Grupo do Banco Espanhol vai desenvolver plataforma Blockchain para identificar clientes


O grande consórcio bancário espanhol Niuron anunciou que está a desenvolver uma plataforma blockchain para a verificação de identificação digital do cliente, informou a EuropaPress na segunda-feira, 18 de junho.

O grupo de bancos supostamente planeja criar a plataforma até o final de 2018, com o objetivo de desenvolver um sistema baseado em tecnologia blockchain para identificar e registrar clientes quando eles abrirem uma conta pela primeira vez.

A Niuron acredita que a nova plataforma blockchain melhorará a velocidade das operações, reduzirá fraudes e evitará lavagem de dinheiro. A plataforma beneficiará os clientes, pois diminuirá o tempo necessário para o processo de registro e fornecerá aos clientes mais controle sobre seus dados pessoais.

Quando a plataforma estiver concluída, os dados dos clientes serão compartilhados entre diferentes bancos e instituições financeiras. Ao mesmo tempo que simplifica ostensivamente a identificação digital, também cumprirá as recentes regras gerais de proteção de dados da UE (GDPR) e os padrões modernos de segurança.

O consórcio Niuron inclui o Abanca, o Bankia, o Caixabank, o Caixa Ontinyent, o Ibercaja, o Kutxabank, o Liberbank, o Unicaja Banco e o Cecabank. De acordo com um relatório da Economipedia baseado em ativos e capitalização, o Caixabank foi o terceiro maior banco da Espanha em 2017. Ibercaja, Kutxabank e Abanca também foram incluídos no top 10 do país.

O marco legal do GDPR foi adotado pela UE em 25 de maio deste ano e prevê-se a criação de 75.000 empregos de privacidade. Estima-se que as empresas da Fortune Global 500 gastem US $ 8 bilhões para garantir a conformidade com as novas regulamentações. A nova estrutura para privacidade e proteção de dados visa criar um regulamento de dados uniforme na Europa e aumentar o controle dos indivíduos sobre o uso e armazenamento de seus dados pessoais.



Criptografia não é escalável para ser dinheiro, diz banco de acordos internacionais


O Bank of International Settlements (BIS) disse que as criptomoedas não podem escalar para funcionar como dinheiro, em um artigo de 19 páginas publicado ontem, 17 de junho, como parte de seu relatório econômico anual

De acordo com o BIS – uma organização com sede na Suíça, composta por 60 dos bancos centrais do mundo – as criptomoedas não poderão ser escaladas para se tornar um meio de troca em uma economia global. O relatório do BIS delineia três “deficiências” que evitarão que a criptografia substitua o dinheiro – sendo elas “escalabilidade, estabilidade de valor e confiança na finalidade dos pagamentos”.

O BIS critica a descentralização das criptocorrências como uma falha e não como uma força , alegando que “a confiança pode evaporar a qualquer momento por causa da fragilidade do consenso descentralizado através do qual as transações são registradas.”

BIS faz o caso A maioria dos blockchains pode oferecer apenas a finalidade “probabilística” da transação, privilegiando a cadeia mais longa o livro para negociar validações de transações conflitantes.

Nesse sentido, o relatório levanta alarmes sobre o "bifurcação" de blockchains que podem causar criptocorrências para dividir implica o risco de "a perda completa de valor". O relatório cita uma errônea Bitcoin (BTC) atualização de software em março de 2013 que causou o blockchain temporariamente dividido e o preço do BTC a cair “ quase um terço ”- embora o BIS não tenha mencionado que a moeda recuperou a maior parte de suas perdas dentro de poucas horas. O BIS também levanta preocupações de que, à medida que o livro compartilhado cresce, as transações de processamento exigem eletricidade e recursos de computação que excedem até mesmo as instalações mais poderosas.

Os "volumes de comunicação" e as demandas de armazenamento associadas à adoção de criptografia em massa, argumenta o banco, poderiam "travar a Internet". Menos drasticamente, o congestionamento do blockchain simplesmente que "quanto mais as pessoas usam uma criptocorrência, mais complicados se tornam os pagamentos".

