentar a demanda. Indústrias inteiras, como saúde, educação e moradia, sentiram a mão pesada da intervenção do governo e desejam fazer “o que é melhor para nós”, apesar de nossos protestos. Cripto-keynesianos são da mesma maneira. Sua fé em planejamento central de produtos perfeitos desde o início é espantosa e em grande parte impulsionada pelo ópio.

Além disso, muitos desses sistemas projetados centralmente são muito menos eficientes e exigem muito mais sobrecarga. Provavelmente, o jogo justo pode ser feito sem a grande sobrecarga de uma blockchain cara. Você pode provar que algo existiu em um determinado ponto no tempo sem o custo de milhões de transações que são replicadas milhares de vezes. A arrogância do planejamento central é que eles não apenas pensam que tudo funcionará, mas que é a melhor solução desde o início.

Mas isso está pressupondo que algo funciona. A maioria dos projetos no espaço criptográfico adicionou valor zero. De fato, muitos enganaram e roubaram para subtrair valor. O fato de tantos projetos não terem entregado valor deve ser humilhante. Em vez disso, para um cripto-keynesiano, isso é apenas uma evidência de que o grande caso de uso está chegando e que avanços novos e interessantes estão a apenas alguns meses de distância. Eles acreditam que levantar dinheiro/contratar pessoas é uma evidência de que o valor real está prestes a ser entregue em breve.

A realidade de baixo para cima é que a maioria das pessoas simplesmente não se importa em usar esses sistemas, a menos que seja fortemente incentivada a fazê-lo. Normalmente, isso significa que os usuários são, na verdade, investidores, o que é uma boa maneira de dizer que os usuários estão realmente em um esquema de marketing multinível em busca de novos investidores que usarão os sistemas da mesma maneira.

Os sistemas são realmente difíceis de projetar e raramente estão prontos já na primeira vez. Como qualquer veterano de startups dirá, é realmente difícil encontrar uma adequação ao mercado de produtos e muitos não apenas experimentam modelos diferentes, mas muitas vezes se direcionam a setores totalmente diferentes por esse motivo. Startups de sucesso tentam muitas coisas para ver quais coisas funcionam e entregam o prometido. As melhores startups encontram soluções para problemas existentes. Por outro lado, a maioria dessas startups de criptoaticos está tentando encontrar problemas para a porcaria que deseja construir.

O que é realmente assustador sobre os sistemas blockchain é que você não pode realmente iterar ou mudar muito as coisas sem descartar qualquer pretensão de descentralização. Assim, os cripto-keynesianos têm que acreditar que os investimentos que fizerem serão corretos e bem-sucedidos na primeira tentativa. Isso simplesmente não é a realidade de sistemas ou mercados complexos. Na melhor das hipóteses, as iterações nesses projetos são muito lentas, extremamente caras e muito difíceis de mudar.

Falácia Cripto-Keynesiana # 3: Todos Farão as Coisas Exatamente como se Espera

A parte mais hilária da tempestade de tweets de Kyle foi dizer como o servidor da NBA.com seria a fonte da verdade e, portanto, a Oracles poderia ser confiável e os contratos inteligentes poderiam ser úteis para coisas não digitais.

Lembre-se, o Oracle é a última palavra no contrato inteligente. Não há mais apelação em um ambiente descentralizado. Você não pode apelar para outro juiz se algo der errado. Você simplesmente tem que aceitar o que a Oracle diz.

Aparentemente, essa enorme superfície de ataque que um Oracle adiciona não é sequer considerada. Quem controla o feed de dados do nba.com? Isso pode ser cortado? Alguém em uma situação de jogo seria incentivado a afetar esse feed? Digamos que você tenha 100–1 chances nos Cavaliers quando eles perderam de 3 a 0 para os Warriors e apostaram $ 1M no Cavs. Você teria incentivo para hackear os servidores para que você pudesse ser pago em um ativo ao portador? Você seria incentivado a subornar o cara de TI da nba.com? Você sequestraria a família da pessoa? Afinal, você só precisa alterar o voto da Oracle. Dado que as ambições desses projetos são assumir todo o mercado de apostas esportivas (US $ 3 bilhões por ano), isso não é apenas teórico.

Uma rede adversária exige muita reflexão sobre os incentivos reais. Além disso, quanto mais complicado o sistema, mais você tem que testar quais buracos na estrutura de incentivos podem existir. A maioria desses projetos é ridiculamente complicada. O Bitcoin, por comparação, é muito mais simples e menos vulnerável em termos de estrutura de incentivos. Pensar que você projetou uma estrutura de incentivos correta na primeira tentativa é uma loucura absoluta e reflete a falta de experiência no mundo real.

A resposta usual de um cripto-keynesiano, quando confrontado com tais questões, é referir-se a alguns incentivos adicionais no sistema, como oráculos adicionais, oráculos vinculados ou algo do tipo. Geralmente, é uma ideia incompleta em que qualquer pessoa pode descobrir os buracos em cinco minutos, mas essa é a resposta normal. Provavelmente há uma solução para todos os possíveis vetores de ataque, mas na maioria das vezes, cada “solução” cria uma superfície de ataque ainda maior. Por fim, as soluções tornam-se tão complicadas e tão difíceis de analisar que as falhas só podem ser reveladas pelo bofetão frio e duro da realidade.

