Chefe de Marketing da Atlas Deixa Cargo Após Ação com Atores da Globo


Fabrício Sanfelice (no centro, de óculos), ex-marketing da start up, em evento da empresa (Foto: Divulgação)

Um dia depois da ação da Atlas com os atores da Globo Cauã Reymond e Tatá Werneck, o diretor de marketing da empresa, Fabrício Sanfelice, anunciou no Linkedin que deixaria o cargo.

Na postagem feita na segunda-feira (11), ele afirmou que ficaria “ativo no board [diretoria] da empresa, mas não mais no dia a dia da operação”. O executivo disse ao Portal do Bitcoin, via Whats App, que já estava planejado que sairia da posição após a entrega da campanha batizada de Desafio Investidores. “Vou continuar sócio da Atlas ainda. Basicamente, vou trocar uma posição de operação por uma mais estratégica”. Além disso, também afirmou que teria mais tempo para se dedicar a outras áreas da empresa.

No texto do Linkedin, Sanfelice deu a entender que também teria tempo para novos projetos: “sigo agora totalmente focado em aprofundar conhecimentos e dedicar tempo para investir, incentivar e ajudar outros projetos de cripto a nascerem e crescerem”. À reportagem, ele afirmou: “Meu foco segue sendo a Atlas, mas tenho alguns projetos que acho interessantes e que quero participar. Gosto bastante do ambiente de startup, então continuar envolvido com isso é uma certeza”.

Problemas na campanha da Atlas

Embora a Atlas tenha apostado alto na campanha batizada de Desafio Investidores, o resultado parece ter ficado abaixo do esperado. Criada pela agência House of Hagens, contou com dois artistas famosos da Globo, Tatá Werneck e Cauã Reymond, que interagiram num jogo de perguntas e respostas sobre criptomoedas.

Em dados públicos não é possível saber o tamanho do sucesso — ou do fracasso — da campanha de marketing com viés educativo sobre o universo Bitcoin promovida pela empresa e transmitida ao vivo pela internet na tarde de domingo (10). O vídeo com a íntegra foi retirado do ar nos canais da empresa.

No momento em que a ação estava online no Youtube, havia cerca de três mil pessoas online na transmissão ao vivo. O total de visualizações era de 10.600 no final da tarde de ontem — antes que o vídeo fosse retirado do ar sem qualquer tipo de justificativa.

A única explicação está em um comentário na página do Facebook da Atlas, na qual a empresa afirmou que o vídeo foi retirado do ar, pois seria feito uma edição com os melhores momentos.  

Os comentários dos usuários online sobre o evento foram bastante críticos, com observações sobre o problema do apresentador, que chegava a ser inconveniente, e nos problemas de Cauã em sair um pouco fora do script.

O vídeo completo está disponível no YouTube em um canal não oficial. E pode ser visto abaixo:

Próximo passo da ação da Atlas

O evento é parte da nova etapa da ação de marketing da Atlas. Em julho, o público também poderá participar do desafio. Os quatro primeiros colocados ganharão prêmios em Bitcoin (1ºlugar = 40 BTC, 2ºlugar = 5 BTC, 3ºlugar = 3 BTC e 4ºlugar = 2 BTC), com valores equivalentes a R$ 1,5 milhão. 

Os inscritos deverão responder a um Quiz diário sobre criptomoedas e investimentos. Quanto mais rápida a resposta, mais pontos ela vale. O nível das perguntas e o peso das respostas aumentam ao longo da competição.

Embora a campanha já esteja no ar, a empresa ainda não tem a liberação oficial para a campanha. Conforme a assessoria de imprensa da startup, “a promoção precisa de autorização e ela já está em processo. Como só o quiz só começa em julho, assim que esse processo for finalizado e a empresa tiver o número e mais detalhes da promoção, essas informações estarão nos canais da Atlas”.

 

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Banco do Brasil Fecha Conta da Atlas e Associação de Criptomoedas Leva Caso ao Cade


A história completa sobre o caso (Foto: Shutterstock)

Assim como as exchanges brasileiras de criptomoedas, a Atlas também vem sofrendo pressão dos bancos. O Banco do Brasil não hesitou em fechar a sua conta corrente e o caso, além de parar no judiciário, deu início a uma batalha no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

A empresa, que é a mantenedora da ABCB (Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain), foi notificada da decisão do Banco do Brasil em 21 de maio. Além de informar a Atlas do encerramento de sua conta, o banco deu 30 dias para que o responsável pela fintech fosse até a agência devolver os cartões e cheques.