O banco também se preocupa com a concentração de poder em todas as criptomoedas, citando o problema da "manipulação", com criptomoedas que são controladas por um pequeno grupo de mineradores que possuem recursos de processamento de alta potência capazes de manter a concorrência.

O relatório está focado notavelmente apenas em criptomoedas que usam p roof-of-work blockchains sem permissão, embora reconheça a existência de mecanismos de consenso alternativos, como proof-of-stake bem como soluções de dimensionamento como a Lightning Network

Um relatório de março divulgado pelo BIS refutou a eficácia das chamadas moedas digitais do banco central (CBDCs), alertando sobre suas potencialidades. Consequências “adversas”, e pedindo mais pesquisas sobre seus possíveis efeitos sobre a estabilidade financeira global.

Cripto não é escalonável o bastante para ser dinheiro, diz Banco de Compensações Internacionais


O Banco de Compensações Internacionais (BIS) disse que as criptomoedas não podem ser dimensionadas para funcionar como dinheiro, em um artigo de 24 páginas publicado ontem, 17 de junho, como parte de seu relatório econômico anual.

De acordo com o BIS – uma organização com sede na Suíça, composta por 60 dos bancos centrais do mundo – as criptomoedas não poderão ser escalonadas para se tornar um meio de troca em uma economia global. O relatório do BIS delineia três “deficiências” chave que impedirão que a cripto substitua o dinheiro – sendo elas “escalabilidade, estabilidade de valor e confiança na finalidade dos pagamentos”.

O BIS critica a descentralização das criptomoedas como uma falha e não como uma força, alegando que “a confiança pode evaporar a qualquer momento devido à fragilidade do consenso descentralizado por meio do qual as transações são registradas”.

O BIS faz o caso de que a maioria dos blockchains pode, na melhor das hipóteses, oferecer apenas uma finalidade de transação “probabilística”, privilegiando a cadeia mais longa no livro-razão para negociar validações de transação conflitantes.

Nesse sentido, o relatório levanta alarmes sobre o “forks” de blockchains que podem causar divisões das criptomoedas, no que implica o risco de “perda completa de valor”. O relatório cita uma errrônea atualização de software Bitcoin (BTC) em março de 2013 que fez o blockchain se dividir temporariamente e o preço do BTC cair “quase um terço” – o BIS porém, não tenha mencionado que a moeda recuperou a maior parte de suas perdas em poucas horas.

O BIS também levanta preocupações de que à medida que o livro-razão compartilhado cresce, o processamento de transações exige eletricidade e recursos de computação que excedem até mesmo as instalações mais poderosas.

Os “volumes de comunicação” e as demandas de armazenamento associadas à adoção massiva de cripto, argumenta o banco, poderiam “quebrar a Internet”. Menos drasticamente, o congestionamento do blockchain simplesmente arrisca que “quanto mais pessoas usam uma criptomoeda, mais complicados tornam-se os pagamentos”.

O banco também se preocupa com a concentração de poder em todas as criptomoedas, citando o problema da “manipulação”, com criptomoedas que podem ser mineradas sendo controladas por um pequeno grupo de mineradores que possuam recursos de processamento de alta potência capazes de evitar a concorrência.

O relatório é focado notavelmente apenas em criptomoedas que usam blockchains de prova de trabalho, sem permissão, embora reconheça a existência de mecanismos de consenso alternativos, como prova de participação, bem como soluções de escalonamento como a Rede Lightning, sustentando que eles “ainda precisam ser provados na prática”.

Um relatório de março divulgado pelo BIS refutou a eficácia das chamadas moedas digitais de Banco Central (CBDCs), alertando para suas consequências potencialmente “adversas”, e pedindo mais pesquisas sobre seus possíveis efeitos sobre a estabilidade financeira global.



Banco digital é mais barato, mas pode ser difícil resolver problemas – Notícias


Praticamente sem cobrar tarifas e com menos burocracia, os bancos digitais estão avançando no mercado brasileiro, especialmente sobre o público mais jovem. Especialistas ouvidos pelo UOL, porém, afirmam que os consumidores enfrentam mais dificuldades no momento de resolver um problema. 

Como essas instituições não possuem agência física, os clientes precisam fazer pedidos e resolver todas as dúvidas por meio de plataforma digitais, principalmente chats. 

