Final de Semana de Copa do Mundo tem Menor Volume de Bitcoin no Brasil no Ano


(Foto: Shutterstock)

A Copa do Mundo 2018 da Rússia começou e o reflexo no mercado brasileiro foi nítido. O volume negociado de bitcoin já vem caindo desde o início do ano porém, neste final de semana, com sete jogos rolando e um deles sendo do Brasil, o volume foi o menor registrado em 2018.

No Brasil, de acordo com o Índice de Preços do Bitcoin (IPB), o volume somado dos dias 16 e 17 (até as 18h), nas principais exchanges do país, é de apenas 129 BTC, equivalentes a pouco mais de R$ 3,2 milhões.

Fonte: Portal do Bitcoin

A fim de comparação, no último final de semana, mais de 520 BTC foram negociados no mesmo período de tempo. Duas semanas atrás, 250 BTC foram negociados, o dobro deste final de semana. A média de volume negociada por dia no Brasil é de 386 BTC.

Bitcoin se estabiliza após forte queda

Desde o início de junho, o preço do bitcoin já caiu 10%. A cotação, porém, está estabilizada na região dos R$ 25.000 e US$ 6.400 nos últimos cinco dias.

Fonte: Gráfico do Índice de Preço do Bitcoin

O volume negociado de bitcoin não está baixo apenas no Brasil. De acordo com o Coinmarketcap, as principais exchanges do mundo negociaram pouco mais ao equivalente de US$ 3 bilhões em bitcoin nas últimas 24 horas, 30% a menos do que nas últimas semanas.

Google comprova o baixo interesse

Acompanhando o fraco momento do bitcoin, as pesquisas por Bitcoin no google chegaram ao menor patamar de 2018, tanto no Brasil como no resto do mundo.

De acordo com o Google Trends, serviço do google pra medir as tendências das buscas na sua plataforma, as pesquisas pela palavra ”Bitcoin” caíram 90% desde o final de dezembro.

Na semana do dia 17 ao dia 23 de dezembro, foi atingido o pico de 100 pontos no google trends. No dia 3 de junho de 2018, atingiu-se apenas 10 pontos, uma queda de 90%.

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Dólar sobe 2,64% e fecha a R$ 3,812, na maior alta diária em mais de um ano – Economia


O dólar comercial fechou esta quinta-feira (14) em alta de 2,64%, cotado a R$ 3,812 na venda. É o segundo avanço seguido da moeda norte-americana e a maior valorização percentual diária desde 18 de maio de 2017 (+8,15%), um dia após a divulgação dos áudios da conversa entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista. Na véspera, o dólar subiu 0,17%.

O mercado estava cauteloso, após o Banco Central Europeu (BCE) anunciar que vai acabar com seu programa de compras de títulos, mas que isso não significava juros maiores no curto prazo. Com isso, investidores estavam preferindo aplicações em dólares, o que fazia a moeda se valorizar em relação às demais.

No Brasil, agentes do mercado citavam que também contribuía para a alta do dólar a proximidade do fim do lote de US$ 20 bilhões em swaps cambiais tradicionais –equivalentes à venda futura de dólares– que o Banco Central anunciou que injetaria no mercado até o fim desta semana.

Nesta sessão, o BC fez três leilões de swaps, somando desde a sexta-feira (8) até agora US$ 18 bilhões. O último leilão do dia, de 20 mil contratos, foi realizado no meio da tarde, quando o dólar avançava ao redor do mundo.

(Com Reuters)

BCE suspenderá seu programa de compra de dívida até o fim do ano – Notícias


Riga, 14 Jun 2018 (AFP) – O Banco Central Europeu (BCE) suspenderá até o final deste ano seu programa de compra de dívida que, durante três anos, serviu para apoiar a economia da zona euro – informou a instituição nesta quinta-feira (14).

Além disso, as compras de dívida, até agora de 30 bilhões de euros mensais, serão reduzidas para 15 bilhões a partir de outubro e ficarão suspensas quando terminar o ano.

