Líder no Mercado de Apostas Esportivas com Bitcoin, o Sportsbet.io Chega ao País com Novidades


Principal casa de apostas esportivas com Bitcoin, o Sportsbet.io chega ao mercado brasileiro oferecendo, entre outras novidades, depósitos via cartão de crédito.

O Sportsbet.io está chamando cada vez mais atenção do mercado brasileiro por conta de seus serviços inovadores. A empresa de apostas esportivas foi a primeira a se dedicar totalmente ao Bitcoin como forma de aposta, dando aos detentores da moeda mais uma opção de diversão e lucro.

No mercado desde 2016, e já consolidado como o maior do ramo mundialmente, o Sportsbet.io ganha cada vez mais espaço entre o público cripto nacional. E agora você pode comprar Bitcoin em apenas alguns segundos com o seu cartão de crédito! Em uma parceira inédita com a Block Tech, o Sportsbet.io agora hospeda o BTCXE, um conversor de moeda fiduciária para Bitcoin.

Na plataforma, suas apostas são 100% anônimas, com base em um software altamente confiável produzido pela Coingaming.io. Existe também a possibilidade de encerrar as apostas durante a partida, funcionalidade que pode garantir aquela tão desejada vitória antes do apito final.

Para fazer jus ao seu slogan, ‘Rápido, Divertido e Justo’, o site conta com depósitos e saques quase que instantâneos com transferências via blockchain, e também streaming ao vivo de diversos esportes.

Durante a Copa do Mundo 2018, uma série de promoções têm sido feitas para o público brasileiro. Ao criar uma conta e fazer a sua primeira aposta de μɃ150 (R$5) na vitória do Brasil contra a Costa Rica você ganha μɃ7500 (R$250) em bônus! Você pode também apostar μɃ1500 (R$50) na sua seleção favorita para vencer a Copa e receberá uma aposta grátis no valor de μɃ1500 (R$50) cada vez que ela vencer uma partida.

Para conhecer mais sobre a promoção e se juntar ao site de apostas mais querido do público cripto, clique aqui: https://sportsbet.io/pt/

Dólar sobe em relação ao euro e ao iene – Notícias


Nova York, 20 jun (EFE).- O dólar ganhou força em relação ao euro e ao iene nesta quarta-feira, graças ao esfriamento das tensões comerciais dos Estados Unidos que vinham afetando os mercados financeiros nos últimos dias.

Ao término do pregão nos mercados financeiros de Nova York, o euro era cotado a US$ 1,1577, valor inferior ao da rodada de negociações de ontem no mesmo horário, que foi de US$ 1,1589.

Em relação à moeda japonesa, o dólar subiu de 110,06 para 110,36 ienes. A divisa americana também se valorizou em relação ao franco suíço e ao dólar canadense, mas terminou o dia sem variação no câmbio com libra esterlina.

Comparado com uma cesta de seis divisas, o dólar teve hoje um avanço de 0,12%, em meio a sinais de calmaria após os riscos de que explodisse uma guerra comercial aberta entre os Estados Unidos e China.

Confira a cotação do dólar em relação a algumas das principais divisas internacionais:.

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MOEDA CÂMBIO ANTERIOR.

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EURO/DÓLAR 1,1577 1,1589.

DÓLAR/IENE 110,36 110,06.

DÓLAR/LIBRA ESTERLINA 0,7591 0,7591.

DÓLAR/FRANCO-SUÍÇO 0,9960 0,9941.

DÓLAR/DÓLAR CANADENSE 1,3310 1,3287.

Veja como ficam os juros ao consumidor com a Selic a 6,5% – 20/06/2018 – Mercado


Mesmo com a manutenção do juro básico (Selic) em 6,5% ao ano pode beneficiar o consumidor, a Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) vê taxa média mensal de juros menor ao consumidor, em 7,08%. Na reunião passada, a estimativa era de 7,20% ao mês. 

Abaixo, veja simulações feitas pela Anefac para a Selic a 6,5% nas operações de crédito.