“Os consumidores estão encantados com as facilidades, mas há muitos riscos por trás dessas operações”, disse a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Ione Amorim.

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Meio virtual joga mais responsabilidade para clientes

Ione afirmou que a migração dos serviços para as plataformas virtuais trouxe mais responsabilidade para as mãos dos consumidores e, consequentemente, um ônus maior para eles.

“Quem realiza todas as operações é o cliente. Se houver um erro no pagamento, por exemplo, ele responde por isso. O banco passa a ser a plataforma de negociação”, disse a economista.

Na opinião de Ione, a facilidade para contratar um produto bancário pode induzir o consumidor a tomar decisões sem refletir sobre as condições oferecidas. Ao tomar um empréstimo, por exemplo, ele pode olhar apenas o valor da parcela e não analisar todo o custo envolvido na transação.

“Essas informações não estão em nenhum aplicativo. O cliente pode contratar um serviço até por acidente, ao teclar indevidamente no celular”, disse.

Consumidor pode desistir em até sete dias

O consultor jurídico da Associação de Defesa do Consumidor e Trabalhador (Abradecont), Willian Rocha, disse que, como as transações são todas feitas digitalmente, os consumidores podem desistir em até sete dias a partir de sua assinatura.

Esse período é conhecido como prazo de arrependimento e está previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. “Como essas transações são feitas digitalmente, esse dispositivo se aplica. Mas o consumidor precisa ter boa-fé ao solicitar o cancelamento”, disse.

Segundo Rocha, o cliente não deve, por exemplo, pedir um empréstimo para cobrir o cheque especial temporariamente e, dentro de uma semana, devolver o dinheiro. “Existe muita polêmica sobre isso. O direito deve ser considerado quando não há má-fé”, afirmou.

Efetivação de empréstimo depende de dupla confirmação

O diretor de Autorregulação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Amaury Oliva, disse que o prazo de arrependimento é previsto em normativo da instituição.

“Quando contrata um empréstimo por meio remoto, o consumidor pode pedir o seu cancelamento em sete dias desde que devolva o valor e os juros que incidiram sobre ele nesse período”, disse.

Oliva afirmou que os normativos também preveem a chamada dupla confirmação para que um empréstimo seja efetivado no meio digital. “O cliente contrata o crédito e o sistema pergunta se ele tem certeza que quer realizar a operação. O cliente também tem direito a informações objetivas e claras sobre o crédito oferecido”, afirmou.

Banco oferece tutoriais na internet e atendimento nas redes 

Priscila Salles, superintendente de Marketing e Relacionamento com o Cliente do Banco Inter, disse que a instituição oferece, na sua página na internet, uma série de vídeos com tutoriais sobre as operações e com dicas sobre investimentos.

Os consumidores também podem ler artigos para tirar suas dúvidas antes de entrar em contato por meio do chat da página do banco ou nas próprias redes sociais.

Segundo Priscila, cerca de 70% das pessoas que leem os textos não chegam a entrar no chat. Priscila disse que o cliente também pode conversar diretamente com o atendente antes de buscar ajuda nos textos.

Outra aposta do banco, de acordo com a superintendente, é o fechamento de parcerias com influenciadores digitais que dão dicas sobre investimentos. “Além do chat, há o atendimento por telefone. Mas os canais que hoje fazem diferença são as redes sociais. O cliente entra no chat do Facebook, por exemplo, e não precisa de nenhum outro tipo de burocracia”, disse.

Chat do Facebook e canais de voz

O diretor-executivo de Pessoa Física do Banco Original, Marcelo Santos, disse que uma das inovações adotadas pela instituição é o sistema de atendimento por meio do chat do Facebook.

Segundo ele, o objetivo principal dos canais de atendimento online é tirar dúvidas a respeito de atividades do dia a dia, como depósito, transferência e uso dos aplicativos.

“Hoje, 70% dos contatos são para dúvidas ou informações resolvidas sem intervenção humana. Quando é um caso que requer alguma resolução do Banco Original, o cliente é redirecionado automaticamente para os canais de voz no qual é atendido por consultores”, afirmou Santos.