Conclusão

A verdadeira fraqueza do keynesianismo é a crença de que você pode conseguir algo por nada. É a falácia da janela quebrada em uma forma de macro.

O cripto-keynesianismo comete essencialmente o mesmo erro. A atividade do desenvolvedor por si só significa muito pouco. Os sistemas centralizados geralmente não funcionam muito bem no chão. Incentivos são realmente difíceis de acertar. É por isso que temos tantas ICOs. Eles estão “fazendo algo”, mas não adicionando valor. Você pode estar arrecadando dinheiro, pode estar contratando pessoas, pode estar doando para algumas causas, mas não está agregando valor até que o mercado compre seu produto ou serviço. E não, você não pode se gabar de como você é “bem-sucedido” até que tenha realmente agregado valor e não antes disso.

A verdadeira inovação é e sempre foi o Bitcoin. O Bitcoin é um bom dinheiro e um bom dinheiro é o que permite preservar valor a longo prazo. Isso, por sua vez, permite que as pessoas economizem para grandes projetos de capital que, por sua vez, aumentam a civilização. Os cripto-austríacos acreditam que esta é a base para a construção no futuro, não nestes projetos que não geram valor.

Cripto-keynesianos acreditam que o sucesso é simplesmente ter dinheiro. Eles são duas coisas separadas. Você pode ganhar dinheiro adicionando à civilização ou você pode ganhar dinheiro por rent-seeking. O primeiro deve ser aplaudido. Este último deve ser desprezado.

O boom das ICOs deixa claro que os cripto-keynesianos não podem dizer a diferença. Isso leva aos produtos de construção que adicionam “atividade”, mas falham em fornecer qualquer tipo de valor, na verdade cavando e enchendo valas e fingindo que significa alguma coisa. Isso é loucura cripto-keynesiana.

(Tradução oferecida pela equipe da https://newc.com.br/)

Fonte: https://medium.com/@NewCashDigital/cripto-keynesianos-lun%C3%A1ticos-4045798d16c4

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AES foca renováveis e pioneirismo em baterias no Brasil após venda da Eletropaulo – Notícias


Por Luciano Costa

SÃO PAULO (Reuters) – A elétrica norte-americana AES vai focar as operações no Brasil em energia renovável e buscará ainda desenvolver seu negócio de baterias no mercado local, após fechar no início deste mês a venda de toda sua fatia na distribuidora de energia Eletropaulo à italiana Enel.

A AES informou na semana passada que vendeu toda sua fatia de 16,84 por cento na Eletropaulo à Enel, por cerca de 1,27 bilhão de reais, um valor considerado “justo” pelo presidente da companhia no Brasil, Julian Nebreda.

“O negócio foi fechado de acordo com nossas expectativas. Consideramos o valor justo”, disse o executivo à Reuters, em respostas por e-mail, adicionando que a companhia irá agora focar a atuação no país em geração limpa.

“O Brasil segue sendo extremamente relevante para a AES Corp, que tem como missão global o investimento em renováveis. Por suas dimensões continentais, (o país) oferece uma ampla gama de oportunidades em geração de energia renovável”, destacou.

A AES Tietê, braço de geração de energia limpa da empresa, tem buscado ampliar sua capacidade por meio de aquisições, que envolveram mais recentemente a compra de dois projetos solares a serem implementados e um parque eólico já em operação, o complexo Alto Sertão II.

A empresa também viabilizou um projeto solar em um leilão promovido no final do ano passado pelo governo federal. O empreendimento precisa iniciar operação até 2021.

Os projetos solares da AES Tietê, que somam 300 megawatts em capacidade, deverão entrar em operação entre julho deste ano e 2019, com investimentos totais estimados em 1,3 bilhão de reais.

“Juntos, os três complexos solares farão da AES Tietê uma das maiores geradoras de energia fotovoltaica do país”, afirmou Nebreda.

A AES Tietê tem uma meta de chegar a 2020 com 50 por cento da geração de caixa proveniente de empreendimentos renováveis não-hidrelétricos com contratos de longo prazo.

“Para atingir esse objetivo, temos um plano de investimentos para o Brasil… temos como objetivo investir em projetos que possam gerar valor excepcional, com sinergia na operação, como Alto Sertão II, muito importante para o portfólio da AES Brasil”, disse Nebreda.

BATERIAS

Outro foco da atuação da AES no Brasil será no desenvolvimento de seu negócio de armazenamento de energia por meio de baterias.

“Esta tecnologia, umas das mais inovadoras e versáteis disponíveis no mercado, vai consolidar-se como uma proposta de valor no setor de distribuição. E queremos ser pioneiros nisso”, disse Nebreda.

Ele apontou que a tecnologia pode apoiar a integração de fontes renováveis ao sistema elétrico, compensando a intermitência da geração eólica e solar, ou ser utilizada para aliviar redes de transmissão ou distribuição.

Outras possibilidades de uso das baterias são em regiões isoladas do sistema elétrico, como no Norte do país, ou em projetos direcionados ao consumidor final, em associação com soluções de geração distribuída, como sistemas de painéis solares em telhados.

“Nossa missão é oferecer soluções inovadoras a nossos clientes, e armazenamento de energia é uma delas”, disse Nebreda, adicionando que a companhia pretende anunciar novidades no segmento “muito em breve”.

(Por Luciano Costa)