IMPACTO EM EMPRÉSTIMOS

Confira como ficam os juros ao consumidor com o juro básico a 6,5%

Compra de geladeira de R$ 1.500 em 12 parcelas

  Taxa mensal, em % Quantidade de parcelas    Valor da parcela, em R$ Valor final, em R$
Selic a 6,5% ao ano 5,86 12 177,54 2.130,54

Compra de veículo de R$ 40.000 em 60 meses

  Taxa mensal, em %  Quantidade de parcelas  Valor da parcela, em R$  Valor final, em R$ 
Selic a 6,5% ao ano  1,89 60 1.120,28

67.216,62

Uso de R$ 3.000 no rotativo do cartão de crédito por 30 dias

  Taxa mensal, em %    Valor dos juros, em R$ 
Selic a 6,5% ao ano   12,02 360,60

Uso de R$ 1.000 por 20 dias no cheque especial

  Taxa mensal, em % Valor dos juros, em R$
Selic a 6,5% ao ano 12,03 80,20

Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar – Notícias


Bogotá, 19 jun (EFE).- Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar:.

Países Moeda Preços Variação.

——————————————————–.

ARGENTINA Peso 28,20 (-0,36%).

BOLÍVIA Boliviano 6,96 ( 0,00%).

BRASIL Real 3,746 (-0,13%).

COLÔMBIA Peso 3.030,18 (-0,41%).

COSTA RICA Colón 570,76 (-0,14%).

CUBA Peso/CUC 1,00 (controlado).

CHILE Peso 639,80 (-0,36%).

EL SALVADOR Colón 8,75 ( 0,00%).

GUATEMALA Quetzal 7,48 ( 0,00%).

HONDURAS Lempira 24,12 ( 0,00%).

MÉXICO Peso 20,52 (-0,00%).

NICARÁGUA Córdoba 31,49 ( 0,00%).

PARAGUAI Guarani 5.693,00 (-0,12%).

PERU Sol 3,285 (-0,15%).

R.DOMINICANA Peso 49,41 ( 0,00%).

URUGUAI Peso Feriado.

VENEZUELA Bolívar Forte Não disponível.

(O dólar americano é a moeda de Panamá e Equador).

mBitCasino adiciona suporte a Altcoin para entusiastas de jogos de mesa ao vivo – CalvinAyre.com



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Impacto da greve em intenção de consumo fica limitado ao 3º bimestre, diz CNC – Notícias


A greve dos caminhoneiros, a escassez na distribuição de produtos e a disparada do dólar afetaram as perspectivas do consumo das famílias e a disposição para compra de bens duráveis, apurou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na medição do ICF (Intenção de Consumo das Famílias) em junho, que caiu 0,5% em relação ao mês anterior, apesar de ter crescido 12,4% na comparação com junho de 2017.

Para 2018, apesar do quadro atual, a CNC mantém a projeção de alta de 5% no varejo ampliado (inclui veículos automotores e material de construção) e prevê que o impacto das manifestações de maio deve ficar limitado ao terceiro bimestre e não comprometer a tendência de alta nas vendas.

Segundo a CNC, a pesquisa do ICF completa este mês três anos e um mês abaixo dos 100 pontos, registrando 86,7 pontos, “mostrando a insatisfação persistente das famílias quanto às condições de consumo”, avaliou a CNC.

O resultado só não foi pior por conta da percepção mais positiva quanto o emprego atual, reflexo da melhoria do mercado de trabalho. O subíndice Mercado de Trabalho da pesquisa registrou 113,4 pontos, com aumento de 0,5% em relação ao mês passado e 5,8% na comparação anual. O porcentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao emprego atual também apresentou alta. Em 2017, o indicador era de 31,2% e este ano alcançou 33,9%.

Já em relação às perspectivas do mercado de trabalho houve recuo de 0,4% contra maio, mas subiu 7,1% em relação a junho de 2017. Esta é a quinta vez que o indicador fica acima da zona de indiferença, com 103,4 pontos.

O subíndice Nível de Consumo Atual apresentou leve recuo de 0,1% na comparação com maio, porém aumento de 19,9% em relação a junho de 2017. Já o componente Momento para Duráveis apresentou queda de 1,1% no comparativo mensal, mas em relação ao ano passado a alta registrada foi de 17,5%. O estudo aponta que o índice segue abaixo da zona de indiferença, com 60,8 pontos.