Se não sabe responder a estas 5 questões, será muito difícil ficar rico

Associação de Tesoureiros Russos se unem ao banco central da Rússia para testes a novo sistema bancário em blockchain



A Associação Russa de Tesoureiros Corporativos está se unindo ao banco central do país para testar a plataforma blockchain Masterchain, administrada pelo governo, anunciou o grupo na semana passada.

A associação está testando o Masterchain para facilitar as comunicações dentro do sistema bancário nacional, de acordo com o white paper da Masterchain. Isso marcaria o último movimento para usar a plataforma para substituir a rede de comunicação interbancária SWIFT, um caso de uso que foi discutido pela primeira vez em abril de 2018.

A plataforma foi criada pela FinTech Association, em colaboração com os 14 maiores bancos da Rússia, incluindo a VTB.

De acordo com o documento, o sistema incluirá bancos e agências governamentais russas responsáveis ​​pelo registro de contratos e pela regulamentação do mercado. A FinTech está alegando que a mudança para o Masterchain no processamento de contratos de hipoteca reduzirá os custos operacionais em até cinco vezes e, em vez de dias, as transações levarão minutos.

O projeto também deverá produzir um mecanismo KYC baseado em uma identidade digital para que os bancos possam compartilhar históricos de crédito e informações sobre casos de fraude sem violar o sigilo bancário. O sistema também vai lidar com garantias bancárias e cartas de créditos

No entanto, o objetivo final da Masterchain ainda é substituir o SWIFT. Em particular, as preocupações de que as sanções dos EUA ou da União Europeia contra a Rússia em 2014 possam eventualmente remover a nação do sistema SWIFT estimularam a experimentação da Rússia com sistemas alternativos de comunicação financeira. Testes anteriores mostraram problemas com o processamento de diferentes formatos de documentos.

Bitcoin valorizou mais de US$100 só hoje

O preço médio do bitcoin em todas as exchanges globais está subindo, e já subiu mais de US $ 100 durante as negociações de hoje. Na hora do post, os preços…


Site do BB só diz se há saldo do Pasep; para ver valor, tem de ir ao banco – Notícias


O governo liberou o saque do Fundo PIS/Pasep para cotistas de todas as idades que trabalharam entre 1971 e 1988. Para quem trabalhou no setor público, o fundo é o Pasep, que fica depositado no Banco do Brasil.

Para atender os cotistas, o banco disponibilizou em seu site uma página em que é possível consultar a existência ou não de saldo, informando o número de inscrição do Pasep (disponível na carteira de trabalho) ou o CPF e a data de nascimento. O valor da cota não é informado.

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O material de divulgação do banco não deixava isso claro, e leitores do UOL perceberam que a página apenas informava se o trabalhador possuía ou não cota, sem mostrar o saldo.

Procurado pela reportagem, o BB confirmou que o site apenas informa os participantes do Pasep sobre a existência ou não de saldo da cota. O valor disponível não é exibido por ser uma informação protegida por sigilo bancário e a consulta ser feita em ambiente aberto, segundo o banco.

Para saber o saldo disponível, o cotista terá de ir a uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento oficial de identificação, como RG ou carteira de motorista (CNH).

Questionado sobre o site não informar a existência de saldo mesmo para quem tem menos de 60 anos, o BB afirmou que a página só mostrará que o cotista possui saldo a partir do momento em que o recurso for liberado para saque (veja o calendário de liberação abaixo neste texto). “Assim, a partir da próxima segunda-feira (18), a mensagem apresentada aos cotistas com idade a partir de 57 anos será de que ele possui cota e que ela está disponível para saque.”

Média de R$ 1.370 por pessoa

Com a liberação do PIS/Pasep, o governo diz que 25 milhões de pessoas podem ser beneficiadas com um montante de R$ 34,3 bilhões. Quer dizer que, em média, cada um tem R$ 1.370 a receber.

Mas o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, diz que o governo trabalha com uma “estimativa prudente” de apenas R$ 15 bilhões injetados de fato na economia.

O prazo para o saque termina em 28 de setembro. Depois dessa data, só poderá sacar quem tiver 60 anos de idade ou mais. 

Trabalhadores do setor privado recebem pela Caixa

O fundo dos trabalhadores do setor privado é o PIS, que fica depositado na Caixa Econômica Federal.

