Disputa comercial entre EUA e China derruba Bolsas globais – 19/06/2018 – Mercado


O mau humor generalizado nos mercados globais nesta terça-feira (19) mostra que os investidores veem como sério o risco de uma guerra comercial entre Estados Unidos e China, com potencial reflexo sobre a economia mundial.

Na noite de segunda (18), o presidente americano, Donald Trump, ameaçou impor tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses. Foi uma resposta à decisão da China de elevar tarifas sobre US$ 50 bilhões em mercadorias americanas.

A escalada no tom das ameaças penalizou os principais mercados globais nesta terça. 
Os índices americanos fecharam em baixa: o Dow Jones caiu 1,15%; o S&P 500 se desvalorizou 0,4%; e o índice da Nasdaq perdeu 0,28%. 

Na Ásia e na Europa, os indicadores também fecharam no vermelho. No Brasil, o índice Ibovespa, depois de cair por quatro sessões seguidas, se recuperou e subiu 2,26%.

A reação nas Bolsas espelha a avaliação de que uma guerra comercial não impactaria somente os dois países, mas teria efeito sobre a economia global, diz Gregory Daco, responsável pela área de macroeconomia americana na Oxford Economics.

“Quando temos tensões entre as duas maiores economias mundiais, vai haver impacto nas demais economias do mundo”, diz. “Há a preocupação de que seja um sinal de que as tensões comerciais vão aumentar globalmente.”

Os dois lados envolvidos parecem pouco dispostos a ceder. Nesta terça, Peter Navarro, assessor de indústria e comércio da Casa Branca, afirmou que as conversas com a China não avançaram.
Segundo ele, o objetivo é proteger “as joias da coroa” da tecnologia americana.

Para Daco, o risco de uma guerra comercial é real. “Se as tarifas forem implementadas, terão impacto negativo tanto na economia chinesa quanto na americana”, diz.

Para ele, a China sairia mais prejudicada caso os EUA decidam concretizar a ameaça. “Uma tarifa sendo aplicada sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses provavelmente vai ter um efeito negativo maior sobre a economia chinesa.”

Em relatório, os analistas do banco JPMorgan também apontam o risco de uma guerra muito mais elevado. “Particularmente, o risco de falha de julgamento dos dois lados parece alto.”

Para eles, a China também sairia perdendo. Além do impacto no mercado de trabalho, investimento e consumo, a imposição de uma tarifa de 25% sobre as exportações chinesas aos EUA causaria uma desaceleração de 0,5 ponto percentual no crescimento do PIB chinês.

No relatório, os analistas não descartam que a escalada seja uma estratégia de barganha. “Em teoria, se EUA e China alcançarem um acordo antes de 6 de julho, as tarifas poderiam ser canceladas no último minuto.”

Eles lembram que, nos anos 1990, o governo americano recorreu a várias ações do tipo em disputas com a China.

Claudio Irigoyen, responsável pela equipe de estratégia de renda fixa e economia para a América Latina do Bank of America Merrill Lynch, aponta impacto menor para os EUA.

“Os Estados Unidos podem ser menos machucados em termos de crescimento que a Europa e a China, mas vai colocar em xeque a dinâmica da recuperação americana”, afirma. Ele prevê impacto de 0,5 a 1 ponto percentual potencial no PIB americano.

Já Susan Ariel Aaronson, especialista em comércio internacional do Centre for International Governance Innovation, diz acreditar que as declarações bilaterais não vão passar da fase de ameaças.
“Trump deliberadamente tenta machucar a economia americana. Não é uma coisa que uma pessoa normal faria.”

O conflito entre os dois países tem três pilares principais.

O primeiro é um desequilíbrio na balança comercial bilateral, com os EUA acusando a China de adotar “práticas predatórias”.

Também é ancorado em reclamações dos EUA sobre concorrência e política industrial e tecnológica da China.

O terceiro ponto é que as medidas são uma forma de o governo Trump tentar bloquear o crescimento chinês.
 

Bolsas Acadêmicas de Subsídios Paxful para Refugiados Afegãos do Sexo Feminino #BuiltWithBitcoin


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<p><strong> Paxful, o mercado de bitcoin peer-to-peer (P2P), anunciou novos desenvolvimentos em sua iniciativa beneficente #BuiltWithBitcoin. A empresa concedeu bolsas de estudo a refugiadas afegãs do sexo feminino nos Estados Unidos e forneceu recursos adicionais para a creche de Ruanda que ajudou a construir. </strong></p>
<p><strong><em> Também ler: <a href= Empresa pede permissão de autoridades israelenses para pagar salários em Bitcoin

Mulheres afegãs

 Concessões Paxful Bolsas Academic aos Refugiados Afegãos fêmeas #BuiltWithBitcoin Os receptores, que foram escolhidos baseados em seus ensaios pessoais, são Susan Naseri, que está interessado no trabalho e na lei sem fins lucrativos; Dunia Azizi, que cursará matemática; e Farzana Nawabi, que está trabalhando para um diploma de bacharel em enfermagem. Eles receberam US $ 5.000 cada, US $ 2.500 por semestre. Esta bolsa de estudos continuará como um programa anual de Zam Zam, a organização sem fins lucrativos que está encarregada da implementação.

