Kroton busca crescer e atrair investidor após cortes no Fies – 17/06/2018 – Mercado


Quem segue a Kroton, maior empresa de educação do Brasil, assistiu nos últimos dez anos a uma história de crescimento acelerado.

Em relação às concorrentes, ela foi a que mais aproveitou oportunidades.

Dominou sozinha o chamado EAD, o ensino a distância, porque já era líder quando o segmento ficou fechado para a abertura de novos polos.

Cresceu a oferta de vagas quando o Fies, financiamento estudantil, era prioridade do governo. E foi capaz de fazer aquisições que a permitiram dobrar de tamanho.

Para boa parte dos investidores, a Kroton foi brilhante ao antecipar os potenciais do ensino a distância e do Fies. Mas parte relevante do mercado agora tem dúvidas sobre a fortaleza Kroton.

A incerteza cresceu após o balanço do primeiro trimestre, com queda no lucro, na base de alunos e a estimativa da empresa de que seu desempenho, em 2018, ficará abaixo do de 2017.

No pregão pós-resultado, as ações caíram 15%. No ano, acumulam queda de 44% —o Ibovespa perde 7,5%.

Quem ficou preocupado avalia que a Kroton se beneficiou de situações exteriores a seu negócio e que não existem mais: a abertura de polos de EAD está liberada e o Fies, que concedeu financiamentos sem critérios nem acompanhamento, diminuiu de tamanho.

Para completar, as aquisições transformacionais não são mais possíveis desde que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vetou a compra da Estácio.

“O mercado acostumou-se com a Kroton com um crescimento de dois dígitos. A expansão, nos próximos anos, não será tão forte porque será feita de forma orgânica, com a abertura de novos campi”, afirma Carlos Lazar, diretor de relações com investidores da Kroton.

“A empresa segue robusta, embora, assim como as concorrentes, não esteja imune às questões macro do país, como o desemprego”, diz.

O escrutínio do mercado recai em particular sobre o uso do Fies. Há dois anos, os valores das mensalidades desses alunos ficaram públicos e mostraram distorções.

Analistas apontaram que a Kroton —e outras do setor— cobrava mais desses alunos do que daqueles que não tinham o financiamento.

A tese era que, como o aluno Fies não tinha sensibilidade a preço durante o curso, uma vez que só pagaria depois de formado, elevações de preços eram menos combatidas. O aluno Fies chegou a responder por 60% da base da Kroton, enquanto nas concorrentes era cerca de 40%.

Um relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) mostrou que, sem o controle das mensalidades pelo governo, as redes de ensino superior cresceram muito.

De 2010 a 2015, o lucro da Estácio subiu 565%; o da Ser Educacional, 483%; e da Ânima, 819%. O lucro da Kroton, impulsionado também pelas aquisições, avançou 22.130%.

Lazar diz que as mensalidades são maiores porque era objetivo do Fies dar acesso a cursos mais caros, como medicina ou engenharia. Mas houve casos, como em Cuiabá, em que cursos de educação física custavam R$ 2 mil mensais, quatro vezes mais do que a concorrência.

O executivo afirma ainda que a Kroton usou o Fies dentro das regras e jamais foi questionada pelo Ministério da Educação. Teve grande percentual de alunos com o benefício porque tem sido mais eficiente.

“Quem questiona esses dados são investidores que estão querendo ganhar dinheiro com a queda de nossas ações”, afirma Lazar.

Mais alunos Fies na carteira significavam receitas garantidas, uma vez que as empresas recebiam do governo, que concentrou a inadimplência do aluno, que está em 50%.

Bem nesse momento em que o peso do Fies diminuiu, também pelas formaturas dos estudantes, os resultados da empresa desaceleraram.

As companhias passaram a financiar os alunos.

A Kroton lançou o PEP (Parcelamento Estudantil Privado). O aluno paga um percentual, como 50%, enquanto estuda e deixa o restante para depois de formado. A Kroton faz provisão de 50% para o PEP —mesmo nível de inadimplência do Fies.