O BCE também anunciou que manterá sua principal taxa de juros no mínimo histórico de 0%, enquanto a taxa de depósitos continuará com juros negativos de 0,40%.

O fim progressivo do programa maciço de compras da dívida pública e privada, conhecido como QE, ou “Quantitative Easing”, é muito esperado por analistas, embora a instituição se reserve a possibilidade de alterar sua decisão, “caso se confirmem as perspectivas de inflação”.

Anunciado em 2015 com o objetivo de lutar contra a deflação, o QE começou com compras de grandes quantidades de títulos emitidos pelos Estados, seguidas a partir de 2016 por compras de dívidas das empresas.

Nos últimos meses, coincidindo com a melhoria da economia da zona do euro, o QE já foi reduzido paulatinamente e passou dos 80 bilhões de euros de compras mensais de 2016 aos 30 bilhões de euros desde janeiro.

O programa do BCE permitiu até então injetar 2,4 bilhões de euros na economia para facilitar o crédito às empresas e aos cidadãos e, assim, estimular o crescimento e a inflação.

O BCE também indicou que, inclusive depois de dar fim ao seu programa de compra da dívida, continuará apoiando a economia, especialmente renovando as datas de vencimento de seus antigos títulos.

A instituição tampouco aumentará as taxas de juros até “muito depois” do fim do QE, ou seja, pelo menos meados de 2019.

Peter Praet, o principal economista do BCE, já tinha alimentado as expectativas da suspensão do programa na quarta-feira passada, quando disse estar otimista quanto ao crescimento e à inflação.

Ele também afirmou que o emissor deveria avaliar “se os progressos realizados até agora terão sido suficientes” para começar a defender um abandono “progressivo” do QE.

O BCE rebaixou de 2,4% para 2,1% sua previsão de crescimento da zona do euro para 2018, enquanto previu uma inflação de 1,7% para este ano e para 2019 – frente à estimativa anterior de 1,4%.

As previsões da instituição monetária, que se reuniu nesta quinta-feira em Riga, na Letônia, refletem a desaceleração da economia no primeiro trimestre, assim como as “incertezas crescentes” pelas tensões comerciais entre os Estados Unidos e seus parceiros.

Para 2019, o BCE mantém sua previsão de crescimento em 1,9% do PIB e estima em 1,7% para 2020.

Quanto à inflação, a instituição prevê agora um aumento de 1,7% para este ano e, para o próximo, perto de sua meta de 2% a médio prazo.

jpl-cfe/ys/esp/pc/mb/cn/ll/tt

Wall Street fecha em queda após Fed sinalizar mais duas altas de juros neste ano – Notícias


(Reuters) – Os índices acionários dos Estados Unidos encerraram uma sessão volátil em queda nesta quarta-feira após o Federal Reserve elevar as taxas de juros conforme o esperado e projetar um ritmo ligeiramente mais rápido de alta de juros para este ano.

O índice Dow Jones caiu 0,47%, a 25.201 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,4%, a 2.776 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,11%, a 7.696 pontos.

Agora, são esperadas duas novas altas de juros até o fim do ano, ante expectativa anterior de apenas mais uma.

O banco central dos Estados Unidos, que elevou sua taxa de juros em um quarto de ponto percentual para uma faixa de 1,75% a 2%, também derrubou sua antiga promessa de estimular a economia “por algum tempo”.

“A expectativa agora é para quatro aumentos de juros no total em 2018. O consenso estava mais para três, caminhando em direção a quatro, então eu acho que isso é um pouco de surpresa”, disse Katie Nixon, diretora de investimentos do Northern Trust Wealth Management.

“Parece que o Fed está muito mais confiante agora na inflação alcançar, talvez até superar um pouco, sua meta, então eles estão adiantando alguns dos aumentos.”

As novas projeções de membros do Fed sugerem que a inflação poderá ficar acima da meta de 2% do Fed, alcançando 2,1% neste ano e permanecendo neste patamar até 2020.