A Atlas, em contrapartida, moveu uma ação judicial. O processo judicial está tramitando na 5ª Vara Cível da comarca de São Paulo.

Apesar do juiz Gustavo Coube de Carvalho ter negado a tutela de urgência (uma espécie de pedido liminar) para que o banco não encerrasse a conta corrente da Atlas enquanto se discutia judicialmente o caso, a situação foi revertida por uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que concedeu a liminar.

A vitória foi divulgada no último dia 30 por meio de uma nota no Facebook do escritório Malgueiro Campos Advocacia, que representa a Atlas.

“Hoje conseguimos uma importante liminar no TJSP, em uma ação contra um banco que pretendeu encerrar a conta de um dos nossos clientes no segmento de criptomoedas. O relator concedeu a liminar negada em primeira instância (…)”, diz a postagem.

Apesar de o post não especificar quem era esse “cliente no segmento de criptomoedas”, a advogada Emília Malgueiro Campos, sócia do escritório, revelou ao Portal do Bitcoin se tratar do caso da Atlas contra o Banco do Brasil.

O caso não parou por aí. Como a Atlas é a principal responsável pela ABCB, ela usou a associação como mais uma forma de pressionar o banco estatal.

Fernando Furlan, o presidente da ABCB e ex-presidente do Cade, nove dias após a notificação da Atlas, afirmou que entraria com uma ação contra os bancos no Cade, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica. “Temos confiança de que se transforme em inquérito administrativo, que se tornará ação afirmativa com possível punição aos bancos”, disse Furlan na ocasião.

A Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain entrou com o processo no dia 1º de junho. Assim como no processo judicial a Atlas requereu uma decisão liminar, a ABCB pediu ao Cade “a imediata concessão de medida preventiva” para que os bancos e demais instituições financeiras se abstenham de encerrar contas que possibilitem “o acesso  ao sistema financeiro as operadoras de criptomoedas (corretoras, exchanges, fintechs, etc.)”, bem como reabram imediatamente “todas as contas encerradas dessas operadoras do mercado de criptoativos”.

Além da medida preventiva, a associação requereu em especial que o Banco do Brasil seja condenado a pagar multa de 20% do valor de seu faturamento bruto no ano de 2017 em face da prática de condutas anticompetitivas.

A advogada Emília Malgueiro Campos, que também representa a ABCB, explicou ao Portal do Bitcoin que a Associação só teria legitimidade para atuar junto a Cade caso houvesse problema com alguma empresa associada: “Foi essa ação do Banco do Brasil que deu legitimidade para a associação poder se manifestar”.

A advogada esclareceu que apesar de existir duas associações (ABCB e ABCripto), a decisão do Cade vai abranger qualquer companhia do segmento de criptomoedas.

“Se o Cade entender que essa é uma medida efetivamente anticompetitiva, ele vai resolver o assunto para todo mundo – para quem é membro da associação e para quem não é membro da associação”.

Banco do Brasil na Justiça

A ação judicial começou com um pedido de liminar negado pelo juiz Gustavo Coube de Carvalho. Ele sustentou que o Banco do Brasil agiu dentro da legalidade ao cancelar unilateralmente o contrato de conta corrente e por esse motivo não vislumbrava “a probabilidade do direito”, um dos requisitos essenciais para que a tutela antecipada seja concedida.

“O contrato de conta corrente, via de regra, tem vigência indeterminada, podendo ser denunciado a qualquer tempo pelas partes, tendo, o banco, o dever de notificar o titular na forma regulada pela Resolução 2.747/2000 do Banco Central do Brasil, o que parece ter sido feito”.

Como a decisão liminar não é a resposta definitiva de um juiz como é a sentença; a pessoa que teve seu pedido negado pode levar a questão para ser analisada pelo tribunal que vincula diretamente o juízo que negou o pedido liminar, através de um recurso chamado agravo de instrumento e foi isso que fez a Altas nesse processo.

“A gente agravou para o tribunal (TJSP). No tribunal, o relator do agravo concedeu o efeito ativo do agravo (em outros termos, o relator além de suspender a decisão dada pelo juiz da 5ª Vara Civel do TJSP , concedeu a liminar que fora negada) e a tutela de urgência para manter a conta aberta” relata a Emília Campos.