“Sim, isso traz um risco maior, mas estamos confortáveis com o valor provisionado, com base, inclusive no aumento de receita que nosso aluno tem depois de formado”, diz Lazar.

Os alunos PEP se formam a partir de 2020, quando haverá mais clareza sobre o tema.

O mercado fez contas e viu que a inadimplência dos 20% de alunos PEP pode alcançar em dois anos o valor atual da geração de caixa da empresa. Isso pode não levar em conta as outras frentes abertas pela empresa, mas pode explicar o mau humor com as ações.

Atualização do código de mineração poderá atrair investimentos ao Brasil, diz Ibram – Notícias


RIO DE JANEIRO (Reuters) – Decretos assinados nesta terça-feira pelo presidente Michel Temer, que atualizam o código de mineração que estava em vigor desde a década de 60, poderão estimular mais investimentos no setor e recuperar a segurança jurídica necessária para negócios de longo, disse o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).

O novo código traz regras ambientais mais rígidas, além da obrigatoriedade de execução de fechamento de minas e incentivos a financiamentos para o desenvolvimento do setor, segundo Temer.

O Ibram, que representa as mineradoras no país, disse que irá acompanhar a aplicação das novas medidas.

(Por Marta Nogueira)

Greve dos caminhoneiros ofusca evento do governo para atrair investimento – Notícias


Por Aluisio Alves

SÃO PAULO (Reuters) – Enquanto o país contabiliza os prejuízos de uma paralisação dos caminhoneiros que chegou ao nono dia nesta terça-feira, representantes do governo federal, incluindo de estatais, tentavam convencer investidores de que o país é um dos melhores destinos do mundo para investimentos em infraestrutura.

Num evento anual de dois dias, em São Paulo, ministros, secretários, executivos de bancos federais recorreram a evoluções de indicadores macroeconômicos, como queda da inflação e dos juros e à saída da recessão como fatores positivos para investimentos de longo prazo.

“O Brasil talvez seja o único país do mundo que ofereça oportunidades de retorno do investimento com esse nível de risco”, disse o presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, no primeiro dia do Fórum de Investimentos Brasil 2018, minutos antes de anunciar um recurso de 5 bilhões de reais para investir em fundos de infraestrutura, além de outro 1 bilhão de reais para fundos de empresas médias e pequenas.

Em outro painel, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, defendeu que a forte alta recente do dólar, que tem refletido em parte o crescente receio de investidores com a proximidade da corrida presidencial deste ano, não vai comprometer a entrada de investimento estrangeiro no país.

“Acredito que não cresceremos 3 por cento (PIB) como estava previsto anteriormente, mas com certeza cresceremos mais do que no ano passado”, disse ele.

O evento teve baixas importantes, incluindo as do presidente da República, Michel Temer, e do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que permaneceram em Brasília para tratar de questões emergenciais ligadas ao movimento dos caminhoneiros. O ministro dos Transportes, Valter Casimiro, teve que sair às pressas do evento para Brasília.

Representantes do setor privado presentes ao evento mostravam mensurar os efeitos da paralisação dos caminhoneiros. À Reuters, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, disse que de imediato o setor terá 10 mil a 20 mil veículos exportados em maio e que os números de produção e vendas tendem a ser negativos neste mês.

O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, e o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, disseram que a atividade bancária ainda não foi atingida, inclusive a concessão de crédito.

“Mas tem que ver quais os efeitos desse episódio sobre a confiança dos empresários e do consumidor”, disse Lazari a jornalistas.

O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, disse que por enquanto a mineradora tem conseguido escapar dos efeitos da paralisação e que a companhia tende a fazer novos investimentos em ferrovias. Porém, ele afirmou que as consequências para a companhia podem se agravar caso as paralisações continuem.