O banco criou uma página no seu site para fornecer informações sobre o saque, como valores a receber, datas e canais disponíveis para realização do pagamento.

Nela, é possível consultar a existência ou não de saldo usando a data de nascimento e seu número de CPF ou número NIS (Número de Identificação do Trabalhador). O NIS pode ser encontrado no Cartão Cidadão, na carteira de trabalho ou no extrato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Para saber seu saldo no fundo é necessário o NIS e cadastrar uma senha de internet. Há casos em que o site informa automaticamente o número NIS para quem faz a busca pelo CPF. 

– Quem tem a senha do Cartão Cidadão:

  • Acesse esse site
  • Digite seu número do NIS
  • Clique no botão “Cadastrar Senha”
  • Leia o contrato de prestação de serviços e clique em “Aceito”
  • Informe a senha do Cartão do Cidadão e a senha de internet que quer cadastrar

– Quem não tem a senha do Cartão Cidadão:

  • Acesse esse site
  • Digite seu número do NIS
  • Clique em “Cadastrar Senha”
  • Leia o contrato de prestação de serviços e clique em “Aceito”
  • Preencha os dados solicitados e clique em “Confirmar”
  • Cadastre a senha desejada e clique em “Confirmar”
  • Se tiver o Cartão do Cidadão, faça o pré-cadastramento da senha pelo telefone 0800-726-0207. Para finalizar o cadastro, é preciso ir a uma lotérica
  • Se não tiver o Cartão do Cidadão, será preciso ir a uma agência da Caixa

Outros canais disponibilizados para a consulta são o telefone 0800-726-0207, o aplicativo Caixa Trabalhador e caixas eletrônicos, por meio do Cartão do Cidadão. Correntistas da Caixa também podem fazer a consulta pelo serviço de internet banking, na opção “Serviços ao Cidadão”. 

Quando sacar?

O saque das cotas para quem tem menos de 60 anos de idade começa na próxima segunda-feira (18) e vai até 28 de setembro. Veja o calendário para sacar o dinheiro do fundo:

  • 18 de junho: pode sacar quem tem 57 anos de idade ou mais (não recebem rendimento anual*)
  • 30 de junho a 7 de agosto: saque interrompido para cálculo dos rendimentos anuais das cotas
  • 8 de agosto: liberação de saque para cotistas de todas as idades que possuem contas na Caixa (PIS) e no Banco do Brasil (Pasep). Cotistas a partir de 57 anos continuam podendo sacar, agora com o rendimento anual 
  • 14 de agosto: saque liberado para cotistas de qualquer idade que tenham conta em outros bancos 
  • 29 de setembro: pagamento volta a ser feito apenas aos cotistas que atendem aos critérios habituais de saque (leia mais abaixo)

*Os pagamentos dos rendimentos do fundo PIS/Pasep são feitos uma única vez ao ano, sempre ao final de junho. A partir de 8 de agosto, todos recebem o pagamento com o rendimento anual. Quem sacar antes disso, portanto, não recebe o rendimento. 

Saiba mais

O que é o Fundo PIS/Pasep?

De 1971 até 1988, as empresas e órgãos públicos depositavam dinheiro no Fundo PIS/Pasep em nome de cada um dos seus funcionários e servidores contratados. Cada trabalhador, então, era dono de uma parte (cota) no fundo.

Portanto, quem trabalhou como contratado em uma empresa ou servidor público antes de 4 de outubro de 1988 tem uma conta do PIS/Pasep.

Depois de 28 de setembro, quem poderá sacar?

Após 28 de setembro, voltam a valer os critérios habituais para o pagamento das cotas do Fundo PIS/Pasep. Quem perder o prazo só poderá sacar o dinheiro se preencher pelo menos um dos seguintes requisitos:

  • 60 anos de idade ou mais
  • estar aposentado
  • invalidez
  • câncer
  • portador do vírus HIV
  • doenças graves listadas em portaria interministerial do governo
  • idoso e/ou pessoa com deficiência que recebe o Benefício da Prestação Continuada (BPC)
  • transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar)
  • em caso de morte do trabalhador, a família pode sacar

Quem trabalhou depois de 1988 tem direito?