As ações estavam voláteis após o comunicado, mas fecharam quase perto das mínimas da sessão e vendas foram generalizadas, com a maior parte dos índices do S&P encerrando em queda.

(Reportagem adicional de Lewis Krauskopf e SruthiShankar)

Inflação nos EUA cresce 0,2% em maio e 2,8% em um ano – Notícias


Washington, 12 Jun 2018 (AFP) – Os preços registraram uma leve alta nos Estados Unidos em maio, com o que a inflação cresceu 2,8% em um ano, ficando em seu nível mais elevado desde 2012, segundo o índice de preços ao consumidor (CPI) publicado pelo Departamento do Trabalho.

O CPI aumentou 0,2% em maio, em dados corrigidos pelas variações sazonais em relação a abril, algo menos que as previsões dos analistas, que prognosticavam um aumento de 0,3%.

Binance Euro Trading Pairs | Está acontecendo este ano!


 Binance euro trading pairs

Binance par de negociação do euro – está finalmente a acontecer! Esta é uma grande notícia porque esta será a primeira opção de moeda fiduciária disponível em Binance.

Binance sempre foi estritamente uma troca de criptografia para criptografia. Não foi negociado em moeda fiduciária, principalmente porque as trocas de moeda fiduciária geralmente estão sujeitas a mais regulamentações do que trocas de criptografia a criptografia. Mas ser uma troca de criptografia a criptografia também tem seus limites, ou seja, significa que os clientes não podem sacar diretamente da bolsa.

O CEO da Binance Changpeng Zhao disse à Bloomberg que a troca seria estará lançando os pares de negociação do Binance no final deste ano. Outras moedas fiduciárias serão adicionadas em uma data posterior. Isso tudo faz parte do plano da Binance para acelerar seu crescimento, ajudando-o a se tornar uma troca de criptografia ainda maior.

Binance recentemente transferiu sua sede para Malta com o lançamento de moedas fiduciárias na bolsa como parte do plano. As coisas estão progredindo e, embora ainda haja poucos detalhes disponíveis sobre datas exatas e moedas exatas que não sejam o euro, a fiat finalmente está chegando a Binance.

Ao oferecer pares fiduciários, a Binance se junta ao grupo de outras bolsas fiduciárias. inclui os gostos de Coinbase, Kraken, Bitfinex e muitos outros. Outras trocas criptografia-a-criptografia incluem Huobi e Bittrex.

>> As trocas de criptografia mais populares: o que você deve usar?

Binance já é uma troca de criptografia amplamente popular, oferecendo suporte para mais de 300 cryptocurrencies. Só podemos imaginar o quanto Binance será capaz de crescer quando começar a suportar moedas fiduciárias também.

Atualmente, a Binance fica atrás apenas da Bitfinex em termos de participação de mercado (a Bitfinex detém 36% na momento, enquanto Binance detém 23%). Aceitar moedas fiduciárias será suficiente para diminuir a diferença e empurrar a fatia de mercado da Binance sobre a da Bitfinex?

No momento em que escrevo, a Binance tem um valor de mercado de US $ 1,6 bilhão

>> revisão

Imagem destacada: Canva

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Binance Lança Pares de Negociação em Euros este Ano



Binance, uma das bolsas de criptomoedas mais populares e bem-sucedidas do mundo, tem planos de oferecer aos traders a capacidade de negociar moedas criptografadas por euros – com outros pares de moedas fiduciárias em andamento. Criptomoedas para Euros A Binance lançará pares de negociação do euro, com outras moedas fiduciárias planejadas para o futuro. O relatório vem da Bloomberg, que recebeu as informações do CEO da Binance, Zhao Changpeng, por telefone. Ele também segue a mudança do câmbio para Malta
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O post Binance para lançar pares de negociação do euro este ano apareceu em primeiro lugar no Bitcoinist.com.