Governo busca atrair investimentos para novas refinarias no país – 05/02/2018 – Mercado Aberto


O governo brasileiro vê necessidade de construção de refinarias e já prospecta investidores no exterior.

“Com o aumento da exploração e da produção de óleo, o Brasil precisa vai precisar de refinarias. Nossa ideia é estimular a iniciativa nacional e estrangeira a analisar projetos no setor no país”, diz o ministro Fernando Coelho Filho (Minas e Energia).

“Hoje, o Brasil já tem um déficit no refino de aproximadamente 600 mil barris por dia. Esse número tende a crescer e o desafio do governo brasileiro agora é atrair investimentos para o setor.”

Em janeiro, foi criado um grupo de trabalho no CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) para identificar os gargalos na área, e que deve apresentar em março propostas para dar subsídio ao governo para captar esses investimentos.

A Petrobras havia anunciado, na gestão do presidente Sergio Gabrielli, que faria sete refinarias e não fez nenhuma, diz Coelho.

“Só fez um pedaço da de Pernambuco. Hoje, exportamos um milhão de barris de óleo cru por dia e importamos 600 mil barris de produtos refinados por dia. Com a produção e a economia em expansão, o país vai precisar de mais combustíveis.”

A alocação de recursos em refino no Brasil se dará sem a Petrobras, que não fará investimentos no setor.

“É um desafio atrair investidores porque há uma sobre oferta de refinarias no mundo. Quem já refina, quer otimizar sua capacidade já instalada, não quer construir novas refinarias, mas todo país quer ter sua refinaria porque é uma segurança ter o produto transformado.”

Uma refinaria representa um investimento de US$ 8 bilhões a US$ 10 bilhões. Empresas chinesas teriam interesse no setor e o governo prospecta outras empresas.

“Os estudos no CNPE mandam um recado de que o governo brasileiro quer priorizar esse tipo de investimento.”

Produção da indústria plástica volta a subir em 2017 

A produção de plástico no Brasil cresceu 2,5% em 2017, segundo a Abiplast (da indústria do setor). Foi o primeiro resultado positivo registrado desde 2013.

“É o início da reação. Isso é bom porque o plástico é o termômetro da economia, está em toda a cadeia produtiva”, diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da entidade.

A alta foi maior que a previsão do segmento de 2%.

A associação, no entanto, prevê que os níveis de produção cheguem aos patamares anteriores à crise somente a partir de 2022.

“A queda nos juros e o bom momento do setor automotivo foram fundamentais para que conseguíssemos crescer. Ainda assim, o custo do crédito para as empresas continua elevado.”

A projeção é que sejam geradas aproximadamente 6.200 vagas neste ano.

A estimativa de crescimento para a produção é de ao menos 3% em 2018, segundo a associação.

“Projetamos melhora da construção civil, o que deverá impulsionar a produção, uma vez que há demanda por plásticos na área. Estimamos um resultado no mínimo similar à alta do PIB neste ano”, afirma Coelho.

O saldo de empregos na indústria plástica também subiu em 2017, após três anos no vermelho. Foram abertos 4.696 postos de trabalho.

A contratação de executivos no agronegócio cresceu em 2017, segundo companhias de recrutamento.

Na Michael Page, a alta foi de 25%, segundo Marcelo Botelho, gerente da área.

“Há uma procura maior por aqueles que tem conhecimento técnico rural mas também possuem um preparo mais executivo, com ferramentas de gestão e desenvolvimento de pessoas.”

As posições de gerente de fazenda e de controller (responsável financeiro de um empreendimento) foram as com maior demanda, afirma.

A modernização do campo também tem exigido a busca por profissionais com maior capacidade técnica, diz Raphael Falcão, da Hays, cujo crescimento de contratações foi de 6%.