Não. A partir de outubro de 1988, os trabalhadores deixaram de ter contas individuais do Fundo PIS/Pasep. Desde então, o dinheiro arrecadado vai para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que é usado para pagar benefícios como seguro-desemprego e abono salarial.

Herdeiros podem sacar?

Para herdeiros de cotistas que morreram, o saque pode ser feito independentemente do calendário. Basta ir a qualquer agência da Caixa (se o titular tiver trabalhado em empresa privada) ou do Banco do Brasil (se for servidor) portando o documento oficial de identificação e o documento que comprove a condição de herdeiro, para realizar o saque.

Diferente do abono do PIS/Pasep

O saque do Fundo PIS/Pasep é diferente do abono salarial pago todos os anos para quem recebe até dois salários mínimos. Quem trabalhou pelo menos um mês em 2016 tem até o fim do mês para sacar o dinheiro do abono, que é de até um salário mínimo (R$ 954).

(Com agências)

Como cobrar dívida de um amigo

Terceiro Maior Banco dos EUA Proíbe Compra de Criptomoedas com Cartão de Crédito


(Foto: Shutterstock)

Wells Fargo & CO., um dos maiores bancos dos Estados Unidos, proibiu a compra de criptomoedas por meio dos cartões de crédito da instituição na segunda-feira (11), conforme a rede CBS News, que recebeu o comunicado da companhia via e-mail.

De acordo com o aviso, Shelley Miller, porta-voz da Wells Fargo, diz que após esse parecer o banco fará novas análises à medida em que o mercado for evoluindo.

“Esta decisão está em consonância com a indústria como um todo, que observa múltiplos riscos associados a este investimento volátil”, diz a nota.

O banco agora faz parte da lista de instituições financeiras dos Estados Unidos que já havia limitado o uso de seus cartões de crédito para este fim, como o JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup, que restringiram as compras de criptomoedas no início do ano.

O principal motivo dessas deliberações são as preocupações com eventuais calotes dos clientes que muitas vezes, ao investir no mercado de criptomoedas, não consegue pagar a dívida devido a quedas no valor dos criptoativos.

O Bitcoin, a criptomoeda mais negociada, perdeu mais da metade de seu valor em 2018. Após quase bater a casa dos US$ 20 mil em dezembro do ano passado, nesta segunda-feira o preço ficou na média de US$ 6.700,00, segundo a CoinMarketCap, uma queda de 20% num período de aproximadamente 30 dias.

No ano passado, cerca de 18% dos usuários de cartões de crédito usaram o método de pagamento para adquirir criptomoedas, segundo pesquisa realizada pela plataforma LendEDU. Dessa porcentagem, 22% não conseguiram pagar a dívida contraída.

No início de maio, a Mastercard afirmou que a queda no volume de compras de criptomoedas por meio do sistema de pagamento da companhia foi responsável por um leve impacto no crescimento da empresa no primeiro trimestre deste ano.

Na ocasião, a consultora financeira da empresa, Martina Hund-Mejean, disse que o declínio foi reflexo da recente queda em compras de criptomoedas com o sistema de pagamentos da empresa.

“Nossos clientes podem usar o Mastercard para fazer isso, mas recentemente alguns bancos proibiram a prática. Esperamos que o crescimento transnacional se modere um pouco”, ressaltou Hund-Mejean.

Porém, não são só os calotes que preocupam as instituições. Uma dos maiores receios são casos de invasão hacker, como aconteceu numa das maiores bolsas do Japão, a Coincheck. Em janeiro a corretora foi invadida por cibercriminosos que roubaram cerca de 500 milhões de XEMs da blockchain NEM, equivalentes, à época, a cerca de R$ 1,6 bilhão.