BMW Brasil já adiou planos em um ano por ausência do Rota 2030 – Notícias


(Bloomberg) — Sem uma definição sobre a nova política industrial do setor automotivo brasileiro, chamada de Rota 2030, a expectativa por um anúncio, ainda sem data certa para ocorrer, deixa a situação preocupante e angustiante, impedindo qualquer definição sobre estratégia e investimentos para o futuro, segundo Helder Boavida, presidente e CEO do BMW Group Brasil.

Boavida disse que o mercado, até agora, tem reagido e mostrado crescimento, e cita como fatores adicionais de preocupação as eleições presidenciais e a indefinição política. “Precisamos desta definição para termos previsibilidade, para definirmos os nossos planos para aquilo que vai ser o futuro”, disse ele em entrevista em 7 de junho, no escritório da empresa, em São Paulo.

“Independentemente disso, a BMW continua super comprometida com o Brasil”, disse Boavida, acrescentando que o segmento premium automotivo cresce em 2018 pela primeira vez nos últimos três anos. “E nós estamos crescendo o dobro” dos pares.

Ele cita o aumento nas vendas das marcas BMW e Mini no Brasil, e a maior participação de mercado em relação às concorrentes diretas, mas “muito aquém do que são as nossas necessidades”. Para ele, apesar de as vendas sinalizarem que o pior ficou em 2017, na parte industrial a indefinição sobre o Rota 2030 não permite tomar decisões que tinham de ter sido tomadas há um ano. “Temos produtos que têm ciclos de vida de sete anos e que precisam dessa previsibilidade para serem feitos e neste momento estão atrasados”.

Rentabilidade e Câmbio

Boavida esclarece que a decisão de construir a fábrica no Brasil, na cidade de Araquari, Santa Catarina, levou em conta o cenário do Inovar Auto, que estimulava as montadoras a investirem em plantas locais em troca de benefícios na tributação de modelos importados. “Não temos dúvida nenhuma de que, pelo menos enquanto existiu o Inovar Auto, porque agora estamos no vazio, não há forma mais eficiente de vender no Brasil do que produzir os carros localmente”. A situação atual em termos de rentabilidade, sem o Rota 2030, “é a pior de todas, que é não ter um regime”.

Para o executivo, a BMW consegue viver com e sem regimes, “mas nos digam para onde o governo quer ir, para onde o país quer ir para tomarmos as nossas decisões”. Sem divulgar quais as metas de rentabilidade, Boavida disse a operação brasileira não tem atingido os objetivos e que “tem sido um desafio muito grande”.

“Essa, talvez, é a maior preocupação. Com uma fábrica com um nível de ociosidade de 50% é muito difícil atingir os objetivos de rentabilidade, senão quase impossível”. Apesar da dificuldade, o executivo disse que sem a instalação da fábrica, a BMW não teria a base de clientes atual “e o negócio seria de outra dimensão”.

Além da ausência da política setorial, apontada como principal fator de preocupação, Boavida cita ainda a evolução cambial. “Diria que são os dois temas principais que temos hoje”, disse ele acrescentando também a complexidade fiscal do país como “algo estrutural” e que “complica muito as nossas operações”.

Exportação?

Boavida lembra que a situação no passado já era complicada, porque a montadora precisava de um componente de exportação para equilibrar a fábrica e reduzir a ociosidade, em meio à queda do mercado brasileiro. “Hoje em dia, além de termos um mercado que não se restabeleceu completamente, de continuarmos a não ter os acordos de livre comércio, não temos um regulamento do setor que estabeleça regras claras”.

Ele explica que a fábrica brasileira, inaugurada em 2014, não abastece os países vizinhos pela ausência de tratados de livre comércio com o Brasil e porque nos acordos atuais de comércio, o nível de conteúdo local exigido para exportar é muito elevado e todas as marcas premium, pelo volume, não conseguem atingir o patamar de nacionalização. “Isso passaria a ser viável com acordos de livre comércio ou com um nível de conteúdo local menos exigente, que permitiria cumprir essas regras e realizar a exportação”.