“Como beneficiária da bolsa de estudo Zam Zam Water, gostaria de expressar gratidão e apreço intermináveis ​​a Paxful. e todos os envolvidos no processo de doação ”, disse Susan Naseri. “Receber esta bolsa não é apenas uma imensa honra e privilégio; Também facilita significativamente meu estresse financeiro. Estou muito humilde e agradecido por esta bolsa de estudos; obrigado eternamente por me ajudar a expandir minha educação e realizar meus sonhos. ”

Investir na África

 Concessões Paxful Bolsas Acadêmicas para Refugiados Afegãos Femininos #BuiltWithBitcoin Paxful, que reportou no início deste ano que seu volume mensal de bitcoin na África gira em torno de US $ 40 milhões, lançou o programa #BuiltWithBitcoin em 2017 ao doar US $ 50.000 em bitcoin para a construção de uma creche em Ruanda . A empresa anunciou mais recentemente que está aumentando seu investimento na escola, atualizando as instalações, fornecendo aos professores materiais educacionais e salários, e dando aos alunos lançamentos gratuitos, uniformes e novas carteiras. A iniciativa também recebeu recentemente o provedor de criptografia Anthem Gold, que doou bitcoins suficientes para construir um tanque de água de 35.000 litros em Ruanda, e financiou a construção de um sistema de filtragem de água. o cultivo de mais de oitenta hortas comunitárias sustentáveis ​​e trinta cabras para duas aldeias. "Sou grato por participar de um projeto que constrói projetos sustentáveis ​​e essenciais para as comunidades carentes", disse Anthem Hayek Blanchard, diretor executivo da Anthem Gold. “Esperamos usar o conhecimento da Zam Zam para fornecer às pessoas os blocos necessários para promover e crescer.”

Ray Youssef, o CEO da Paxful, foi recentemente entrevistado no podcast Humans of Bitcoin sobre porque a África precisa do bitcoin. ]

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Imagens cortesia do Shutterstock


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Bolsas europeias abrem em alta após encontro de Trump e Kim – Notícias


Londres, 12 Jun 2018 (AFP) – As principais Bolsas da Europa iniciaram a terça-feira em alta, pouco depois da reunião histórica em Singapura entre o presidente americano Donald Trump e o líder norte-coreano Kim Jong Un.

Nos primeiros minutos, o índice FTSE-100 de Londres ganhava 0,26%, o CAC-40 de Paris avançava 0,38% e o Dax de Frankfurt operava em alta de 0,63%.

bur-pa/zm/fp

Trump e Kim deixam bolsas da Ásia perto da estabilidade e apoiam won sul-coreano – Notícias


Os mercados acionários asiáticos viram poucas alterações nesta terça-feira à medida que os investidores acompanham o encontro histórico entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, em Cingapura. Enquanto as bolsas apresentaram leves oscilações, o won sul-coreano foi o maior vencedor da noite e apresenta fortes ganhos em relação ao dólar, enquanto o iene e o franco suíço deram prosseguimento às perdas vistas no dia anterior. A menor cautela também gerou alta dos juros dos JGBs e queda do ouro.

Trump e Kim apertaram as mãos no início da cúpula, pouco depois das 22h (de Brasília) de segunda-feira, em um momento que representou uma reviravolta nas relações entre Washington e Pyongyang. O presidente americano disse a repórteres que esperava ter uma “grande conversa” com o norte-coreano, acrescentando que “é uma honra” receber o líder do país asiático para um encontro. “Teremos um ótimo relacionamento, não tenho dúvidas”, afirmou o americano.

Os movimentos das bolsas asiáticas foram pontuais. Para o economista Oliver Jones, da Capital Economics, “nem um avanço nas negociações nem outra briga verbal entre os dois líderes faria muita diferença nos mercados de ações no médio prazo”. À 0h57 (de Brasília), o índice Kospi, da Bolsa de Seul, caía 0,11%, aos 2.467,52 pontos, e o australiano S&P/ASX 200 subia 0,17%, aos 6.055,40 pontos.

Ativos considerados mais seguros, como o iene, o franco suíço, o ouro e os títulos da dívida pública japonesa foram deixados de lado pelos investidores. No horário acima, o dólar subia para 110,30 ienes e avançava para 0,9872 franco suíço. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para entrega em agosto caía 0,12%, a US$ 1.301,60 por onça-troy. Já o yield do JGB de 10 anos subia de 0,044% para 0,051%, na máxima do dia.

De acordo com o chefe de ações japonesas do UBS Wealth Management, Toru Iabayashi, a queda do iene mostra as esperanças do mercado em relação à cúpula. Os investidores estão esperando uma moeda mais fraca em solo japonês para poder comprar ações, especialmente com a onda vendedora do último trimestre, que tornou papéis de companhias do Japão mais acessíveis. “Eles têm muitos motivos para recomprar e hoje é um bom dia para isso”, disse. Em Tóquio, o índice Nikkei se favoreceu do iene mais fraco e avançava 0,32%, aos 22.876,50 pontos.

Já o won sul-coreano foi o maior favorecido da sessão. Para estrategistas do Goldman Sachs, caso haja um acordo entre os líderes para a desnuclearização da Península Coreana, “isso poderia implicar no início de uma normalização nas relações entre as Coreias”, o que apoiaria os ativos sul-coreanos. No horário acima, o dólar recuava de 1.087,11 wons no fim da tarde de segunda-feira para 1.073,40 wons. (Com Dow Jones Newswires)

Bolsas europeias abrem em queda – Notícias


Londres, 8 Jun 2018 (AFP) – As principais bolsas europeias abriram com perdas nesta sexta-feira (8), em um mercado prudente antes da cúpula do G7 no Canadá, devido às múltiplas divergências entre Estados Unidos e seus aliados.

O DAX de Frankfurt caía 1,11%, o CAC-40 de Paris, 0,52%, e o índice FTSE-100 de Londres, 0,54%. Em Madri, o Ibex-35 perdia 0,82%.

bur-erl/ra/tt