A liminar foi concedida pelo TJSP sob a fundamentação de que, mesmo que os bancos não sejam obrigados a manter contas correntes de alguns clientes, não devem utilizar desse direito para exercer práticas abusivas anticoncorrenciais:

“Há indícios de rejeição orquestrada pelas instituições financeiras quanto às corretoras de criptomoedas com potenciais reflexos anticoncorrenciais, o que caracteriza o exercício abusivo do direito reconhecido pela jurisprudência (…)”.

Da justiça para o Cade

A ação judicial individual da Atlas contra o BB, por exemplo, se abstém a “dizer o direito” naquele caso em si e não resolve o problema que envolve os bancos e as chamadas plataformas de inovações financeiras. Caso a decisão liminar seja convertida em algo definitivo, a solução será apenas entre os envolvidos naquele imbróglio.

Por outro lado, o procedimento levado ao Cade, explica Campos, irá resolver a questão em si, mesmo que o motivo tenha sido do cancelamento da conta corrente por parte do Banco do Brasil.

“O procedimento no Cade vai abranger todas as empresas do segmento e todos os bancos. Para evitar que qualquer banco faça o mesmo tipo de prática anticompetitiva contra qualquer empresa de segmento de criptomoeda”.

Assim como o judiciário terá de analisar a defesa por parte do Banco do Brasil, o próximo passo do Cade será também de ouvir a instituição financeira.

Procurado, o Banco do Brasil, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que não foi notificado e que caso seja prestará esclarecimentos ao órgão responsável.

A fome dos bancos

“O mundo mudou. O dinheiro também”. O slogan da Atlas parece dizer muito sobre o interesse dos bancos no universo de moedas criptografadas. Isso é traduzido na sua voracidade.

Desde 2015, as instituições financeiras vêm cancelando as contas correntes de corretoras brasileiras que trabalham com moedas criptografadas, o que tem forçado as exchanges incorrerem em verdadeiras batalhas judiciais.

Em nota enviada pelo escritório Malgueiro Campos, a advogada relata que “a decisão do Banco do Brasil configura uma prática abusiva, uma vez que as plataformas de inovações financeiras, como as fintechs e as corretoras de criptomoedas, precisam do acesso ao sistema financeiro tradicional para sobreviverem.”

A prática, contudo, não tem ocorrido só no Brasil. Há dois meses, a corretora chilena Buda teve de recorrer ao Tribunal de Defesa de Livre Concorrência para que não tivesse usas contas correntes fechadas em cinco bancos diferentes.

 

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Ação da Atlas com Atores da Globo Teve Baixa Audiência Online e Vídeo Retirado do Ar


Finalização promovida pela Atlas (Foto: Wagner Riggs / Portal do Bitcoin)

Em rede de divulgação não é saber o tamanho do sucesso ] sobre o universo Bitcoin promovido pela Atlas Quantum e transmitido ao vivo pela internet na tarde de domingo (10). O vídeo com uma íntegra foi retirado nos canais da empresa.

Não há nenhum vídeo em que a campanha estava online no Youtube, há cerca de três mil pessoas on line na transmissão ao vivo. O total de visualizações foi de 10.600 no final da tarde de ontem – antes que o video fosse retirado do que é qualquer tipo de justificativa. Um único comentário está em um comentário na página do Facebook da Atlas, na qual uma empresa afirmou que o vídeo foi retirado do ar, pois era uma edição séria com os melhores momentos.

A campanha chamada 'Desafio Investidores', criada pela agência House of Hagens, contou com a participação de duas mulheres da Globo, Tatá Werneck e Cauã Reymond, que organizaram um jogo de perguntas e respostas sobre as criptomoedas.

produzido pelo Studio Eletrônico Produtora e dirigido por Made Picchi, foi transmitido pelo BigBox Estúdios, no bairro da Vila Leopoldina, em São Paulo, que já haviam sido publicados há dois meses para a construção do cenário e de uma placa para cerca de 50 pessoas

Os comentários dos usuários on-line sobre o evento foram bastante detalhados, com a apresentação sobre o problema do apresentador, que chega a ser um inconveniente, e nos problemas de sair um pouco fora do roteiro. “Vergonha alheia”, “aguentei cinco minutes” foram algumas das unidades recorrentes.