“O setor foi o único com maior procura em todas as frentes que trabalhamos, de engenharia a jurídico. Também houve um aumento do uso de contratos temporários, para picos de demanda”, diz Maria Sartori, da Robert Half.

com Felipe Gutierrez, Igor Utsumi e Ivan Martínez-Vargas

Empresa faz cheiros como bacon, chuva e bambu para atrair clientes a lojas – Notícias


Às vezes você entra em uma loja e nem se dá conta da razão. Pode ter sido atraído pelo aroma: o marketing olfativo trabalha para chamar a atenção do seu nariz. Para explorar esse filão, empresas como a Airomas, criada em 2016, em Barueri (SP), pesquisam os cheiros mais atraentes.

São chamados de “aromas funcionais”, para despertar sensações. Isso inclui fragrâncias curiosas como cheiro de chuva, Natal, Páscoa, verão, pão caseiro, suco de laranja, queijo e bacon. Esses que remetem a comida são muito usados em hotéis e restaurantes, diz indica Luciana Nassif, especialista em fragrâncias da Airomas.

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A empresa faz aromatização de grandes áreas e eventos e está expandindo sua atuação para varejo e pequenos espaços. A Airomas não informou investimento, faturamento nem lucro.

Ela tem mais de 50 fragrâncias e uma tecnologia que usa a menor e mais leve partícula de aroma, dispersadas por um nanonebulizador. É um aparelho pequeno, em que o aroma é dispersado de forma veloz e uniforme, sem deixar resíduos nem umidificar o ambiente, conta Luciana.

“Muitos equipamentos que existem no mercado hoje são difusores, que aquecem e precisam de água para espalhar o aroma”

Testa cheiros para ver se consumidor aprova ou rejeita

Quando um aroma é criado, a empresa faz um teste para ver se é aprovado ou rejeitado. Não avaliam se é bom ou ruim, mas se funciona ou não. A preocupação é não transmitir uma sensação que cause repulsa no consumidor.

“Um namorado pode causar repulsa se usar o mesmo perfume que o pai da namorada. Mesmo ele tendo um bom aroma, vai causar essa reação porque a fragrância vai despertar um tipo de reação não desejada na pessoa amada”, relata Luciana.

Aromas não podem ser fortes nem enjoativos

Quem investe nesse setor deve estar atento a alguns aspectos importante entre eles o desenvolvimento do odor, aconselha Mariana Munis, professora de empreendedorismo do Mackenzie Campinas.

Por exemplo, há um risco quando se cria uma fragrância de queijo, bacon, entre outros aromas fortes, como os elaborados pela empresa.

“Deve-se tomar cuidado para que não seja forte, não fique enjoativo, nem cause alergias, criando uma imagem negativa da marca na cabeça do cliente. Também é preciso ter cuidado no processo de construção da fragrância, para que ela atinja o objetivo da empresa”, diz Mariana.

Por outro lado, o aspecto positivo é que a empresa cria aromas exclusivos e exóticos. Para Andreia Miron, há um mercado aberto para quem investe em novas fragrâncias e espaços pouco explorados.

Cultura do brasileiro valoriza os cheiros

O marketing olfativo tem recebido investimentos no país, diz Andreia Miron, coolhunter e coordenadora do curso de pós-graduação A Cultura do Perfume, da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. “Cada vez mais o Brasil tem investido nessa área olfativa porque somos uma cultura muito ligada aos cheiros, e as marcas sensibilizam o cliente.”

Onde encontrar:

Airomas – http://airomas.com/

(Reportagem: Priscila Gorzoni; edição: Armando Pereira Filho)

Cientistas explicam de onde vem o cheiro da chuva

Os regulamentos amigáveis ​​com a criptografia na Bielorrússia poderiam atrair capital estrangeiro e ICOs