“O Brasil tem um potencial enorme. Acreditamos nesse potencial, pena ser um potencial que vamos vendo ser adiado ano após ano. O que falta, de fato, é um pouco de estabilidade e um pouco de visão para esse país possa se desenvolver”.

“O que acho importante para o Brasil é que o país tenha um resultado eleitoral onde saia uma democracia reforçada, onde o populismo não exista, onde exista muito mais uma visão de longo prazo, em que se aposta muito mais na educação, em que o Brasil se abra muito mais ao mundo exterior em termos comerciais, com verdadeiros acordos de comércio com outros países, que o Brasil se torne um país mais fácil de se governar, notadamente em termos fiscais”.

Número de mulheres que buscam investir em cripto dobra desde o começo do ano


Nos últimos seis meses, a quantidade de mulheres considerando um investimento em criptomoedas passou de 6% para 13%, relata a City A.M. em 9 de junho

O relatório foi baseado em uma pesquisa de mercado conduzida oela casa de câmbio de cripto britânica London Block Exchange, que mostra que a criptomoeda é mais popular entre as mulheres na geração do milênio, uma em cada cinco das quais expressam o desejo de investir.

A pesquisa também sugere uma diferença na forma como homens e mulheres investem, com as mulheres adotando uma abordagem mais estratégica, já que elas são 50% menos propensas que os homens a sofrer de um “medo de ficar de fora” (FOMO, sigla em inglês para “fear of missing out). Além disso, a pesquisa mostra que as mulheres são mais cooperativas que os homens, pois têm duas vezes mais probabilidade de consultar familiares e amigos sobre seus possíveis investimentos em comparação com os homens, que são estatisticamente mais propensos a “seguir sozinhos”.

Uma pesquisa anterior da etoro, casa de câmbio de cripto, sugere que, até recentemente, a indústria era dominada por homens — com os representantes do sexo masculino representando 91,5% de todos os investidores e as mulheres respondendo por apenas 8,5%.

A analista sênior de negócios da London Block Exchange, Agnes de Roeyer, acredita porém, que esta tendência pode estar passando por uma mudança. De acordo com a City A.M., Roeyer disse:

“Ainda há um equívoco comum de que a criptomoeda é uma brincadeira de homens, mas vimos centenas de mulheres se inscreverem em nosso casa de  câmbio nos últimos meses e alguns dos investidores mais inspiradores e experientes, liderando o caminho na indústria, são mulheres.



Número de Mulheres que Olham para Investir em Criptografia Dobrada desde o Início do Ano


Nos últimos seis meses, a quantidade de mulheres considerando um investimento em criptomoedas passou de 6% para 13%, reporta City A.M. 9 de junho.

O relatório baseou-se em uma pesquisa de mercado conduzida pelo London Block Exchange, que mostra que a criptomoeda é mais popular entre as mulheres na geração do milênio, uma em cada cinco das quais expressam o desejo de investir.

A pesquisa também sugere uma diferença na forma como homens e mulheres investem, com as mulheres adotando uma abordagem mais estratégica, pois são 50% menos propensas que os homens a sofrer com o "medo de perder" ( FOMO . ]). Além disso, a pesquisa mostra que as mulheres são mais colaborativas do que os homens, pois têm duas vezes mais probabilidade de consultar familiares e amigos sobre seus possíveis investimentos em comparação com os homens, que são estatisticamente mais propensos a “ir sozinhos”.

pesquisa da etoro crypto exchange sugere que até recentemente, a indústria era dominada por homens – com os homens representando 91,5% de todos os investidores e mulheres representando apenas 8,5%.

Analista sênior de negócios da London Block Exchange Agnes de Roeyer, no entanto, acredita que essa tendência pode estar passando por uma mudança. De acordo com a City AM, Roeyer disse,

“Ainda há um equívoco comum que a criptomoeda é um jogo para os homens, mas vimos centenas de mulheres se inscreverem para o nosso intercâmbio nos últimos meses e algumas das mais inspiradoras e investidores bem informados, liderando o caminho na indústria são mulheres. ”