 

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Banco Central da Índia admite banir contas criptografadas sem pesquisa


] Em uma nova reviravolta, o Banco da Reserva da Índia (RBI) admitiu que emitiu espontaneamente a proibição de contas relacionadas à criptomoeda, sem ter tempo para estudar e entender como funcionam as criptomoedas.Em resposta a uma consulta de Direito à Informação O banco revelou que a decisão de banir as contas relacionadas à criptomoeda no país foi tomada sem a devida consulta ou estudo. Como o banco central da Índia, o Banco Central da Índia, começou a alertar seus cidadãos contra os perigos de investir em criptomoedas em 2013, que foi seguido por dois outros avisos em 2017, antes de cair duro na indústria no início deste ano. Em 5 de abril de 2018, RBI publicou um anúncio, afirmando que estava proibindo os bancos do país de lidar com qualquer negócio ou "entidades que lidam com ou liquidam [virtual currencies]". Vice-Governador do RBI B.P. Kanungo, que falou com os repórteres, disse que há um período de carência de três meses para as empresas que fornecem esses serviços para encerrar as operações. O banco disse que a medida foi motivada pela necessidade de proteger os clientes indianos e evitar lavagem de dinheiro. Em 2017, antes da proibição, o governo indiano havia formado um comitê, que incluía o RBI, com o objetivo de estudar moedas virtuais e como elas funcionam. O comitê havia sugerido a proibição das trocas de criptomoedas no país, mas o preço crescente da bitcoin no final do ano levou a uma rápida reversão dessa posição e à criação de um novo painel para estudar as criptomoedas. Surpreendentemente, em sua resposta à consulta de Blockchainlaw91 O Banco da Reserva da Índia revelou que sua decisão de banir as atividades do banco com empresas baseadas em criptografia não foi apoiada por nenhum estudo ou pesquisa independente.Petições e MigraçãoA Associação de Internet e Mobile da Índia (IAMAI) – que inclui troca de criptografia indiana Zebpay – Enviaram uma petição por escrito para derrubar a proibição do RBI, que proíbe os bancos de lidar com negócios baseados em criptografia. O caso está atualmente no Supremo Tribunal com uma data de audiência fixada para 20 de julho. Desde a proibição de criptografia, tem havido alegações de que as empresas blockchain poderiam ser forçadas no exterior. Joel John, analista de pesquisa em uma empresa de blockchain baseada no Reino Unido que falou com a mídia local, acredita que as empresas de criptografia podem facilmente migrar para países mais amigáveis ​​para criar novas entidades. Ele disse: "As empresas que se deslocam no exterior não são uma tendência nova, mas as complexidades regulatórias enfrentadas pelas empresas de blockchain aceleraram." Está gradualmente se tornando um padrão para os governos tomarem decisões espontâneas sobre criptomoeda sem primeiro tentar entender como funciona. A Rússia e o Japão tentaram banir os negócios de criptografia antes de finalmente suavizar suas posições.

Este artigo apareceu originalmente na revista Bitcoin.

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Brasil: Banco Central e CVM Desenvolvem Sistema de Blockchain com Microsoft


(19569018] blockchain [194590018]que facilite a troca está em parceria com o Banco Central do Brasil. de informações entre o financeiro e outras reguladoras. Os detalhes e objetivos do projeto foram lançados na terça-feira (12) no blog the desenvolvedora de software.

A parceria foi lançada na segunda metade de 2017, mas acabou em abril de Cadeia de Integração de Informações sobre as Entidades Reguladoras, criada pela [19659021] Microsoft Azure de informações entre o Banco Central, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Hoje em dia, uma troca constante de dados entre as mensagens de e-mails, papéis e telefonemas, com baixa eficiência e confiabilidade.

Marcelo Yared, diretor de tecnologia do Bacen, comentou na nota do blog sobre as vantagens do sistema: [1965907] Hoje, a requisição é gravada diretamente no Blockchain do Pier, […] podendo ser resolvida de forma quase instantânea. <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> <br> 19659003 Além disso, trocarte papéis e e-mails por uma rede descentralizada e automatizada torna todo o processo mais seguro, auditável e menos sujeito.

Integração à blockchain do Ethereum

O Pier é baseado no sistema Quorum, desenvolvido pela JP Morgan, integrado à rede de blockchain do Ethereum. A nota também sugere que o sistema de estatísticas abre portas para o uso de blockchain em outros meios públicos, para definir propósitos.

Para Yared, uma sociedade pode beneficiar de um governo que usa blockchain para compartilhamento e autenticidade de dados. “Queremos oferecer à administração pública um instrumento que possa trazer mais agilidade ao Estado. "

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