No final de 2017, o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, assinou um "Decreto de Desenvolvimento da Economia Digital", destinado a desenvolver o setor de TI do país e atrair empresas, capital e talentos de cadeias de blocos de todo o mundo. "A Bielorrússia se torna o primeiro estado no mundo, que abre grandes oportunidades para o uso da tecnologia blockchain ", disse Lukashenko. "Temos todas as oportunidades para se tornar um centro de competência regional neste campo". Segundo a Agência de Notícias da Bielorrússia, a nova regulamentação dá "uma séria vantagem competitiva" ao país na criação de uma economia digital do século XXI. Ele fornece condições amigáveis ​​e regulamentos simplificados para as empresas residentes do Hi-Tech Park (HTP), um cluster para TI inovadora. A Bielorrússia promove o HTP como uma zona econômica especial com um regime fiscal e jurídico especial. Em particular, a Bielorrússia quer oferecer regulamentos abrangentes para negócios com base na tecnologia blockchain, bem como legalizar criptografia, inicial Coin Offerings (ICOs) e contratos inteligentes no nível naçional. Espera-se que a Portaria de Desenvolvimento da Economia Digital entre em vigor em março de 2018, três meses após sua publicação. "Agora, o povo da Bielorrússia pode listar e promover ICOs, criar e vender cryptocurrencies, estabelecer trocas de criptografia e fazer outras operações com dinheiro digital, "Relatou RT. As empresas estrangeiras poderão aproveitar os regulamentos simplificados e permissivos do país, registrando uma empresa local. Vale ressaltar que muitas transações com cripto tokens não serão tributadas e estarão isentas de IVA até 2023. De acordo com a Reuters, o decreto destina-se a atrair empreendimentos de criptografia que procuram escapar à cryptocurrency e aos regulamentos da ICO, cada vez mais restritivos em O resto do mundo. "O decreto é um avanço para a Bielorrússia", disse à Reuters o ministro da Bielorrússia, Anton Myakishev. "Dá à indústria a possibilidade de dar um passo em frente no seu desenvolvimento e permite ao capital estrangeiro a possibilidade de chegar a Bielorrússia e trabalhar em condições confortáveis". "Estou firmemente convencido de que o efeito será enorme", disse Mikhail Myasnikovich, presidente de o Conselho da Assembléia Nacional da República da Bielorrússia, observado em uma entrevista na televisão nacional, acrescentando que a Bielorrússia tornou-se o primeiro país no mundo a adotar regulamentações globais de negócios para criptografia baseada em blocos, contratos inteligentes e ICOs. "Até onde eu sei, somos pioneiros neste campo", disse Myasnikovich. "Nenhum país já disse com tanta certeza que está pronto para trabalhar na criação de um análogo de um centro financeiro ou monetário internacional. O decreto descreve todos os processos em detalhes, nomeadamente o registro, o roteamento e a tributação. "" Nosso país permite um ambiente legal para usar a cadeia de blocos ", disse o empresário de TI, Viktor Prokopenya. "Esta tecnologia pode ser comparada com o desenvolvimento da Internet na década de 1990. A web transformou muitos campos profissionais. Assim, a cadeia de blocos ". Prokopenya acrescentou que a nova regulamentação não vai tão longe quanto o reconhecimento de criptografia como meio de pagamento na Bielorrússia, mas reconhece a mineração de criptografia como uma atividade comercial legítima. De acordo com uma peça de opinião publicada no The Washington Post, intitulado "Por que a Bielorrússia autoritária liberalizaria criptografia?", os regulamentos permissivos de criptografia na Bielorrússia poderiam forçar a Rússia a seguir o exemplo. O vice-ministro das Finanças da Rússia, Alexei Moiseev, reconheceu que o forte regulamento da cryptocircuito na Rússia poderia encorajar a saída de ICOs da Rússia para o país vizinho. Parece plausível, de fato, que, mesmo que alguns países introduzam regulamentos criptográficos que permitam às empresas fazerem coisas eles não poderiam fazer em casa, as empresas mais inovadoras do mundo se deslocariam para esses países. Isso poderia forçar outros países a adotar regulamentos criptográficos próprios, criando um poderoso efeito de dominó. Este artigo apareceu originalmente na revista Bitcoin.