“A queda desses componentes reflete a disposição das famílias em gastar um pouco menos, principalmente com produtos que venham a comprometer o orçamento com compras parceladas”, analisa o economista da CNC Antonio Everton Chaves Junior.

A Renda Atual, outro subíndice do ICF, voltou ao patamar de neutralidade (100 pontos), mas o componente Acesso ao Crédito caiu 0,3% contra maio e teve alta de 16,6% contra junho de 2017.

“Apesar da melhora de todos os subíndices em relação ao ano passado, 42,8% das famílias entrevistadas declararam estar com o nível de consumo menor do que em 2017”, afirmou a CNC em nota.

Dólar sobe cerca de 1% ante real com aversão ao risco global diante de temores comerciais – Notícias


Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar operava com alta firme ante o real nesta terça-feira, diante do recrudescimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China após nova ameaça de mais tarifas comerciais pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e retaliação de Pequim.

Às 10:00, o dólar avançava 0,96 por cento, a 3,7758 reais na venda, depois de terminar a véspera em alta de 0,27 por cento, a 3,74 reais.

Na máxima, a moeda subiu 1,22 por cento, a 3,7855 reais, logo após a abertura. O dólar futuro tinha elevação de cerca de 0,75 por cento.

“A China teria de impor tarifas sobre tudo o que comprasse dos EUA para manter essa resposta na mesma medida. Mas ela tem outras ferramentas que poderia usar, incluindo pressionar diretamente as empresas norte-americanas que operam na China”, afirmou a empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics (CE) em relatório.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifa de 10 por cento sobre 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo.

O Ministério do Comércio da China disse que Pequim vai reagir com medidas “qualitativas” e “quantitativas” se os EUA publicarem uma lista adicional de tarifas sobre bens chineses.

O aumento da retórica entre os dois países trouxe um forte movimento de aversão ao risco que içou o dólar ante a grande maioria das moedas no exterior, subindo ante a cesta e ante divisas de emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

Internamente, o mercado trabalha de olho no exterior mas também sob a expectativa de atuação do Banco Central por meio de swaps cambiais tradicionais –equivalentes à venda futura de dólares.

“Se essa aversão (ao risco) se mostrar exagerada por aqui, o BC deve aproveitar sua comunicação recente e dosar as ofertas de swap de acordo com a necessidade, sendo que – a priori – ainda tem 9 bilhões de dólares dos 10 bilhões de dólares sinalizados para ofertar ao mercado nesta semana”, lembrou a corretora H.Commcor em relatório.

Na véspera, o BC fez apenas um leilão de novos contratos de swap cambial, com 20 mil contratos, injetando 1 bilhão de dólares no sistema. Para esta terça-feira, por ora, ainda não anunciou nenhuma intervenção, apenas a oferta de até 8.800 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de julho.

(Por Claudia Violante)

Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar – Notícias


Bogotá, 18 jun (EFE).- Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar:.

Países Moeda Preços Variação.

——————————————————–.

ARGENTINA Peso 28,10 (+0,36%).

BOLÍVIA Boliviano 6,96 ( 0,00%).

BRASIL Real 3,741 (-0,27%).

COLÔMBIA Peso 3.017,54 (-0,97%).

COSTA RICA Colón 569,94 (+0,04%).

CUBA Peso/CUC 1,00 (controlado).

CHILE Peso 637,50 (-0,53%).

EL SALVADOR Colón 8,75 ( 0,00%).

GUATEMALA Quetzal 7,48 ( 0,00%).

HONDURAS Lempira 24,12 ( 0,00%).

MÉXICO Peso 20,52 (+0,68%).

NICARÁGUA Córdoba 31,49 (-0,03%).

PARAGUAI Guarani 5.686,00 (-0,15%).

PERU Sol 3,28 ( 0,00%).

R.DOMINICANA Peso 49,41 ( 0,00%).

URUGUAI Peso 32,30 (+0,46%).

VENEZUELA Bolívar Forte Não disponível.

(O dólar americano é a moeda de Panamá e Equador).