Ao som da banda campineira Jet set, o quiz, that was to be blocks in the blocks, iniciou-se com o apresentador Maurício Arraes, que disparou à primeira pergunta para Werneck. As perguntas eram do estilo “quem criou o Bitcoin? Ou o que é Blockchain? ”.

O quiz foi mal elaborado. Alternativas com ' Blockchain ' e uma banda de rock americana 'Alice in Chains' ficaram muito esquisitas. Além disso, mudou-se para Satoshi Nakamoto como o criador do Bitcoin, mas eles também se trataram como uma primeira pessoa a minerar uma primeira unidade da criptomoeda.

artistas já sabiam o que respondem, porém Werneck realizou algum novo clima com suas investigações em Reymond. Ele é que tentou ser engraçado, sem sucesso.

Werneck "acertou" mais e venceu o desafio. O último foi 'à la America's Got Talent', com a apresentação de grandes obras sobre os participantes, anunciando a vitória de uma vez.

O vídeo completo está disponível no YouTube em um canal não oficial. E pode ser visto abaixo.:

Próximo passo da ação da Atlas

O evento é parte da nova etapa da ação de marketing da Atlas . Em julho, o público também pode participar do desafio. As quatro primeiras doses ganham prémio em Bitcoin (1ºlugar = 40 BTC, 2ºlugar = 5 BTC, 3ºlugar = 3 BTC e 4ºlugar = 2 BTC), com valor equivalente a R $ 1,5 milhão.

Os inscritos devem responder a um questionário sobre criptomoedas e investimentos. Quanto mais rápida a resposta, mais pontos ela vale. O montante das oportunidades e o peso das respostas ao longo da competição

. Conforme a assessoria de imprensa da start up, "a promoção precisa de autorização e ela já está em processo. "Como é que o quiz só se faz necessário?", Assim como o processo de finalização e de divulgação de um número maior de informações sobre a mídia, que é visto nos portais da Atlas.

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Ação da Atlas Com Atores da Globo Vai Distribuir R $ 1,5 milhão em Bitcoin


Atlas contratou para evento (1953)

A nova etapa da ação de marketing da Atlas com os atores da Globo Cauã Raymond e Tatá Werneck vai distribuir em prêmios 50 Bitcoins o equivalente a R $ 1,5 milhão.

A campanha desenvolvida pela agência House of Hagens, é chamada de espectadores para o chamado Desafio Investidores classificado por empresas como um "jogo educacional sobre Bitcoin". Uma ação será transmitida ao vivo pela internet no domingo (10), às 16h.

Conforme comunicado da empresa, durante o evento online cada ponto que os atores conquistam valerá 0,25 BTQ (Bitquantum), uma moeda fictícia criada para o desafio. “Além disso, quem termina com maior torcida na internet ganhando extras de BTQs. Portanto, Cauã e Tatá devem ter o apoio de suas hashtags (#timecaua e #timetata) ”, diz o texto.

Uma segunda edição do projeto pode responder como um erro. As quatro primeiras doses ganham prémios em Bitcoin (1ºlugar = 40 BTC, 2ºlugar = 5 BTC, 3ºlugar = 3 BTC e 4ºlugar = 2 BTC), valor equivalente a R $ 1,5 milhão.

Os inscritos devem responder a um questionário sobre criptomoedas e investimentos. Quanto mais rápida a resposta, mais pontos ela vale. O nível das perguntas e o peso das respostas aumentadas ao longo da competição

Apelo popular de atores da Globo

“Bitcoin feita no Brasil”. Utilizando o grande apelo popular dos atrativos da Globo e da Cauã, que assim como a maioria dos interesses de hoje em dia, assim como o conhecimento comum sobre o tema de hoje digitais ”, disse Fabrício Sanfelice, CMO da Atlas, sem texto distribuído pela assessoria de imprensa da startup.

A campanha começou na última semana de maio quando apareceu em um filme de busca pelas redes sociais. Os dados divulgados pela empresa, 20 milhões de pessoas foram impactadas pelos meios de comunicação: “Os canais de TV aberta e por assinatura, revistas, OOH (fora de casa), jornais e redes sociais, com destaque e participação de influenciadores digitais”.

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Mercado de Cripto! 26/05 Manipulação / NANO / IOTA / BTC / Atlas




Mercado de Criptomoedas de 26/05/2018. Mercado parace estável. Mas vc conhece o ditado; ‘Se tá suavel, pode azedar!’ Nano na casa de 4 USD, IOTA com …